Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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Eu gosto de andar de skate porque quando a brisa bate no meu rosto é como se eu estivesse voando e estivesse livre pra seguir meu rumo, e é muito bom quando encontro uma rua asfaltada que é bem extensa, pois quando olho pra trás eu vejo tudo que eu percorri.

"E então, o que é a Mulher Selvagem? Do ponto de vista da psicologia arquetípica, bem como pela tradição das contadoras de histórias, ela é a alma feminina. No entanto, ela é mais do que isso. Ela é a origem do feminino. Ela é tudo o que for instintivo, tanto do mundo visível quanto do oculto - ela é a base. Cada uma de nós recebe uma célula refulgente que contém todos os instintos e conhecimentos necessários para a nossa vida.
Ela é a força da vida-morte-vida; é a incubadora. É a intuição, a vidência, é a que escuta com atenção e tem o coração leal. Ela estimula os humanos a continuarem a ser multilíngües: fluentes no linguajar dos sonhos, da paixão, da poesia. Ela sussurra em sonhos noturnos; ela deixa em seu rastro no terreno da alma da mulher um pêlo grosseiro e pegadas lamacentas. Esses sinais enchem as mulheres de vontade de encontrá-la, libertá-la e amá-la.
Ela é idéias, sentimentos, impulsos e recordações. Ela ficou perdida e esquecida por muito, muito tempo. Ela é a fonte, a luz, a noite, a treva e o amanhecer. Ela é o cheiro da lama boa e a perna traseira da raposa. Os pássaros que nos contam segredos pertencem a ela. Ela é a voz que diz, "Por aqui, por aqui".
Ela é quem se enfurece diante da injustiça. Ela e a que gira como uma roda enorme. É a criadora dos ciclos. É à procura dela que saímos de casa. É à procura dela que voltamos para casa. Ela é a raiz estrumada de todas as mulheres. Ela é tudo que nos mantém vivas quando achamos que chegamos ao fim. Ela é a geradora de acordos e idéias pequenas e incipientes. Ela é a mente que nos concebe; nós somos os seus Pensamentos."

No fim tudo vai dar certo.
Seja como for.
Ainda mais se for por amor.
Se reinvente.
Faça o bem.
Pois ajudar faz bem.
Sem querer em troca nenhum vintém.
Ser feliz para hoje é o que há.
Não aceite menos, não se deixe levar.
Corra atras, queira sempre mais.
Procure o amor, ganhe a paz.
Seja forte, seja esperto.
E como eu disse no começo.
No fim tudo vai dar certo.

Como sabeis, há vários motivos que, ao escolher o meu nome, me levaram a pensar em Francisco de Assis. Um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres.
Mas há ainda outra pobreza: é a pobreza espiritual dos nossos dias, que afeta gravemente também os países considerados mais ricos. É aquilo que o meu Predecessor, o amado e venerado Bento XVI, chama a «ditadura do relativismo», que deixa cada um como medida de si mesmo, colocando em perigo a convivência entre os homens. E assim chego à segunda razão do meu nome. Francisco de Assis diz-nos: trabalhai por edificar a paz. Mas, sem a verdade, não há verdadeira paz. Não pode haver verdadeira paz, se cada um é a medida de si mesmo, se cada um pode reivindicar sempre e só os direitos próprios, sem se importar ao mesmo tempo do bem dos outros, do bem de todos, a começar da natureza comum a todos os seres humanos nesta terra.

Pessoas são como borboletas, quanto mais se machucam, mais se transformam.

As pessoas são como vitrais coloridos: cintilam e brilham quando o sol está do lado de fora, mas quando a escuridão chega, sua verdadeira beleza é revelada apenas se existir luz no interior.

- É verdade!
- O que? - ela me perguntou sorrindo.
Nossa, como o sorriso dela era lindo! E eu disse:
- Quer dizer, talvez mentira. - disse, meio que fechando os olhos, fazendo um charminho para ela.
E ela perguntou:
- Do que você está falando?
E eu disse:
- Se a Patrícia em algum momento chegou para você e disse que eu gostava de você... - parei e respirei fundo. - É mentira, eu não só gosto de você, eu sou louco por você!
E eu estava gaguejando para boné! E eu continuei:
- Você é linda demais!
E ela disse:
- Por que demorou tanto?
Ela abriu um imenso sorriso! Era um sonho! Era como se eu quisesse cantar a música do U2: “Beautiful Day...” E eu lembro como se fosse ontem, eu fiz o movimento para a beijar e ela me disse:
- Você pensa que é assim é? Por que eu deveria te beijar?
Eu quase cantei para ela a música da Marisa Monte: “Beija eu, beija eu me beija”... Estou brincando! Acho que ficaria mais meigo se tocasse Kiss Me (música da banda Sixpence None The Richer). Mas eu respondi:
- Por que? Por que ninguém sente por você o que eu sinto!
E ela respondeu:
- O que você sente por mim?
- Eu sinto que um sorriso pode mover montanhas, eu sinto que vale a pena gaguejar se for para olhar o seu rosto... Eu sinto carinho pela sua doçura, eu sinto arrepios com a sua proximidade, eu...
Até que ela me beijou!


