Entenda como Quiser So Nao me Julgue

Cerca de 759693 frases e pensamentos: Entenda como Quiser So Nao me Julgue

⁠Como pode haver tanta morte, às vésperas do Renascer?

Inserida por danmelga

⁠Uma simples coisa, olha como faz um dia se alegrar.

Inserida por danmelga

⁠Temos que confiar em Deus assim como confiamos num roteirista de uma série.

Inserida por danmelga

07. Quando o amor é construído sobre alicerces sólidos como o respeito, a confiança e a cumplicidade, ele não se perde no meio do caminho.⁠

Inserida por rbitencourts87

⁠Pensamentos.

Às vezes me pego pensando, como seria ter você nos meus braços, sentindo seu cheiro e o gosto do seu beijo, mas sei que isso não passará de pensamentos.

Inserida por CarineNovaes

Como Deus pode perdoar o mundo? Onde os dias de amor são apenas dois, "o dia que nascemos e o dia que morremos". ⁠

Inserida por Fernadomatavel

A parte mais divertida da vida é aquela em que todos duvidam de ti, mas no final perguntam como você fez? A opinião dos outros não pode ser o motivo da sua queda. ⁠

Inserida por Fernadomatavel

⁠Como pode alguém odiar um ser humano de outra raça sabendo que Deus vive e respira em todas? Somos americanos, indianos, etc., por pouco tempo; mas somos filhos de Deus para sempre. A alma não pode ficar confinada em limites traçados pelo homem: sua nacionalidade é o espírito e seu país é a Onipresença.

Paramhansa Yogananda
The Art of Gaining Friends Including: Why Love Your Enemies?. Inner Culture, mar., 1936.
Inserida por alexandremrd

Como pode alguém odiar um ser humano de outra raça sabendo que Deus vive e respira em todas? Somos americanos, indianos, etc., por pouco tempo; mas somos filhos de Deus para sempre.

Paramhansa Yogananda
The Art of Gaining Friends Including: Why Love Your Enemies?. Inner Culture, mar., 1936.
Inserida por alexandremrd

⁠Pobres aqueles que assumem a mediocridade comum como um prestígio.

Inserida por AcacioPeres

⁠O genuíno deve assumir a loucura alheia como uma miragem insolente.

Inserida por AcacioPeres

⁠Progrição
Define-se como um conceito abrangente que aglutina e correlaciona o progresso, a aprendizagem contínua, a inovação, e o processo contínuo de gestão, potenciando a resiliência e o papel dos seres humanos, sempre com a apreciação da História.

Inserida por AcacioPeres

A vida é como um quebra cabeça e o tempo é quem encaixa as peças.

Inserida por DeboraCPiovesan

Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?

A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades

Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?

A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades

por Charlanes Oliveira Santos

As vozes me despertam as sombras como o câncer caminha entre as paredes
Minha felicidade e a paz no amor dela distantes me deixa mais aflito
perco minha referencia minha gravidade sei que ela me conteria a não escrever sobre elas e eles sombras e vultos destorcidos a noite e tão reais de dia.
O tempo cresce dentro do silencio onde os gritos só eu escuto
Devora-me minha própria mente tão astuta que acredito nas minhas próprias ilusões
O veneno do meu mal caminha no silencio de muitos
Meu controle meus gatilhos defensores são desarmados e as portas abertas sem minha permissão
Crio novas regras como se ensinar a crianças desobedientes os seus limites
Meus próprios pesadelos de olhos abertos são criados por mim
A nevoa escura os barulhos me consomem luto em guerra uma batalha contra mim mesmo
O delírios que expressa a vida de um poeta lunático

Por Charlanes Oliveira Santos

O tempo dobra no efeito do amor como um canção de pétalas ou toques de neve no gramado o som em um melodia silenciosa
mesmo ao som de tão pouca intensidade
O vento chocando-se com uma janela os galhos agitados
As decisões platônicas os efeitos que ligam as coisas da rotina só são quebradas pelos agentes do tempo

A paixão nos surpreende o desejo e sua força avassaladoras se aquieta no amor brando protetor apaziguar

Abro as cortinhas e descubro o que o tempo escondeu...
A areia da ampulheta encobre os gritos de guerra o fio da espada desembainhada e embainhada em corpos quetes me desvio disso...
Tento traça novas linhas mais as assas do tempo destrói-as...
O vento sopra forte uma areia fina congela no ar fixa uma barreira impenetrável
Não vou poder ficar muito tempo conserto algo e volto antes que tudo fica impossível de se mover
As cortinas se enrugam a passagem se fecha

As estações sopradas uma a uma arrastadas como folhas secas
Laminas fere minha mente...dor que meus amigos mais íntimos duvidou
Dividia meu prazer doava meu tempo na frenesia descorolada delírios compelidos para esperar o seu momento mesmo assim você se foi hó lua clara agora tão rara
Queria saber por que sua amor e tão caro, por que o meu é seu não precisa trazer nada para ajuntar vamos começa contruí nos dois um só amor?
A noite embalsamada ferida sobre os reflexos das sombras da lua basa
Madrugada golpeá minha mente feridas-solidão
Não existe palavras que possa trazer de volta?por que não podemos apenas fica aqui juntos?sem planos
No leito estranho deixo minhas forças vejo você mas a luz me mostra a ilusão que criei devorando-me

