Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Como descubrir se uma mulher eh bonita . Faça um coque nela e veja se ela continua bonita se continuar sim se não o cabelo dela eh o que a faz bonita .
Yôga é como música: o ritmo do corpo, a melodia da mente e a harmonia da alma criam a sinfonia da vida.
"Rugas, são como os rios numa floresta. Trazem beleza, tranquilidade e definem os caminhos. São a comprovação que houve uma vida repleta de diferentes momentos".
Costumamos ver as cicatrizes como algo feio ou imperfeito, como coisas que queremos esconder ou esquecer. Mas elas nunca vão sumir.
Tática e estratégia
Minha tática é
mirar-te
aprender como és
querer-te como és
Minha tática é
falar-te
e escutar-te
construir com palavra
uma ponte indestrutível.
Minha tática é
ficar em tua lembrança
não sei como nem sei
com que pretexto
para ficar em ti.
Minha tática é
ser franca
e saber que és franco
e que não nos vendamos
simulacros
para que entre os dois
não haja barreiras
nem abismos.
Minha estratégia é
em troca
mais profunda e mais
simples.
Minha estratégia é
que um dia qualquer
não sei como nem sei
com que pretexto
por fim me necessites.
Como Romeu ¨& julieta somos dois apaixonados
Como a lua ¨& as estrelas sou feliz ao teu lado
fico pensando em nós dois , nos teus olhos de mel
no cheiro da tua pele, que me leva até o céu
e me faz desejar o teu beijo ,desperta em mim
um desejo louco de te amar, princesa dos
meus sonhos encantados , viver contigo
é mais do que sonhar é ver a lua dançando
pro nosso amor ,poesias soltas pelo ar
passaros cantando pra você
e eu vivendo só pra te amar.
Princesa minha ,doce desejo
viverei só pra te amar
O amor deve ser como o signo de libra, você põe o amor na balança e mantém o equilíbrio, se ambos amarem um ao outro de forma desigual, a balança pende e o amor se vai...
Morrer como moscas... Um ódio sem fim, e uma dor que nunca sara... Isso é guerra, Naruto. É isso que você terá que enfrentar daqui pra frente.
Esse livro... E agora você... Eu quase sinto como se alguém tivesse preparado tudo para esse momento... Ou talvez seja a vontade de Deus. E é aqui onde o meu papel nisso termina. Naruto, eu acredito que você realmente pode mudar esse mundo.
"Veja o falso como falso, o verdadeiro como verdadeiro. Olhe para o seu coração. Siga a sua natureza."
É interessante como levamos todos os dias da vida a despedir-nos, dizendo e ouvindo dizer até amanhã, e, fatalmente, em um desses dias, o que foi o último para alguém, ou já não está aquele a quem o quem o dissemos, ou já não está nós que o tínhamos dito.
Amordaçadas
Ah, Deus...
se cada palavra tivesse o poder de gotejar como ferida aberta —
dessas que expulsam o que faz doer —
talvez existissem curativos capazes de cicatrizar
todas as tristezas deixadas por palavras que ferem a alma.
E ela, ferida de morte,
morre amordaçada,
sem direito de gemer o próprio sangrar.
Quantas almas mortas em corpos vazios cruzamos por aí?
Tantas seguem caladas,
sem brilho no olhar,
sem o direito de falar sem ser julgadas por sentir.
E eu...
eu sou alma ferida,
perdida,
morta a vagar...
Se você se lembrar de como é difícil mudar a si próprio, começará a compreender quão poucas chances tem de mudar os outros.
“São Tomás de Aquino definia a amizade como querer as mesmas coisas e rejeitar as mesmas coisas. Você só é amigo das pessoas que estão indo para o mesmo lugar, que têm os mesmos valores que você; os outros, ainda que sejam seus parentes, ainda que seja a sua mulher, seu pai, sua mãe ou seu filho, não são seus amigos, mas apenas pessoas conhecidas. Com essas pessoas, a atitude que você tem de ter é de caridade. Qual é a caridade que você pode ter com elas? Ensiná-las. Se você ainda tem medo delas, e não está preparado para ensiná-las, fuja. Fique na solidão, se prepare, e quando você estiver fortinho volta lá, ativamente, com paciência, mas com firmeza. Nunca aceite a convivência nesses termos; nunca aceite a convivência mediocrizante, que vai te rebaixar, porque isso é o que a Bíblia chama de ‘roda dos escarnecedores’, e você não pode ter nada que ver com essa gente. Veja que se afastar das pessoas não quer dizer que você as odeie e não tenha amor por elas.”
