Entenda como Quiser So Nao me Julgue
"O tempo é a essência da nossa existência, como afirmou Heidegger, não um recurso que controlamos, mas a própria condição que nos impulsiona a sermos autênticos diante da finitude."
Dor de cabeça não é enxaqueca, assim como ervilhas não são feijão. Quero pacotes de ervilhas no freezer, caso tenha outras crises de enxaqueca.
Ler a sinopse de um livro não te faz conhecê-lo de verdade — assim como julgar pela capa é pura ignorância. E não estamos falando de livros. Estamos falando de pessoas."
Resistir, sem jamais desistir.
Amar a todos como se fosse o último dia, mesmo que não seja. Porque amar, no fim, é o que realmente importa.
Valorize quem está ao seu lado, quem te oferece amor de verdade, são esses que merecem seu carinho e sua presença.
Busque dentro de si aquele grão de mostarda de fé, e siga adiante.
Com coragem, com esperança, com Axé.
Eu morri. Não fisicamente, e sim mentalmente. Você me matou.
E você sabe disso. Então, não aja como se não soubesse do que estou falando, ou como se eu fosse uma louca. Você me matou, com suas palavras, atitudes e comportamentos.
Eu te disse o que me machucava, mas, mesmo assim, você pegou uma estaca e enfiou no meu peito.
Minha garganta estava extremamente machucada. Você disse que iria me ajudar, mas me deixou sem falar, cortando ela lentamente, olhando nos meus olhos.
Eu te disse que minha cabeça estava doendo de tanto pensar. E você, então, me olhou no fundo dos meus olhos e empurrou minha cabeça contra a parede. Eu estava machucada demais. Mas não conseguia falar nem raciocinar, me afundando naquela terrível situação, sem respirar, sem falar, apenas te observando com um olhar perdido e triste.
Meus olhos imploravam para que você parasse, mas você não parou.
Horas depois, meu coração não batia mais.
Não havia nenhum pulso.
Meus olhos vermelhos por causa do choro, minha garganta vermelha e cortada, minha cabeça doendo ainda mais.
E então, finalmente, morri.
No meu velório, eu te vi dizendo a todos que não sabia como aquilo havia acontecido.
Mas você se lembra muito bem dos meus olhos, meus olhos inesquecíveis daquela noite.
Você sabia muito bem da minha dor, mas mentiu para todos, assim como mentiu para mim.
E, no final, a minha morte não teve causa.
Ou melhor, todos achavam isso. Menos você.
Você sabia o que tinha acontecido. Mas fingiu para todo mundo que não sabia, saindo ileso, como sempre, enquanto eu morria por fora… e por dentro.
Você não é burro. Apenas se acostumou demais com a ignorância. Sua mente é como um céu encoberto: a luz existe, mas você não move um dedo para afastar as nuvens.
“Eu creio na unidade de Deus, no Pai como entidade impessoal, inefável e não revelada, que ninguém viu, porém, cuja força ou potência criadora foi plasmada no ritmo perene da Criação”
"Será que..."
Muitas vezes me pergunto como seria a minha vida,
se eu não tivesse te conhecido.
Como seria se, num sábado, às 19 horas,
naquela roda de amigos,
eu não tivesse te encontrado?
Será que eu não teria essa ansiedade?
Será que eu não teria essa desilusão amorosa?
Será que meu coração não estaria partido assim?
São tantos "serás"...
O chato é que eu nunca vou saber.
Mas de uma coisa, eu tenho certeza:
Você me fez sentir apaixonado,
mesmo que, no final,
tudo não tenha passado de uma desilusão.
Autor: elber Ribeiro
Responsabilização
Nos momentos em que as coisas não saem como planejado,
Podemos procurar um culpado ou vários...
Podemos olhar a situação com a lente da responsabilização e investigação
nos perguntando por exemplo:
O que eu poderia ter feito de diferente?
Posso alterar ou transformar os fatores externos?
