Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Nota sobre viver.
Porque a gente nunca sabe como é viver sob a
pele de ninguém
nunca sangramos pelas feridas dos outros
então sejamos gentis
porque entre toda essa bagunça dolorida, a
gentileza é uma das poucas coisas que ninguém
pode nos tirar
Nesse mundo sombrio nos arrancam até a roupa
do corpo
não deixemos que tirem nossa vontade de viver
note que disse viver
porque temos feito não muito mais que
sobreviver há algum tempo
e dói, meu Deus como dói.
𝗣𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗦𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮 𝗦𝗮𝗻𝘁𝗮…
𝗤𝘂𝗲 𝗮 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗻𝗱𝗮 seja de bênçãos, de limpeza interior, assim como Jesus expulsou os mascotes que faziam comércio dentro dos Templos, que possamos limpar de nosso eu tudo que desagrada a Deus. Que seja o início desse processo de limpeza, com o fortalecimento dado pelo nosso amado mestre Jesus.
𝗤𝘂𝗲 𝗮 𝘁𝗲𝗿𝗰̧𝗮-𝗳𝗲𝗶𝗿𝗮, pela graça divina, seja de confronto a nós mesmos sobre nossas inferioridades e sobre o nosso autoconhecimento para podermos iniciar nossos processos de curas interiores e espirituais.
𝗤𝘂𝗲 𝗮 𝗾𝘂𝗮𝗿𝘁𝗮-𝗳𝗲𝗶𝗿𝗮 seja de reflexão. A quarta foi um dia da semana que remeteu à proximidade do que Jesus viria a vivenciar por nós. Que seja um dia no qual possamos relembrar vivamente em oração sua passagem na Terra e tudo que ele passou como o maior ato de amor já conhecido na história da humanidade.
𝗤𝘂𝗲 𝗮 𝗾𝘂𝗶𝗻𝘁𝗮-𝗳𝗲𝗶𝗿𝗮 seja para lembrar-nos da humildade do nosso amado mestre Jesus. A quinta-feira é o dia no qual se encerra a quaresma. Marca a Santa Ceia de Jesus antes da crucificação. Também foi o dia no qual Jesus lavou os pés dos apóstolos. Que seu exemplo de humildade seja lembrado não só na quinta, mas por toda nossa vida. Que a arrogância, a soberba e todos os sentimentos de superioridade dos seres humanos em relação ao próximo sejam curados e que a humildade de Jesus seja o maior exemplo de que somos todos iguais. Que as riquezas ilusórias da Terra não engrandecem a humanidade e que esse não será o critério do julgamento de Deus.
𝗤𝘂𝗲 𝗮 𝘀𝗲𝘅𝘁𝗮-𝗳𝗲𝗶𝗿𝗮 seja de profunda reflexão sobre o amor incondicional de Jesus por nós. Jesus penou no calvário todas as dores. E padeceu amando-nos. E perdoando seus algozes. Que a pureza de seus ensinamentos seja cultivada no solo fértil dos corações como frutos que serão colhidos um dia. Que possamos brotar o que Ele plantou.
𝗤𝘂𝗲 𝗼 𝘀𝗮́𝗯𝗮𝗱𝗼 seja de fortalecimento de nossa fé. O Sábado Santo é marcado pela permanência de Jesus em seu túmulo. É o momento que antecede a gloriosa ressurreição. Que seja um dia de oração pela Vigília Pascal e que seja de gratidão pela vitória da vida sobre a morte. Que a gratidão do sábado pelo domingo de Páscoa preencha os corações dos homens e que essa gratidão perdure, dando um novo olhar à vida. A gratidão abre as portas das bênçãos divinas.
𝗤𝘂𝗲 𝗼 𝗱𝗼𝗺𝗶𝗻𝗴𝗼 seja de glorificação a Jesus. Domingo de Páscoa, o dia glorioso da aparição de Jesus. Para Ele a morte não é o fim, mas o recomeçar dos milagres divinos.
Jesus, em corpo e espírito ressurge para mostrar toda sua glória, como o maior sinal de esperança e amor para a humanidade.
