Epígrafe de Livro

Cerca de 10983 epígrafe de Livro

Estava na hora, na hora de acabar com esse romance que não daria certo, mas eu não queria nunca mais me afastar de Victor. Então deixaria claro que só poderíamos ser amigos, se é que isso é pouca coisa.

Inserida por leticia_bartulihe

Antes de tudo e de mais nada, gostaria de dizer eu me apaixonei. Me apaixonei pelo garoto mais errado que poderia me apaixonar, mas ele se tornou tão certo que nem posso acreditar. Só que aconteceu um problema, eu poderia destruir minha família se continuasse o que eu e ele tínhamos, então terminei tudo antes que fosse tarde.

Inserida por leticia_bartulihe

Motivos para não ficar com Victor:

1. Ele já beijou mais meninas do que posso contar com todos os meus dedos.

2. Ele bebe e usa drogas.

3. Posso não passar em medicina, já que estou focando no que não importa.

4. Eu posso voltar a cantar, pois ele faz com que eu deseje cantar e ser injusta com o meu eu do passado que prometeu que nunca mais iria cantar.

5. Posso arrumar várias confusões com meus pais, já que sei que meu pai não me aprova.

6. Ele me faz desejar ser mais feliz e eu já sou o suficientemente feliz

7. Posso me apaixonar ainda mais

8. E eu prometi com meu pai que entre eu e Victor nunca aconteceria nada

9. Posso sofrer

10. Tenho medo de ser errado

Inserida por leticia_bartulihe

—E quais são os motivos para ficarmos perto um do outro? —Perguntou. Eu sorri.
—Não preciso de uma lista para isso. —Expliquei o olhando nos olhos. Ele me encarava. —Por que? —Perguntou.
Queria responder algo adequado, mas sem admitir que eu estava completamente apaixonada por ele.

Inserida por leticia_bartulihe

Victor não estava bebendo, nem ficando com nenhuma garota, não acredito que alguém possa mudar alguém, mas se ele mudasse por mim, largaria o mundo para ele.

Inserida por leticia_bartulihe

— Eu era como a lua. —Falei. — Eu iluminava a escuridão, mas não merecia ser a lua então escolhi ser uma estrela. —Expliquei. —Eu gosto ser uma estrela e na verdade acho que a humanidade deveria se espelhar nelas, para entender que todos são essenciais, mas nenhuma especial. —Falei e olhei para ele. Respirei fundo. —Se uma estrela se apaga, um pedaço do céu vai ficar escuro, por isso todas são essenciais para ter um céu lindo como esse. —Falei.

Inserida por leticia_bartulihe

Pausar é também estar fazendo. Fazer é também algo pausar. Aprenda quando o cansaço bater, não a desistir, mas a descansar.

Inserida por poeticos

Dar a volta por cima é saber voltar aos entornos. Todo estudo merece retornos. Depender é também ser independente. No comercial, esqueceram de dizer: crescer é também não seguir em frente.

Inserida por poeticos

Nada mais fundo do que a superfície. Nada mais torto do que só planície.

Inserida por poeticos

Bagunças sempre nos organizam quando não tentamos escondê-las.

Inserida por poeticos

O raro só é raro para quem aceita o pouco como muito.

Inserida por poeticos

Dando asas à imaginação
Vou voando pela leitura
Aterrissando na nobre intenção
Até alçar uma maior altura.

Inserida por roberto5costa

E tem gente como eu: em qualquer fase da vida não abre mão, mas não abre mesmo, de ter sempre por perto o tal do amigo pra valer: livro. Mesmo porque ele é o único amigo que nunca cria caso pra ficar com a gente seja onde for: sala, quarto, banheiro, cozinha, sombra de árvore, areia de praia, fundo de sofá, fundo de mágoa; e fica junto da gente mesmo no pior lugar do ônibus, do trem, do avião; enfrenta até mesmo uma boa cadeira de dentista e leito de hospital. E, se quem escreveu o livro consegue mexer com nosso pensamento e balançar nossa imaginação – pronto! Aí se forma uma relação, um laço… uma amarração gostosa

Inserida por pensador

Queríamos interrogar o futuro. Que dia será amanhã? Terei minha liberdade? Você é capaz de ler o livro escrito depois de nós. Como será a liberdade para cada um de nós?

Inserida por pensador

Armênia

Olho do alto da Estação Armênia

As luzes vermelhas dos carros lembram teu coração partido

O rio sujo corre sem sentido

E teus sonhos boiam entre garrafas de plástico e um fusca afogado

Inserida por carlos_galdino

Um espelho quebrado corta mais do que a pele. Ele corta a sua identidade.

De que é feita nossa literatura? De obras-primas? A resposta é, mais uma vez, não. Mas quando um livro original é escrito – não aparece um há mais de um ou dois séculos –, os homens de letras o imitam, isto é, o copiam de maneira que são publicadas centenas de milhares de obras tratando exatamente dos mesmos temas, com títulos um pouco diferentes e combinações de frases modificadas. Isso os macacos, essencialmente imitadores, devem ser capazes de realizar, com a condição não obstante de que utilizem a linguagem.

Inserida por pensador

Publicado em 1929, "Adeus às armas" é o segundo romance do escritor norte-americano Ernest Hemingway. O livro tem como tema central a paixão de Frederic Henry – que se alista no exército italiano como motorista de ambulância – pela enfermeira Catherine Barkley. Neste romance autobiográfico, a história de amor tem um final feliz, ao contrário da vivida pelo autor. Os protagonistas acreditam que podem se isolar em seu amor, simplesmente afastando-se da guerra. Em 1918, ferido em combate, Ernest Hemingway é internado em um hospital, em Milão, onde conhece a enfermeira Agnes von Kurowsky, por quem se apaixona. Porém, ela não aceita casar-se com Hemingway, deixando-o profundamente desiludido. Narrado em primeira pessoa, Adeus às armas revela-se uma obra como poucas, aclamada pela crítica como o melhor livro de ficção produzido sobre a Primeira Guerra Mundial. Hemingway conduz a narrativa de forma dinâmica, ressaltando o teor dramático da trama e proporcionando ao leitor algumas das páginas mais românticas e comoventes da literatura ocidental.

Inserida por carlosmachado67

Ler é uma viagem sem fim. Uma viagem longa, até mesmo eterna, na qual nos tornamos mais brandos, mais carinhosos e mais humanos.

Inserida por pensador

Chama os livros de liberdades. E de lares, o que também são. Eles protegem todas as palavras boas que utilizamos tão raramente.

Inserida por pensador