Hoje... hoje é um dia de sentimentos encontrados. E hoje, como todos sabem, hoje é o último show que damos no Brasil. No entanto é... de todo coração, porque muito provavelmente eu retorne. Lhes agradeço porque nunca vamos esquecer toda a amostra de carinho que nos deram, porque apesar de nós vivermos no México, o calor brasileiro sempre, sempre se vai a sentir. Eu recordo a primeira vez que vinhemos em 2006... eu não podia acreditar. Eu não podia acreditar que estava no Brasil, em um país onde não falam meu idioma, porém se fala um idioma em comum: que é o idioma da música, o idioma do coração, isto é algo que nos uniu e que nunca vai nos desunir, sempre vamos estar unidos. Vocês sempre me lembram que a paz, o respeito e a tolerância, são o mais importante. RBD não vai acabar. Rio, Brasil, São Paulo, Belém, Vitoria, Manaus, Belo Horizonte, Porto Alegre, absolutamente todas as regiões, inseparáveis. Sempre vão estar aqui, no meu coração, sempre.
Ser de esquerda é, como ser de direita, uma infinidade de maneiras que o homem pode escolher de ser um imbecil: ambas, com efeito, são formas de paralisia moral.
O Amor Como Se Revela Para Mim
O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.
Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."
O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.
O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.
E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.
Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.
O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.
Deixando-me Ir
Estou me deixando aos poucos,
como quem deixa rastros no caminho,
sinais de uma despedida silenciosa,
sem palavras,
mas com a marca de cada passo dado.
Estou me permitindo, lentamente,
mergulhar no vazio e no silêncio,
como quem vai,
se entregando ao fluxo da vida,
sem resistência,
apenas deixando o que vem me conduzir.
Indiaroba - fragmentos da nossa história
A história de Indiaroba, como a de muitas cidades, é marcada por uma teia de vivências e transformações que refletem não apenas os acontecimentos, mas também os sentimentos e os desafios enfrentados ao longo dos tempos. Essa terra, entre os rios Sergipe e Real, foi palco de disputas e encontros, onde os povos nativos se uniram aos primeiros colonizadores, dando forma a uma história de resistência, adaptação e sobrevivência.
No início, os franceses, com a ajuda dos indígenas, adentraram as águas do rio Real, ainda em 1575, mas seus vestígios desapareceram como o eco de um tempo que se apaga na memória coletiva. O território, um cruzamento de destinos entre as províncias da Bahia e Sergipe, foi marcado pelas rivalidades entre os capitães-mores, e cada disputa territorial refletia a busca incessante por um lugar de pertencimento. O que se transformou em Indiaroba não nasceu de uma fundação simples, mas de um processo de construção coletiva, onde cada ação, cada decisão, moldava as raízes de uma identidade.
Em 1750, com a chegada dos padres jesuítas e a fundação da capela de Nossa Senhora do Carmo, a cidade começava a se desenhar de forma mais concreta, tornando-se um espaço de fé, tradição e cultura. A disputa pela sua organização administrativa, entre os municípios de Abadia e Santa Luzia, só confirmava a importância de Indiaroba como uma peça central nesse tabuleiro geográfico. Mas, como toda história, a luta pela definição da cidade não seria linear nem simples.
Na virada do século XIX para o XX, um novo marco se desenhou: em 1938, com a emancipação política, a cidade iniciou uma etapa de maior autonomia, e seu crescimento seria impulsionado pela industrialização do camarão e pelo turismo. Sua posição geográfica, entre Sergipe e Bahia, tornou Indiaroba uma porta de entrada para o Estado sergipano, e o que antes parecia uma luta por reconhecimento, agora se tornava uma celebração de suas conquistas e particularidades.
Indiaroba é uma cidade que respira as marcas de sua história — um povo que resistiu ao tempo, que preservou a cultura e que se reinventou. Hoje, a cidade reflete não apenas as lutas e vitórias do passado, mas também a esperança do futuro, com um povo que conhece o valor da sua terra e da sua identidade, buscando preservar o que é mais precioso: suas raízes.
©Jorgeane_borges
