Enterro
"Eu não minto nem suporto mentira. Por isso afirmo... Sim, já vi enterro de anão! Sim, já vi cabeça de bacalhau! Sim, já vi japonesa loura! O que ainda não vi é biógrafo fazer biografia (autorizada ou não) de si (próprio) ou de outros biógrafos. Isso nunca vi!"
Frase Minha 0619, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0152 "Dizem que nunca viram Enterro de Anão, Cabeça de Bacalhau e Alguém que Fale Mal de Si. Mas todos já viram Alguém que Fale Mal dos Outros! É ou não tem sido?"
0351 "Já vi Enterro de Anão e Gente falando mal dos outros é o que mais vejo. O que nunca vi, nem verei, é esses mesmo falando mal deles próprios."
2009 📜 "Ao contrário do que muitos afirmam, eu já vi japonês louro, já vi enterro de anão e já vi cabeça de bacalhau. O que nunca vi é 'Esperto' entre aspas perder as aspas. Nunca vi!"
Enterro meu passado como alguém que se foi,entretanto jamais deixo de levar flores às lembranças,pois graças a elas construí minha maturidade.
Falou, a história foi bonita e muita coisa marcou
Agora eu enterro o que o tempo matou
Que eu tenho mais o que fazer, dando um alô
Querida, eu já vou, sinto, mas...
Se morressemos hoje quantas pessoas iriam no nosso enterro?
Pois a quantidade define a vida que temos.
Cabeça de bacalhau? Vi muitas, quando fui à Noruega. Enterro de anão? Não apenas vi. Ajudei a carregar o caixãozinho, quando meu amigo foi-se. Gente falando mal dos outros? Ih, é o que mais vejo todos os dias. O que nunca vi, nem verei, é esses mesmo falando mal deles próprios.
Enterro
Cinzento e sem luzes
segue o ataúde
que conduz já fria
tua mente rude
a se deformar...
Longe sinto o frio
de tua gélida tez
além altivo olhar, o teu
que eternamente se desfez
Suponho-te incerto
como nuvens levadas pelo vento
perdido, finito, poeirento
em pleno grito soberano
do infinito tirano
Sepulto-te em cova funda
como terra podre e contumaz
devoradora de corpos
desmistificadora da tua existência
e que sem clemência, trucida-te aos bocados
és cadáver, presunto... nada mais!
uma placa dura onde se registra
destacável: “Aqui jaz”!
Eu enterro meus dedos do pé na areia
O oceano se parece com mil diamantes espalhados em uma colcha azul
Eu me inclino contra o vento, faço de conta que não tenho peso
E nesse momento estou feliz
Feliz
Eu queria que você estivesse aqui
Se alguém me ver e pensar que eu estou com cara de enterro. Ninguém morreu e nem sou eu que estou morrendo. Apenas recebi meu salário.
Quando se trata de morte o sistema não têm erro
só darão sua liberdade no dia do seu enterro
profetas mentirosos que iludem o tempo inteiro
pregando que só têm deus aqueles quem dão dinheiro.
Embora você possa nunca ter ido a um enterro, dois humanos do planeta morrem por segundo. Oito no tempo que você levou para ler essa frase. Agora, estamos em quatorze. Se isso é abstrato demais, considere este número: 2,5 milhões. Os 2,5 milhões de indivíduos que morrem nos Estados Unidos por ano. Os mortos separam esses momentos tão bem que os vivos quase não percebem que estão passando pela mesma transformação.
Dar 'à(a) luz' a mim mesma,
Várias vezes na vida.
A dor do 'parto', toda vez.
Um enterro em cada ida.
Certa vez um homem pobre e mendigo morreu, no dia do seu enterro não apareceu ninguém , mas antes de enterra-lo um dos coveiros disse; coitado morreu pobre e sem ninguém . Mas o que não sabiam é que em vida ele era um bom homem, sempre ajudava o outros mendigos e quem precisava, e quem tivesse fome lhe partia o pao. No dia do seu enterro Jesus estava lá com ele só observando, mas o coveiro não sabia, que esse mendigo possuia a grande e maior riqueza de todas, o amor ao próximo e o temor a Deus.
PEDAÇOS
Flores laços de cetim
Queimadas em cinzas
Afogo-me nas palavras
Enterro-me no trabalho
Nas telhas dos sonhos
Já não almejo o perdão
Sou repleta de erros
Mato todas as lágrimas
Nas letras que me sugam
A vida da minha mente
No meu obscuro corpo
Já sem sons da saudade
Ao ver a tua bela nudez
A minha alma se deleita
Na nossa louca insensatez
O vazio gritou palavras
No silêncio sem sentido
Gemidos de mim, de nós
Afogo-me no teu corpo
Enterro-me nos teus braços
Sou repleta de imperfeições
Amo as flores de cetim
Já não almejo o perdão
Mato todas as lágrimas
Nas palavras feitas de amor.
VARANDO A MADRUGADA
Metáfora assustadora
na minha infância:
Você vai no enterro?
De quem?
Quem morreu?
O ano velho!!!
Era um sentimento
de perda
inexplicável...
mel - ((*_*)) 31/12/2015
