Um assassino não pode julgar outro assassino, pois ambos cometeram o mesmo crime ou até piores seja recentemente ou há muito tempo atrás. A mesma coisa é quando alguém julga o erro do próximo. Ninguém é menos humano que ninguém.
A maior contribuição que a sociedade poderia dar no combate ao crime é não abdicar do próprio juízo em favor de ideologias excêntricas, que pretendem fazer crer que criminoso e vítima possuem o mesmo status de cidadania.