Epígrafe Monografia
"Se você acreditar eu vou lá e faço." (Deus)
Sinais...Eu já entendi.
A frase "aleatória" além de ser uma resposta Dele é para ser colocada em um lugar específico e assim eu o farei.
O pedido de todos os dias deve ser: Me dê Sabedoria e Entendimento, me dê o dom da interpretação.
De que adianta o homem conquistar o mundo inteiro e perder a única coisa que lhe é eterna, Não há sentido.
A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.
EXISTEM PESSOAS QUE
ACREDITAM QUE A POLIDEZ
QUE A ERUDIÇÃO, QUE A ELEGÂNCIA
SÃO CAPAZES DE LIMPAR
AS TRAIÇÕES, O ABANDONO
O DESCANSO, O VÍCIO...
NÃO SE LIMPA A SUJEIRA INTERNA
COM PALAVRAS BONITAS
COM FALSAS GENTILEZAS...
NEM TODO CANALHA TEM
APARÊNCIA DE LOBO...
FREQUÊNCIAS NÃO SINTONIZADAS
Se me perguntassem hoje se eu acredito em conexões reais, eu diria que depende muito, creio fielmente que o amor exista de forma verdadeira, mas a afinidade entre dois seres humanos, é algo quase que intangível pra mim. Sintonizar-se com a estação certa é tarefa difícil nos dias atuais, são diversas ondas eletromagnéticas pairando pelo ar. E como achar a frequência certa? Aí que mora uma das maiores questões da humanidade.
Reflito isso noite e dia, dentre tantas sintonias, nenhuma se encaixa na minha orquestra e isso dói demais. Dizem por aí que o problema está em mim, mas penso que não tem como gostar de uma música vazia, sem sentimentos, algo superficial como um leito de riacho seco. Minhas águas são profundas, só me encontro com oceanos vastos,e por isso me julgam por eu não me juntar com ninguém. Mas como? Se todas as estações de rádio já estão sintonizadas ou então são como chiados, não se ouve, nem sente nada. Olho ao meu redor e me decepciono cada vez mais, amores puramente biológicos, fascinados em uma casca que apodrece com o passar do tempo.
O pior de tudo isso, é quando o mundo cobra a conexão, se você não se calibrar a uma frequência, corre o risco de ficar flutuando no ar sozinho para sempre. Confesso que tenho medo disso, mas ao mesmo tempo sinto que carrego uma pressão enorme em cima da minha cabeça, preciso gostar de alguma sinfonia logo, se não a minha orquestra ficará incompleta. Da mesma forma que esse pensamento vem, outros também aparecem ,como: E se eu não precisasse daquela sinfonia? Meu concerto musical seria único, afinal tenho um grande desfiladeiro para seguir na jornada da vida, posso finalmente entrar em sintonia com 60 anos de idade. As pessoas do mundo atual, se precipitam em seus encontros e acabam no fundo do poço, por medo de serem julgadas, mas eu prefiro um rádio sem interferências e chiados chatos, mesmo que essa qualidade leve uma vida para vir à tona.
Conexões não nascem da noite pro dia, nem mesmo de uma mensagem de texto, sintonia é no olhar, é na fala, antes mesmo de qualquer contato físico, são como ondas de rádio, invisíveis porém sentidas. Elas só brotam, quando olhamos no olho de uma pessoa, e vemos a profundeza de seus mares, somente essas pessoas podem sentir essa sintonia. Só que para encontrar essas águas profundas, é como achar uma agulha em um palheiro, talvez não estejam em extinção, só presas em um mundo de frequências falsas, e sabe lá quando encontrarei minha confluência.
Os que só veem a Felicidade nas Grandes Conquistas, ainda não tomaram Vento na Cara com ela no Carona.
Talvez não haja falta de sentimento mais tacanha e equivocada que a pessoa acreditar que só ela tem sentimentos.
Os apaixonados que acreditam que o Braço Armado do Estado existe para se curvar aos Caprichos dos Insensatos teriam muito mais hombridade se trocassem os Eventos Militares por Bonecas Inanimadas.
Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.
Porque a dor, quando não ouvida, vira eco.
E quando presumimos que o mundo está inteiro, deixamos de perceber os cacos que alguém tenta segurar com as próprias mãos.
A verdade é que ninguém sai ileso da travessia — enquanto uns sangram por dentro, outros tentam esconder os cortes com sorrisos.
Estamos quase todos lutando com dores, dificuldades e problemas…
Ainda que diferentes.
Mas ignorar o sofrimento alheio é como esbarrar em uma ferida aberta fingindo ser só o vento.
Empatia não é diagnóstico — é presença.
É a coragem de admitir que talvez o outro também esteja lutando uma guerra que não machuca e apavora somente você.
E que às vezes, só de reconhecer a batalha, já deixamos de ser um potencial inimigo sem perceber.
Se não soubermos enxergar a dor do outro, a nossa também ficará sem testemunha.
E nada fere ainda mais do que sofrer sozinho num mundo que insiste em parecer inteiro.
A vulnerabilidade compartilhada e o reconhecimento mútuo do sofrimento são, talvez, os caminhos mais curtos para nos sentirmos menos frágeis em um mundo tão quebrado.
Em meio a tantas dores, dificuldades e problemas, quem presume não tê-los — ou imagina que o resto do mundo segue ileso — acaba sendo, sem perceber, a parte mais perigosa deles.
Não me preocupo com os que acreditam em Papai Noel, mas com os que alugam as cabeças e ainda acreditam que pensam com elas.
No fundo, a inocência dos que acreditam em Papai Noel ainda lhes conserva alguma forma de beleza.
