Entre Tantas Pessoas
Faltam motivos
Faltam razões para eu te amar
De tantas atenções
O que eu teria a lhe ofertar?
Veja meus olhos
Assim como eu vejo os seus
Com um pouco de magia
E contentamento
E assim que se ausentar
Deixe seus bons momentos
Para que em minhas recordações
Eu possa vasculhar
Pois eu tentei a carência
Que nada adiantou
Sua postura de complicação
Outra vez retornou
Tive de recolher as cartas
Que jogada difícil
De tantos esforços
Logo o das máscaras
Agindo com indiferença
Você me revelou a tristeza
Que é a de viver
Sem ter certeza
Sem certeza de vós
Não sei o que esperar
Uma leitura tão falha
De alguém que ousa falar
Que depositar esperanças
É atitude a se condenar
Eu tentei te amar
Mesmo somente pela carne
Carne que nunca tive
Carne que somente enfeiticei
Pelo desejo do belo
Bela e doce ilusão
Me esforcei a te querer
Você se esforçou a me dizer
Que de tantas pessoas
Haveria alguma a me comover
E de possibilidade mais fáceis
Eu poderia escolher
Mal sei de nós
Somos dois seres ligados
Ao martírio do medo
De aparências
De julgamentos amargos
Talvez ainda possa
Dizer que sente minha falta
Mas até que diga
Buscarei aquela calma
Que somente a boa música causa
E de música saciarei
Aquela vontade de ouvir sua voz
De um tom tão doce
Que hoje já não me chama
Desamores
Das tantas palavras que ouvi
Muitas, já até me esqueci
Dentre elas, algumas tenho saudades
E outras não quero repetir
Não passaram de meras ilusões
Ou de mentiras de amor
De um ego exacerbado
De alguém sem qualquer pudor
Mentiras foram ditas
E comigo carrego algumas dores
Das noites de longas conversas
Que deveriam ser entre dois amores
Muito aprendi, e ainda tenho coisas
Que preciso em mim arrumar
E entre elas fiz algumas promessas
De que as mentiras não vou mais perdoar
NA ESTRADA QUE CAMINHAS
Nesta estrada que caminhas
Já não vista como antes
Onde tantas andorinhas
Que cantavam ao verdejante
Já agora, tão sozinhas
Voam ao longe bem distante
Restam lá as doces vidas
Mesmo sendo assim contidas
De esperanças num instante
Tão distante de um tempo
Em que o homem desatento
Com sua algóz destreza
Sucubiu a natureza
Com a mente tão errante
Mas Deus reconstrói
Tudo o que homem destrói
E o amor como um herói
Torna vivo e fascinante
E na estrada em que caminhas
Retornaram as andorinhas
E hoje são vista como antes
Pezão da Timba
"Numa cor há tantas cores!
Olhos como microscópio!
Que vira luneta e em cada grão...
Um planeta!"
Leticia Gil Siqueira Santos
25/06/2019
Reality, a grande trama
Armas tantas.
Biológicas.
Tecnológicas.
O gigante arcaico canhão.
Deus, deuses, religião.
Câmeras ocultas.
Várias espécies de vigia.
Que atravessa as paredes da escuridão.
Que navega pelo dia.
A viagem na veia.
Os invisíveis chips.
O som, a luz, a energia.
Jogo de orquestra vips.
Ar, água, Terra, a grande teia.
Israel, palestina, o mundo espiritual bombeia.
Algozes, ferozes.
Geração, pós geração.
Segredo, sistema, escravidão.
O mundo artificial.
Privacidade, liberdade, violação.
Reality, a grande trama.
O mundo nu.
Aos olhos da enganação.
Bem.
Sei quanta tormenta eu e outras tantas vítimas.
Que preparemos para o grande tribunal.
Quanto vale a alma do bem e do mal.
Giovane Silva Santos
"Em meio à tantas tempestades que enfrentamos nos pensamentos, desnecessário se faz qualquer fraqueza!"
Eu queria tantas coisas, porém neste momento adoraria ser o motivo da sua insônia,suarespiração ofegante a turbulência de sua mente o suor do teu corpo, a bebida para matar sua cede, motivo da sua canseira e por fim o seu sonho mais intenso.
