Epígrafe Lutar
Já lutei muito por coisas pequenas, hoje quero lutar por coisas maiores, coisas que realmente serão significantes para o meu crescimento, como o amor, por exemplo.
Realmente o que importa é se amar, se não, vais lutar para arrastar outros no mesmo calaboço de amargura e ódio.
Esqueça todo dia
Novo dia, novo ar
Levanto escudo e espada e começo a lutar
Sei o que nos pertence
Diferente de nossos erros
Esperança é o que nos resta
E memórias de nossos erros
Essa é uma batalha
De um corpo dividido
Mesma história viva
Sempre se repetindo
- Corpo Dividido
Lutar por ideais sem ter medo de se entregar
Pessoas dizem coisas sem sentido pra te contrariar
E é nessa vida sem sentido que querem te enjaular
A sua história vai ser algo que ninguém pode apagar
O brilho no céu explode e não são estrelas cadentes
Tirada mais uma vida de pessoas inocentes
Nascer no lado certo garante sua existência
E viver sabendo que vão tentar apagar a sua essência
- Segregar
Levante a cabeça, não desista de lutar,O futuro começa no jeito de amar.Com fé em Deus e coragem para vencer,Você pode inspirar muitas vidas a renascer.
Helaine machado
Botou o Brasil pra Navegar
Verso 1
Entrou em campo sem medo de lutar,
Mostrou a força, fez o povo comentar.
Cada jogada era de arrepiar,
A Noruega botou o Brasil pra navegar.
Refrão
Botou o Brasil pra navegar,
No mar da pressão, sem deixar respirar.
Futebol é assim, tem dia de ganhar,
Hoje foi a Noruega que fez a festa cantar.
Verso 2
A bola ensina quem sabe esperar,
Vitória e derrota fazem parte do jogar.
Amanhã a história pode até mudar,
Mas hoje a Noruega fez o mundo olhar.
Refrão Final
Botou o Brasil pra navegar,
Mas o futebol sempre vai nos surpreender.
Quem cai hoje amanhã pode levantar,
Porque o sonho nunca deixa de brilhar.
**"Lutar sem saber por quê: a alienação como projeto, não como acidente"**
Conta-se uma antiga história de um cavalo de circo que gira em torno de um poste a vida inteira, mesmo depois de removida a corda que um dia o prendeu. Ele continua girando porque aprendeu que aquilo era o mundo. Muitos de nós somos esse cavalo: lutamos, corremos, competimos, sem perguntar quem amarrou a corda primeiro.
A alienação não nasceu por acaso. Ela foi desenhada, testada, refinada ao longo de séculos, como um projeto de engenharia social. Ensinam-nos a competir pelo pão antes de nos ensinarem a perguntar por que o pão é escasso. Ensinam-nos a admirar o dono da fábrica antes de nos ensinarem a questionar quem construiu os muros dela.
É como uma peça de teatro em que decoramos o papel sem nunca ler o roteiro inteiro. Aplaudimos o enredo, choramos no final combinado, sem saber quem escreveu o script nem por que ele sempre termina do mesmo jeito.
Lutar sem saber por quê não é ingenuidade pura, é resultado direto de um sistema que lucra silenciosamente com nossa distração. Acordar, aqui, significa parar de girar em torno do poste e, enfim, perguntar com coragem quem prendia a corda desde o começo.
Sim, vamos todos morrer e ser esquecidos. Mas entre agora e a morte, podemos amar, criar, lutar, construir. O niilista enxerga só a morte. O humanista enxerga o "entre".
Em qualquer idade, nunca pare de lutar, se achar que o futuro está obscuro, é a oportunidade pra você brilhar.
Você pode até me achar fraco por sumir, mas lutar contra a vontade de te ver exige uma força gigante.
Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.
É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence.
Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo.
Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários.
Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.
Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…
Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional.
Significa calcular riscos.
Medir palavras.
Avisar amigas.
Compartilhar localização em tempo real.
Trocar fechaduras.
Pedir medida protetiva — ou que finge ser.
Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.
E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”.
Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada.
Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.
A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição.
Ensina posse disfarçada de amor.
Controle disfarçado de cuidado.
Ciúme tratado como intensidade emocional.
E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.
Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.
Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural.
Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.
Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.
Muitos fingem lutar por direitos ao buscarem privilégios em detrimento do direito de alguém.
Eles vestem a armadura do discurso justo, empunham bandeiras coloridas e erguem palavras como se fossem espadas morais.
Dizem lutar por direitos, mas no fundo desejam apenas inverter a balança — não para equilibrá-la, e sim para fazê-la pender a seu favor.
A luta por direitos nasce do reconhecimento da dignidade comum.
Já a busca por privilégios nasce do medo de perder vantagens.
Direitos ampliam a mesa; privilégios escolhem quem pode sentar.
Os direitos libertam; os privilégios substituem correntes de lugar.
Há uma diferença muito sutil — e também muito perigosa — entre justiça e conveniência.
Quando alguém reivindica algo que, para existir, precisa reduzir o espaço legítimo do outro, talvez não esteja defendendo um Direito, mas disputando Superioridade.
E toda superioridade travestida de virtude carrega o germe da injustiça.
É fácil se comover com o próprio discurso.
Difícil é examiná-lo com honestidade.
Porque defender direitos exige coerência: o que peço para mim deve caber também ao outro, inclusive àquele de quem discordo.
A verdadeira luta por direitos não escolhe favoritos.
Ela não humilha para incluir, não exclui para compensar, não silencia nem divide para vencer.
Ela constrói pontes onde antes havia muros.
No fim, a pergunta que resta é tão simples quanto desconcertante: estamos ampliando a Liberdade Coletiva ou apenas redesenhando o Mapa dos Privilégios?
A resposta começa no espelho da consciência.
Todos os sonhos são idealizados e possivelmente realizados se valer a pena lutar
Aiai, após tanta turbulência, vem a harmonia perfeita para agradecer e valorizar o tempo.
Nova semana, velhos problemas para resolver.
E toda sorte do mundo para gente vencer.
Não existe tarefa fácil.
Vamos, que vamos vencer as nossas lutas diárias com força, foco e Fé!
Feliz semana 🌺
“Cansado de lutar sozinho? Jesus quer carregar teu fardo e te libertar. Aceita-O hoje mesmo!”
Mateus 11:30
