Epígrafe Cultura
Aqueles que dizem sofrer julgamentos, na maioria das vezes são adeptos da cultura do cancelamento. Não há como saber quem é o mais vitimista entre o cancelador e o cancelado.
É preciso que vozes negras falem pelos negros em nome dos negros da cultura negra e conte sua própria história.
Cada coisa que se torna é mortal. Não apenas povos, línguas, raças e cultura são transitórios. Daqui a alguns séculos, não haverá mais cultura ocidental, nem alemã, nem inglesa, nem francesa, do que havia romanos na época de Justiniano.
O cérebro governa, porque a alma abdica. Os homens da cultura vivem inconscientemente, os homens da civilização, conscientemente. A Megalópole - cética, prática, artificial - sozinha representa a Civilização hoje. O campesinato do solo diante de seus portões não conta.
Hoje, no final desta Cultura, o intelecto sem raízes abarca todas as paisagens e todas as possibilidades de pensamento. Mas entre esses limites está o tempo em que um homem considerou um pedaço de solo algo pelo qual vale a pena morrer.
Quem inventou o clichê “cultura inútil?”;
Cultura inútil não existe.
Inútil é uma cabeça carente de conhecimento.
Se a cultura humana conectou máquinas inteligentes com a internet, a Cultura de Deus não é capaz de ligar consciência com consciência numa rede muito maior? E assim será!
A cultura de um povo, deve perpetuar para que não se esqueçam de sua própria história e importância. Inclui-la na educação de suas crianças, garante que essa história não se perca em meio ao "novo", que muitas vezes, sufoca e extermina a identidade cultural dessas pessoas.
De pouco vale:
Músculos sem dinheiro.
Dinheiro sem cultura.
Cultura sem sensibilidade.
Amor sem reciprocidade.
É tempo de pular fogueira,
celebrar o folclore e a cultura brasileira.
É tempo de comer bolo de milho,
passar a tradição, de pai pra filho
É tempo de fortalecer a fé!
Entre um banho de mar e a lida do campo, é o Rio Grande gaúcho levando cultura e nativismo para todo canto. Ivens@breu
Um homem sem alta cultura espiritual munido de um diploma de ciências é um inimigo de espécie humana.
A palavra 'cultura', hoje, no Brasil, tem só o sentido antropológico de documento social, não o sentido pedagógico de melhoramento humano.
Nesta sociedade, cuja a cultura da espetacularização da vida pessoal já está impregnada nos hábitos de muitos, conseguem viver mais leves, e mais saudáveis emocionalmente, àqueles que optam por uma vida simples, real, discreta e verdadeiramente produtiva
Desejo nada menos que a cultura dos Parisienses, o charme dos Italianos, a competência dos Japoneses, a pressa dos Nova Yorkinos, e por fim, a bohemia dos Paulistanos.