Ele representa a vida que pulsa em nosso corpo. Que seu amor e seu sacrifício sejam lembrados e celebrados ano após ano, por toda a eternidade.
Assim seja.
Josy Maria
Frases, textos e citações by Josy Maria
Hoje, o Natal se faz anunciar, como uma promessa tecida pelos fios dourados da esperança. Para aqueles que acolhem a festividade com sorrisos de estrelas cadentes ou enfrentam a data com o suspiro melancólico das folhas que caem silenciosas, que a serenidade adentre nossos olhares, como um delicado vento que acaricia as pétalas das emoções. Para este Natal, desejo que a paz se assente em nossos corações, como um hóspede silencioso que encontra morada nos recantos mais íntimos da alma. Que o que realmente importa esteja perto e bem cuidado, os afetos sinceros e os amores verdadeiros. Que a luz da gratidão, qual estrela guia, trace constelações de memórias radiantes, e que a fé, como uma alvorada suave, ilumine nosso Natal e nossos corações. Neste Natal, que cada peito se aqueça com a chama efervescente da esperança, como a lareira acesa em uma sala acolhedora. Que os motivos para lágrimas sejam acariciados pela suavidade de uma canção de ninar entoada pelos anjos. Que a celebração transcenda os embrulhos, valorizando a presença como um presente entrelaçado com fitas de momentos compartilhados. Que possamos, olhando nos olhos, ouvindo com o coração, tecer conexões de almas, como dançarinos que se movem em harmonia na sinfonia da vida.Que nossos pensamentos se elevem até Jesus, símbolo desta data sagrada, e que seja um momento de profunda reflexão, amor e renovação da fé, como o renascer das flores após a chuva serena. Que o espírito natalino nos envolva como um abraço caloroso e inspirador, convidando-nos a desvendar a verdadeira essência deste período mágico, no qual o calor humano e a compaixão florescem como jardins secretos de presentes eternos.
Josy Maria
"Nos últimos anos tenho cada dia que passa dominado como nunca um dom chamado Silêncio e o interessante é que aquela frase do quem cala consente é a maior mentira já contada, meu silêncio ele pode ser, calmaria, pode ser felicidade, pode ser inquietação e pode ser o domínio de um fera incontrolável que tenho dentro de mim, assim como os lobos aprendi que é preciso ser solitário, calmo ou feroz a depender de cada situação, mas também se há nescessário de está em meio social só observando sempre atento mas nunca descontrolado, a frieza dos lobos não é maldade e sim caltela e proteção, vivemos numa selva de maldades onde qualquer um pode ser seu amigo disfarçado de anjo"
"Vivemos em um mundo onde se alguém nos pergunta como estamos! Nossa mente no automático responde:
(cansado, esgotado, magoado, triste e nervoso) mas a resposta sempre será:
Estou bem e você?"
Meu coração está blindado como nunca esteve, guardado a sete chaves, recuado, cansado. Foram tantas derrotas, tantas tentativas, tantas frustrações, que nada mais parece valer o esforço.
Como identificar alguém que se permitiu manipular? Basta atentar para o lema da bandeira levantada. Observando-a, é visível e consistente a sensação proporcionada de dejavú em cada novo integrante em ponto tal que as mesmas frases se repetem uniformes, sem a esperada variação de pessoas que pensam por si. Ouvida a última, vem a convicção de que há um padrão impresso em seus cérebros, desde a primeira.
Quando já se perdeu contextualmente a referência em conceitos como verdade e mentira, tanto faz o que você diga, pois cada qual seguirá pensando o que já consolidou para si. Desmentidos, nestes tempos, são mera perda de tempo e fonte de desgastes. Busquemos, portanto, ser fiéis apenas às nossas crenças, não importando quais sejam, sem a proposta de fazê-las valer aos demais. Com a perda total dos referenciais à nossa volta, os únicos a que devemos atentar são os nossos proprios valores. Esses, sim, são aqueles dos quais não podemos nos distanciar.
O diferente, para os intolerantes, é como o mel deixado às formigas: se houver um caminho para chegar até ele, esteja certo que o encontrarão.
