Entende
Será que você me entende, quando
a linguagem do meu corpo
se expressa na intensidade
do que o meu coração sente?
O desencontros da vida
é arte para quem entende
e para quem não entendeu
a próxima estação é melhor soltar!
A minha afetividade, entende
que pode somar junto de você
pode multiplicar e nunca subtrair
quando utilizar o não querer;
Se moralmente os amigos
não lhe corrige quando erra
então, se entende que o amigo
é imoral e pode ser um inimigo
na pele de amigo...
Penso sempre em fugir de para dentro de mim mesma. Um lugar que eu e mais ninguém me entende... Onde tudo é só flores...
Você entende que está no caminho certo, quando a sua vontade de vencer for maior do que a vontade de dormir.
A gente é mais feliz...
quando entende que o bom não é inimigo do perfeito...
quando aprende a deixar as pessoas ruins para lá...
quando se contenta com menos...
quanto percebe que as coisas, são só as coisas e o consumismo exagerado, só traz ansiedade e infelicidade...
quando aprende a valorizar a família...
quando percebe que não é necessário ter muito para ser feliz...
quando começa a investir mais em momentos do que em coisas...
“O homem, animal racional, começa a ser sábio quando entende que sem serenidade ele é apenas um animal”
Ney P. Batista
Aug/04/2021
Limpe sua mente e seu interior antes de receber o que se entende por amor, pois até o mel mais puro que existe se estraga em um recipiente sujo.
Cordel minha terra.
Eu sou filho do mato
Da terra da cultura
E quem não a entende
Sem ter desenvoltura
E fala do nordeste
Nem sabe da fartura
Lembra de pouca chuva
Poeira, chão rachado,
Mandacaru e palma
(Coroa de frade) espinhado
Caatinga, capoeira
(Unha de gato) estirado
Se chove o ano todo
Estrada é agonia
Buraco em buraco
E todo carro chia
Vamos falar do tempo
Tudo logo esfria
Mas assim é que é bom
Neblina no distrito
Nem dá pra ver escola
Fica logo aflito
As crianças na chuva
De bota faz bonito
Já vi frio de quatorze
Sensação térmica 8
Tem quem acha, é quente
Vigi, povo afoito
Tem aquele que treme
Só levanta no açoito.
De touca na cabeça
Cachecol no pescoço
Doze meses tem o ano
E vale o esforço
Um quarto é de sol
Chuva no resto moço
Já consegue decifrar
Com quê foi revelado
Nada é melindroso
Não está disfarçado
Pra não ficar nervoso
Já volto arretado.