O que realmente inquieta é perceber quantos, já adultos, seguem alugando as próprias cabeças — entregando seus pensamentos a quem grita mais alto, a quem promete atalhos, a quem dispensa qualquer reflexão.
Assusta menos a fantasia do bom velhinho do que a fantasia medonha de autonomia que muitos carregam.
E carregam-na com tanta convicção que quase sempre ela é bordada nos berros.
Pensam que pensam, mas apenas repetem ecos, devolvem opiniões prontas, vestem certezas emprestadas.
E, assim, vão cedendo o território mais sagrado que existe: o da consciência.
Talvez o verdadeiro e mais urgente milagre não seja acreditar em Papai Noel, mas resgatar o direito — e o trabalho diário — de pensar com a própria cabeça.
De duvidar, questionar, investigar…
De não permitir que ideias venham com contrato de aluguel, mas que sejam construídas com autenticidade, esforço e liberdade.
Porque, no fim, a maior ilusão não é a de um presente — embalado na inocência — na noite de Natal, mas a de viver sem perceber que a mente foi entregue ao comodismo, à manipulação ou ao medo.
E nada é mais urgente e necessário do que retomá-la.
Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.
A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.
O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.
O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.
Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.
Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.
No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.
E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.
Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações contaminadas pelo Discurso de Ódio.
Há orações que sobem como súplica, e há discursos que apenas ecoam ressentimento.
Quando a palavra se veste de fé, mas carrega ódio no tom, ela deixa de ser ponte e vira muro.
Deus não habita a violência disfarçada de devoção, nem se manifesta onde a dignidade do outro é negada em nome de uma verdade supostamente sagrada.
Porque a verdadeira oração não nasce da garganta — nasce do coração.
E um coração mal-acostumado a odiar, perde, pouco a pouco, a capacidade de reconhecer o Sagrado.
Os tolos acreditam sentir a presença de Deus em orações contaminadas pelo discurso de ódio, porque confundem barulho com transcendência e fervor com virtude.
A fé que agride não ora: acusa.
Não intercede: sentencia.
E não busca comunhão: exige submissão.
Não adianta fechar os olhos para rezar, mas permanecer de olhos bem abertos para ferir.
Nem juntar as mãos para orar, mas usá-las para apontar, excluir e atacar.
E, ainda assim, acreditam que Deus habita nessas palavras envenenadas, como se o Altíssimo fosse cúmplice das baixarias humanas.
Usam a mesma boca para abençoar e amaldiçoar, e mesmo assim esperam ser ouvidos.
Mas não é Deus quem os escuta — é apenas o eco da própria intolerância, devolvendo-lhes a agridoce ilusão de santidade.
A oração que não transforma o coração de quem a faz, dificilmente tocará o céu.
Pois onde Deus se faz presente, há silêncio que educa, compaixão que desarma e uma inquietação ética que impede o ódio de se ajoelhar como se fosse fé.
Porque onde o ódio se instala, a presença divina se ausenta.
E onde a oração é usada como arma, o céu não responde — se cala.
Ai dos que se atrevem a usar o Soberano nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.
Pedirão e não receberão, buscarão e não encontrarão, pois dos céus nenhum sinal lhes será dado.
O maior problema dos que alugam o próprio juízo é seguir acreditando que ainda pensam com as próprias cabeças.
Há um silêncio curioso na mente de quem terceiriza o próprio juízo: o da ilusão de autonomia.
Acreditam pensar por conta própria, quando apenas repetem ideias decoradas, opiniões emprestadas, certezas embaladas para consumo rápido.
Alugar o juízo não exige contrato nem assinatura — basta abrir mão da dúvida, do desconforto de refletir e da coragem de discordar sem desrespeitar.
Em troca, recebe-se o conforto de pertencer, a sensação enganosa de clareza e um discurso pronto para qualquer ocasião.
O maior problema, porém, não é a dependência intelectual em si, mas a convicção de independência.
Pois, quem reconhece que não pensa, ainda pode reaprender.
Mas quem se julga livre enquanto ecoa vozes alheias, já não percebe as correntes que carrega.
Pensar de verdade cansa, isola e, às vezes, até dói.
Talvez por isso tantos prefiram alugar a própria cabeça — desde que possam continuar acreditando que ela ainda lhes pertence.
Os que alugam a própria cabeça e continuam acreditando que pensam, são locatários intransigentes.
Habituaram-se tanto ao conforto das ideias prontas que já não percebem quando a chave da própria consciência mudou de mãos.
Pagam, todos os dias, o aluguel da convicção fácil: repetem palavras que não nasceram em si, defendem certezas que nunca examinaram e travam batalhas que não compreenderam.
Há uma estranha obstinação nisso.
Não é apenas ignorância — é apego.
Porque admitir que a própria cabeça foi sublocada a slogans, narrativas ou paixões coletivas exige um gesto raro: desalojar-se das próprias certezas.
E poucos suportam o incômodo de reformar o interior da própria mente.
Pensar de verdade é uma atividade tão árdua quanto cara.
Cobra silêncio, dúvida, solidão e, sobretudo, coragem para contrariar a mobília confortável das ideias fabricadas.
É mais fácil manter o contrato vigente com quem pensa por nós do que enfrentar o trabalho de habitar a própria consciência.
Por isso, os locatários costumam ser intransigentes: defendem o imóvel como se fosse propriedade.
Aderem gratuitamente à Guerra Palavrosa: gritam, atacam, desqualificam — tudo para não correr o risco de descobrir que nunca foram donos daquilo que juravam pensar.
No fim, a tragédia não está apenas em alugar a cabeça vazia.
Está em viver nela como se fosse casa própria, sem jamais suspeitar que o contrato sempre esteve noutras mãos.
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