Epígrafe Lutar
Lutar contra as sombras da mente mantendo a luz do amor no peito é a prova mais bonita de heroísmo que esta humanidade pode testemunhar.
Uma palavra cruel dita a quem está cansado de lutar pode ser o golpe que destrói as forças de um dia inteiro de suor.
Não pague o desprezo com a mesma moeda. Demonstre o seu valor continuando a lutar, a vencer e a estender a mão a quem precisa.
A sua determinação em lutar aliada à sua capacidade de perdoar são as suas maiores armas. Siga firme no seu propósito, fazendo o bem e transformando o mundo ao seu redor!
Ser mãe atípica é descobrir uma força que você nem sabia que existia. 💙
É lutar todos os dias, enfrentar julgamentos, vencer obstáculos e, mesmo cansada, continuar de pé por quem mais ama.
Você não precisa ser uma mãe perfeita. Você só precisa continuar sendo a mãe que seu filho precisa. 🌻
“Por trás de cada mãe atípica existe uma mulher que muitas vezes chora escondida, mas que acorda todos os dias pronta para lutar novamente.” 💙✨
Botou o Brasil pra Navegar
Verso 1
Entrou em campo sem medo de lutar,
Mostrou a força, fez o povo comentar.
Cada jogada era de arrepiar,
A Noruega botou o Brasil pra navegar.
Refrão
Botou o Brasil pra navegar,
No mar da pressão, sem deixar respirar.
Futebol é assim, tem dia de ganhar,
Hoje foi a Noruega que fez a festa cantar.
Verso 2
A bola ensina quem sabe esperar,
Vitória e derrota fazem parte do jogar.
Amanhã a história pode até mudar,
Mas hoje a Noruega fez o mundo olhar.
Refrão Final
Botou o Brasil pra navegar,
Mas o futebol sempre vai nos surpreender.
Quem cai hoje amanhã pode levantar,
Porque o sonho nunca deixa de brilhar.
Se estiver que agradar alguém, que seja Deus.
Se estiver que lutar por alguém, que seja por Deus.
Se estiver que morrer por alguém, que morra por Deus.
Somente por Ele vale apena fazer algum tipo de loucura.
Eu vi.
Bem de longe, mas vi.
A sombra cansada,
o corpo fraco de lutar.
Vês o mundo
com olhos para os outros.
Mas quem vê o teu?
Eu vi
Eu vi.
Bem de longe, mas vi.
A sombra cansada,
o corpo fraco de lutar,
o peso escondido
na forma de continuar.
Não perguntei.
Não era o meu lugar.
Há distâncias
que também são uma forma de cuidado.
Mas vi.
Vi-te olhar o mundo
com olhos para os outros,
guardar palavras,
amparar silêncios,
deixar um pouco de ti
em quem precisava.
E pensei:
quem vê os teus?
Quem repara
quando o sorriso pesa,
quando o corpo pede descanso
e tu continuas?
Talvez nunca saibas
quantas pessoas levam consigo
um pouco da tua bondade.
Talvez quem cuida
raramente veja
até onde chega o cuidado.
Mas chega.
E se algum dia
o mundo te pesar demasiado,
não precisas de me contar o mundo.
Fala-me de elefantes.
De paredes.
Do tempo.
De coisa nenhuma.
Ou não fales.
Há silêncios
que também sabem ficar.
Não te escrevo para salvar-te.
Nem saberia como.
Só para que,
entre tantos olhos
que ensinaste a olhar para dentro,
saibas que houve uns,
bem de longe,
que olharam para ti.
E viram.
É exaustivo ter que lutar contra o mundo lá fora e, ao voltar para casa, ter que erguer escudos contra quem deveria ser o nosso refúgio.
PRESENÇA ADVAITA
A travessia do ser que deixa de lutar contra si
A cidade ainda não dormiu.
O ar tem cheiro de chuva e café esquecido.
Há buzinas, passos apressados, vozes cansadas atravessando a noite.
Aqui dentro, a casa fecha as pálpebras e o corpo desaperta os ombros.
A respiração desacelera, como se o tempo, por um instante, perdesse a pressa.
Não é iluminação, é pausa.
Não é milagre, é o cansaço que aprende a sentar.
No intervalo entre o que se esgota e o que começa, algo desperta.
É mais sopro que ideia, mais pele que palavra.
Viver é sentir.
Sentir é o único gesto que não mente.
É quando você acontece.
Não chega, se revela.
Nada em você exige lugar, mas tudo muda à sua volta.
O ar fica mais leve, as sombras perdem pressa.
O silêncio ao seu lado tem temperatura.
Parece uma mesa posta no meio da alma.
Você toca o lugar em mim que sempre esperou,
e algo, enfim, consente.
Ainda com medo, eu consinto.
Não há urgência, há respeito.