Trecho do capítulo 4 do rascunho do livro Garotos Também Amam. Max narrando para Carlos o diálogo que teve com Flávia antes do primeiro beijo deles.

Adicionado em 21/07/2009 por Ernesto Martins Faria

Nenhum homem vê a si mesmo como passível de punição.

Nenhum trabalho ou amor florescerá por culpa, medo ou vazio de coração, assim como nenhum plano para o futuro pode ser feito por quem não tem a capacidade de viver o presente.

O tempo me trouxe coisas boas uma delas foi você, seus olhos azuis como o céu , sua pele branca como as nuvens.

Morrer em vez de trair seus amigos, como teríamos feito por você.

Como na bela e a fera
Você me carrega em suas mão
Uma garota delicada e meiga
Que me arruina e me intriga
Como pode algo delicado
Ser tão mal como a flor que me domina

Se soubesse como eu gosto das suas cheganças, você chegaria correndo todos os dias.

Chico Buarque
Leite derramado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

A história de um homem que se aproximou de Sócrates:

“Como sou muito seu amigo, preciso lhe contar algo!”

“Espera!”, disse Sócrates. “E as três provas? Já fizeste a primeira prova, que é saber se o que me contas é verdade?”

“Bem… não tenho absoluta certeza, mas ouvi dizer…”

“Então fizeste a segunda prova”, disse o sábio.” A prova da bondade. O que contarás será bom para mim!”

“Não… muito pelo contrário…”

“Se não fizeste a prova da verdade ou da bondade, com certeza fizeste a da utilidade. O que me contarás é útil!”

“Útil?”, disse o visitante. “Bem, útil não é”.

“Então”, concluiu o filósofo sorrindo, “se o assunto não é verdadeiro, nem bom, nem útil, melhor não se preocupar com ele”.

A verdadeira amizade é como um rochedo que fica imóvel na tempestade da vida.

De Volta a Dezembro
Estou tão feliz que você arranjou tempo para me ver
Como está a vida, me diga, como está sua família?
Não os vejo faz tempo
Você está tão bem, mais ocupado do que nunca
Conversa fiada, trabalho, o clima.
Você levantou sua guarda e eu sei porquê
Porque a última vez que você me viu
Ainda está marcada na sua mente.
Você me deu rosas, e eu deixei que elas morressem


Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E faria tudo certo
Eu volto para dezembro toda hora


Não tenho dormido ultimamente
Ficando acordada até tarde e indo embora
Quando seu aniversário passou,
E eu não liguei, Eu penso no verão
Todas as horas bonitas
Eu assistia você rindo do lado do passageiro
E eu percebi que amava você no outono
Depois veio o frio
Com os dias escuros, quando o medo se arrastou na minha mente
Você me deu todo o seu amor,
E tudo o que eu lhe dei foi um Adeus


Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora


Sinto falta da sua pele bronzeada, seu doce sorriso,
Tão bons para mim, tão certos
E como você me segurou nos seus braços
Naquela noite de setembro
A primeira vez que você me viu chorar
Talvez isso seja pensamento positivo
Provavelmente meus sonhos sem fundamento
Se nós nos amássemos de novo eu juro que te amaria certo
Eu voltaria no tempo e mudaria, mas não posso
Então se a sua porta estiver trancada, eu entendo


Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora


Toda hora

Existe uma distância tão grande entre como se age e como se deveria agir, que aquele que despreza o mundo real para viver num mundo imaginário encontrará antes sua ruína do que sua salvação.

Sentindo-se como um lixo deprimente que se omite para que os outros lhe questionem como você está. Você merece é ter vergonha na cara e olhar o mundo com olhos diferentes.

Eu me trato como as pessoas me tratam, sou aquilo que de mim os outros veem.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Você está bem onde está, eu estou bem onde estou. Mas, como aconteceu naquele dia na praia, em que eu passei indo com meu novo amor e cruzei você vindo com seu novo amor, não tem como a gente não olhar para trás.