⁠Entoo poemas como quem chora de desalento, faço poesia como quem pede a morte, pode descer a noite pois estou insolúvel...
O dia está sem rosto de olhos tão vazios amargos, amargura que escorrega até o coração pela seiva das veias mórbidas, amar a ti é como desprezado é como desejo de veneno com mel;
Andei sobre as sombras e caminhei no eixo destorcido do reflexo frio do porta retardo que me deras, seu coração tortura o meu...
As páginas sedentas de sede bebem das minhas lagrimas misturada com a tinta do esboço deste lamento,
Componho poemas da dor enquanto tu vives sem mim e sem querer me ter, vivo na esperança de ti sobre morte lenta,
Sobre o tempo cativas o ouro enquanto de amor banho me em sangue gota a gota
As noites duelas com a madrugada para ver quem lambe meu sangue
Procura a riqueza enquanto eu amarelo sobre o sol fujo e lembrando das migalhas de um pouco de amor de vez em quando, sinto saudade...
Me escondo na face da noite das mortalhas e surdinas tenho vergonha de amar
Tão raro e tão vasto amor que não cabe no cantinho da sua alma
Tão hirto seu coração rígido como eu tenso tentaria de novo tecer minha vida na sua, ser para sempre me desce outra chance sei que calado e quieto quero ficar e por ti podemos estar onde quiser ir
A luz tenta me misturar o anil se contrasta com minha alma cada dia mais fria e um amor adente quente que me queima a vida...
Os poemas se acumulam nas linhas do destino devaneio eu encosto e você desfaz
Foco no recorte da janela em revoada pensamentos da sua volta hipotética
Pausa; desço no poço negro de silencio galgará gerúndio vara madrugadas se cravem meus olhos na flor que me sustenta no alto na boca das águas onde descera eu...
Suplico as almas femininas que me arrodeia que de encontro a amada envia uma mensagem como um flor e avisa a esta alma antes que a minha morra de amor

⁠Adentro a mente como na profundo abismo onde a luz e razão falha ecoam meus lamentos escorregando na escuridão e se esvaem.
Minhas barreiras metais mentais são frágeis onde o evil se alimenta
remo contra a maré de sombras que incessantemente me assalta
No silêncio da noite, liberto os espectros da minha esfera seres perturbadores
Na esperança vã de aliviar a dor que me consome
Vorazes pela liberdade lhes é amarga para mim logo Alef o mestre da luz e Max seu escudeiro os detém
Assim alivio a intercidade dos pesadelos que a mente consome nas madrugadas
Busco o azul do nirvana, um refúgio para a alma cansada, mas o tempo tem acordo com Criador e prefiro não escolher
De olhos cerrados, sinto a presença que me atormenta
Quando a escuridão tenta me tocar, anjos surgem em chama
Com armas de luz, afastam as sombras que a paz afugenta...
Entre os véus dos mundos, o real e o imaginário se fundem,
O caos que nos inunda...
Além do véu, onde o real e o sonho se entrelaçam, estradas tecidas de memórias e medo.
Os vultos me seguem, sussurros de um passado que não se desvencilha...
A esfera pulsa com a energia dos seres que anseiam pela liberdade E na escuridão liberto por pouco espaço de tempo eles me devoram com sua insaciável vontade... de anda pelo mundo real
Salto entre mundos, buscando um refúgio, um lugar para descansar não consigo joga-los no esquecimento, pois eles estão sempre ando aqui sussurrando entre as paredes...
Anseio pelo azul da nirvana, pela paz que ela pode trazer,
Mas os vultos tentam me tocar, e sinto o frio de sua presença.
Então, como um milagre, os anjos aparecem para me defender,
Com calor e luz, afastam a escuridão e sua nefasta essência.
E ainda assim, vejo o tecido dos mundos se rasgando,
O real e o imaginário numa fusão que desafia a compreensão.
Mas mesmo num inferno sem chamas, onde o desespero está ecoando,
Há esperança, pois até no caos, o coração encontra a canção final

⁠Amar-te era como caminha nas nuvens desliza no arco ires cambalear no vento e no céu de cetim, teu amor me elevava ate as nuvens
Sobre o mar a lua prata, sob os cisnes deslizavam na espuma
Buscava a eternidade para repousa-la nas estrelas
Amava somente a ti e por te amar, amava somente a ti
Seus beijos como asas deste amor, e pelo céu a planar,
Deitado naquelas nuvens de algodão, a sonhar.
E os vento respiravam e sopro a a me embalar,
Sob o manto estrelado, e estrelas borrifadas de poesia eu a te amar.
Na paz eterna na quietude da noite, a luar rara
O brilho refletindo em teus olhos, a água azul do mar a cintilar.
Os cisnes eras por testemunhar, nosso laço a firmar,
E naquele eterno balé, uma dança magistral de nossas almas a se entrelaçar.
E então aquele infinito de nosso amor que ecoava levou a rima,
E nossos beijos que selava aporta do infinito deixou de durar.
Agora a vida sabor frio guiado no vento tremulo calado
A noite engessada a lua parada estática no golfão acinzentado...ates de chorar o céu desabando
A alucinação de silencio murmurador...
Meus medos coroados respiram com tão perto que tropeço nos meus pesadelos ate acordado embaraço nas suas teias e afogo nesta baba fria e escura e esta fumaça na garganta a qual não se escapa...