"Quando estou teclando com você sempre escrevo tantas coisas sobre eu e você...
Mais aí eu apago e deixo somente na minha mente..."
Malabarismos da vida
Quantos de mim por ai, sonharam..
Tantas trajetórias invertidas ,mudadas e falhadas...
Não vou negar,
Sonhei, sonho e muitos estão sonhando..
Não sonhei com dinheiro e nem ouro..
Sonhei com um tesouro ,e ele por muitos é discriminado...
Desde criança ,venci muitas batalhas...
Vencer foi meu alvo arrancando todos os obstáculos...
Ativo,
Semore estou em busca da Alegria para fazê-la eternizar em todas as auroras...
Como eu , existem muitos e são valentes destemidos...
Busquei, busco e buscarei,
As forças que me roubaram...
De olhos fechados, vou...
Vou sim e acharei esse verso da vida dourada..
Não sou especial,
Mas quem é esse que me pode controlar?
Mesmo não sendo de vidro ,posso quebrar..
Não sou de cristal...
Sou a valsa que cambaleia de um lado a outro...
Sou fandango, sou rancheira e com os meus passos faço malabarismos subindo ladeiras..
Quando me enloqueço, pego fogo como a seca madeira...
Detesto a ideia de descer ribanceiras...
Vou na ordem matemática instruído pela cláusula finaceira...
Viro paginas,
Muitas delas rascunhei porque nunca fui perfeito..
Sou um sujeito, e trago uma herança genética.
E ela tem um pseudônimo poética..
Tenho uma ira desmedida que não faz mal a ninguém...
E ela sempre será minha sombra para que eu possa me inspirar...
Essa ira que vós falo não detalho,
Não é feita de folhas e nem de gotas de orvalho, muito menos de pedaços...
É uma ira acamada que alojou em
minh'alma por inteira..
Que me faz segurar em qualquer galho....
Espantando as falsas flores que se dizem,
Ser verdadeiras...
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Você é forte e corajoso, ainda não é o fim
Tantas vezes demonstrei que estou sempre aqui
Você consegue sim
Não tente explicar, ninguém vai entender
O que seu coração escreve, eu consigo ler
Fica calmo e tranquilo, vou ouvir você
É mesmo difícil lidar com momentos da vida que a gente quer parar
É tanta injustiça vejo tantas vidas perdidas querendo se encontrar
Mas o tempo é ligeiro ele passa que a gente nem vê.
Foram tantas orações pedindo alguém como você… Até que certo dia Deus me ouviu e você entrou na minha vida. Você é o sonho de qualquer mulher, e, em 1 mês, eu tenho certeza que quero você pra sempre bem pertinho de mim.
Obrigada por tanto que já fez por mim em tão pouco tempo. Com certeza meus sorrisos verdadeiros e meu coração são só seus. Te amo!
Tantas Coisas...
Tenho tanta coisa pra expressar,
Tanta coisa pra falar,
Tanta coisa pra realizar,
Tanta coisa pra declarar.
Mas expressar o quê?
Falar o quê?
Realizar o quê?
Declarar o quê?
Que tal expressar o meu amor a ti?
Que tal falar mil poemas escritos, inspirados em ti?
Que tal realizar os sonhos que me instigam a favor de ti?
Mas... em que me declararia?
Em meras poesias?
Até quem sabe, em melodias.
Talvez te falaria o quanto eu te amo...
Mas todos amam!
Todos se declaram!
Eu queria algo único,
Uma coisa apenas de mim para ti.
Uma coisa que só faria você sorrir,
Apenas você.
Como faço isso?
Como te mostro o quanto você me fez crescer?
O quanto me fez amadurecer?
Posso me declarar a você
Do anoitecer até o amanhecer.
Mas ainda não seria o suficiente para você compreender.
Para você entender.
Preciso te mostrar o tanto que amo você.
Ainda não sei,
Mas pretendo te mostrar isso
Em todos os momentos do nosso viver.
"Perfume. Veneno. Doce. Devaneios.
São tantas voltas por mim mesma,
que, quando paro, acho graça,
até da pedra que encontrou vidraça."
Carmen Eugenio