A ternura não anuncia sua entrada,
ela simplesmente chega e fica.
O medo, visto de perto, se torna pequeno.
A dúvida, cansada, adormece na varanda do peito.
O que antes era abismo agora é chão molhado,
com marcas de quem passou e ficou.
O ser é o campo onde o medo e o amor se escutam.
Ali, o humano e o eterno se olham sem querer vencer.
Quando há escuta, o silêncio deixa de ser muro e vira ponte.
Antes da calma houve deserto.
Antes da ternura, ferida.
Já temi o que mais amava,
já fugi do que me curaria.
Até que o orgulho se desfez,
e a suavidade entrou pela fresta da noite.
Nem tudo em mim é paz.
Ainda há grito guardado,
e o eco às vezes volta sem aviso.
Mas ele já não fere, apenas me devolve à carne.
O amor que prende é medo disfarçado de zelo.
O amor que acolhe tem mãos abertas e chão firme.
Nele, dois seres se olham sem truques.
Ambos feridos, ambos atentos.
Sabem que o outro teme, e ainda assim permanecem.
Eu tropeço.
Duvido.
Às vezes quero trancar a porta e esquecer o mundo.
Mas é a dúvida que me devolve à fé,
essa fé pequena, feita de respiração e paciência.
Só quem sente profundamente aceita não entender tudo.
Com você, o tempo não desaparece, ele respira.
A casa continua casa, o mundo continua áspero.
Há contas, filas, injustiças e gente que carrega o dia nas costas.
Mesmo assim, algo em nós encontra um ritmo bom,
um espaço simples onde a ternura sobrevive.
Não busco eternidade, busco verdade.
Prefiro o instante vivido à promessa que não cumpre calor.
O que é real não morre, apenas muda de rosto.
A presença é o milagre discreto que sustenta o mundo enquanto ninguém vê.
Não há promessa, há encontro.
Não há destino, há travessia.
Você não chega, acontece,
como chuva breve em tarde quente,
lavando o pó do que restou.
A plenitude não está em domar os sentimentos,
mas em atravessá-los inteiros.
Quando compreendo o medo, o amor deixa de ser fuga
e vira casa com portas que abrem por dentro.
Nem tudo que acalma cura.
O silêncio também corta,
mas é corte que limpa,
como mar depois da tempestade.
Às vezes a luz arde antes de iluminar.
Às vezes o amor desmonta o que eu usava para me proteger.
Se o tempo nos afastar, a presença não parte.
O sentir muda de tom, como maré que recua
só para lembrar que voltará.
Você é travessia,
o agora entre duas incertezas,
a prova de que o amor pode existir sem fazer barulho.
Se o silêncio for tudo o que restar,
ainda assim haverá amor.
O que é verdadeiro não precisa ser dito.
O toque fica mesmo quando a mão já se foi.
A lembrança não pede voz,
a pele ainda sabe o caminho.
Ser forte não é erguer muralhas,
é continuar sensível quando o mundo pede dureza.
É olhar o outro e ver o mesmo espanto,
a mesma fome de não ferir.
Escolho te sentir.
Não para possuir, mas para reconhecer.
Não para vencer, mas para ser verdadeiro.
Se o sentir trouxer dúvida, que venha.
Que confunda e console.
Que assuste e cure.
Que desfaça o chão só para mostrar o céu que sempre esteve ali.
Entre nós talvez não haja nome,
e tudo bem.
O real prefere ser vivido a ser explicado.
O amor que nasce quieto é o que mais permanece.
Ele não disputa palco, respira.
É o som do ser se reconhecendo no outro.
Quando o ser se torna simples, o medo aprende a ouvir.
Nada precisa ser vencido quando é compreendido.
A sabedoria não nasce da força,
mas da entrega.
Do instante em que o ser para de fugir de si
e percebe que nunca houve vazio,
apenas verdade esperando espaço.
A cidade enfim silencia.
Uma janela apaga, outra acende.
O ar cheira a terra molhada.
E no reflexo do vidro, eu me reconheço.
O silêncio me olha,
e nele eu ainda vejo.
Hoje, 07/09/2025,
Comemorar a Independência do Brasil
é sobretudo lutar contra a anistia
para golpistas e traídores da Pátria.
É defender a Nossa Democracia e Soberania.
É defender as nossas riquezas naturais e empresas nacionais contra o entreguismo dos mercenários da Pátria.
É fazer valer a Nossa Constituição acima de tudo e de todos!
✍©️ MiriamDaCosta
Que o dia seja repleto de bênçãos, com fé para seguir, força para lutar e esperança para não desistir. Que a gratidão cresça em cada gesto e o amor seja a mais bonita das minhas orações.
Às vezes só precisamos de uma oportunidade, uma chance, para poder lutar por aquilo que sempre buscamos.