Sentir-me honesto, antes de tudo, é assumir minhas próprias dúvidas e enxergar-me como um eterno buscador, ainda que nunca chegue ao fim do caminho, antes de adotar verdades consagradas que meu íntimo não identifica como minhas. É não temer ser condenado por um ser supremo que, pela minha lógica, plantou-me dúvidas para que eu não aceitasse, sem questionar, as verdades de outrem.
Como pais, sempre cometeremos erros com nossos filhos e eles farão o mesmo com os deles, por conta da inexperiência da juventude quando os geramos, até a maturidade nos oferecer a todos uma segunda chance. Se as feridas de ontem, porém, não cicatrizaram, cabe-nos perguntar se este segundo tempo foi usado para corrigir o primeiro ou se seguimos repetindo os mesmos erros, mesmo sendo possível fazê-lo. Haverá, por certo, um ponto da estrada em que já não poderemos culpa-los por seu amor não ter resistido à inutilidade de tantas esperanças traídas, mas em qualquer caso nossa parte precisará estar cumprida.
Existe o erro de percurso, onde todo perdão é percebido como prova de amor e estímulo para continuar se aperfeiçoando. Mas tem também a falha de caráter, onde todo perdão é percebido como prova de ingenuidade e estímulo para continuar enganando.
Minha máxima de vida é simples como meus anseios: fale com todos, relacione-se com vários, confie em poucos, queira só o mínimo e conte apenas com você!
Estou consciente do quanto minha impaciência com a ignorância alheia possa ser vista por muitos como soberba. Mas também sei que ela não é direcionada àqueles que não tiveram acesso à instrução, mas aos que se esquivam do tipo de análise que não imporia barreiras nem a uma ameba desidratada.
A verdade se apresenta como um modelo retratado por diferentes artistas: por mais que as obras mostrem a mesma pessoa, cada pintor dará ao quadro seu toque pessoal e lhe emprestará estilo próprio, ao final do que se terá sempre múltiplas versões para uma mesma realidade; e mesmo que o tenham feito em um mesmo momento o que chega ao público nunca será igual, já que visto por diferentes ângulos conforme a posição dos retratistas. E ainda a quem depois aprecia a obra cabe interpretá-la à luz do seu próprio entendimento, abrindo um leque infinito de visões em que nenhuma expresse necessariamente a realidade do modelo. Apesar disso muita gente confunde com ela a sua versão pessoal, colocando-se pronto a destruir quem não concorde.
Por mais que se cultive a compaixão como direcionamento de vida, existe um tipo de pessoa que transforma em tragédia qualquer instinto de solidariedade, mesmo quando figura como o principal beneficiado dele, ao trata-lo como a chance que buscava para a aproximação que transformará as vidas de seus benfeitores num verdadeiro inferno. O que tais pessoas não percebem é que, em longo prazo, elas se tornam as maiores inimigas delas mesmas, pois que acabam fechando todas as rotas de escape que poderiam salvá-las de um abandono cada vez mais amplo e iminente, levando-as ao inevitável infortúnio que já se vislumbrava como tragédia anunciada.
A tirania de direita jamais se mostrará como alternativa de combate à tirania de esquerda ou vice-versa, pois que ambas se mostram igualmente aviltantes e contrárias à dignidade humana, independente de qual seja alçada ao poder. Daí que a batalha do homem livre – que lhes oporá uma resistência ferrenha e incansável – será sempre a travada entre a liberdade e a opressão, entre seus valores e a concupiscência, e não entre os extremos que se enfrentam, já que estes passam, e o que permanece é sua consciência.
Houve uma época em que apegar-se a convicções imutáveis se mostrava como sinal de se ter a posse da Verdade. Em nossos dias, porém, apenas exibe seu defensor como afundado numa ignorância à prova da verdade em permanente construção que vai se revelando à medida que a humanidade avança, e onde o Conhecimento, a cada novo momento, atinge patamares nunca antes alcançados, só restando a alguns acabar pisoteados pelo futuro.