Que novas possibilidades eu tenho?
O que é possível fazer hoje?
Fazer perguntas pode não significar encontrar todas as respostas
Mas, com certeza mostra um caminho de mudanças.
Sem dúvida, garanto-vos que saber demais
É como tapar os ouvidos, e não saber nada.
Se eu adoecesse, reconheceria isso:
Quem realmente deseja entender também escolhe sofrer.
O que sei sobre os conceitos e as ideias?
De que vale o conhecimento que nasce do fenômeno,
E de que serve a intuição sensível
Em relação ao conceito do intelecto?
É uma razão incondicionada das coisas,
Mas que razão há nos animais e nos homens (que também são animais)?
Não podemos conhecer ou experimentar o mundo todo,
Mas ele é real e existe, como uma totalidade metafísica.
Entre todos os filósofos, creio que tudo isso é falso,
E há razão suficiente no não saber.
Viemos ao mundo como uma folha em branco. Não sabemos de onde viemos e nem para onde vamos, mas sei que de onde viemos não voltaremos para lá da mesma forma, pois só conhecimento me proporcionará tamanha façanha.
Havia um menino minúsculo. Não pequeno como uma criança — mas minúsculo como um grão de areia num mundo onde tudo era enorme, frio e sem rosto.
Ele caminhava por um chão infinito, de pedras duras e sombras altas. A cada passo, objetos colossais caiam do céu: blocos, livros, palavras pesadas, gestos invisíveis. Eles não o esmagavam de imediato... apenas o cobriam, lentamente, como se o mundo tentasse enterrá-lo em silêncio.
O menino corria, tropeçava, e gritava sem som. Ninguém ouvia. E então, quando menos esperava, uma sombra gigantesca surgia no céu — maior que todas as outras, algo sem forma, mas cheio de peso, medo e fim. Era isso que o fazia acordar: não o impacto, mas o medo de sumir por completo, de ser engolido por algo que ele nem entendia.
Ele despertava com o coração acelerado. Com a garganta apertada. Com a certeza de que, ali dentro, havia algo gritando para ser libertado... mas ele não sabia como.
Bom dia!
Simbora de mãos dadas com a fé...
Sabe a fé é como uma insistente chama que não se apaga por qualquer vento.
Feliz dia!
Heus Amor
Por que fui não ser eu, como antes?
Por que mudaste tanto, amor?
Me entreguei de corpo e alma
E de brinde ganhei horror
Vê se esquece meu nome
Vê se morre pra mim
Eu já estou tão triste
Não me machuque assim
Veja nos meus olhos
A imensa melancolia
Veja no fundo dos castanhos meus
E mude sua vida
Volte a voltar, mude ao mudar
Ensine a ensinar, e nada mudará
Vem, segue o meu querer
Vieste a me esquecer?
Vieres sempre a andar a rua,
Ao meio-dia, na sua
Nunca olho a lua
Pois me lembro de você
Nunca vejo o seu brilho
Por que não me concedes me esquecer?
Assim como Vincent van Gogh foi um amante da arte, eu também sou não apenas dos quadros que retratam uma mistura melancólica de sentimentos, mas também daquelas poesias que tocam a alma. Os quadros e as poesias têm sempre algo em comum: são a expressão de um sentimento mútuo, muitas vezes guardado dentro de nós, que se extravasa através de uma pintura, que pode ter mil significados, mas apenas um sentimento.
Comece a enxergar as coisas como elas são, e não como você gostaria que fosse. A realidade pode ser dura, mas ela te liberta!
Não tema a morte como o fim de tudo o que você foi e representou.
Preocupe-se apenas em deixar boas lembranças e você ficará imortalizado naqueles que aqui ficarem...
Há dores que não gritam: se disfarçam em gentileza, se escondem no riso. A alma, como a pele, aprende a cicatrizar por camadas — mas nunca deixa de lembrar onde foi ferida.
