Entenda como Quiser So Nao me Julgue
seja como um espelho e reflita o bem, seja como um vaga-lume e brilhe na escuridão, seja você mesmo, seja sua própria inspiração...
Quando eu penso em me priorizar me vem ela na cabeça, como se fosse um som romântico do Projota com flow de racionais, e letra de Caetano misturado com os sentimentos dos sambas de Almir Guineto, ela consegue roubar a cena dos meus pensamentos.
Mudamos melhor ao nos aceitar como somos, pois a mudança é inerente ao ser humano. Aceitar quem somos é autoconhecimento, aspecto fundamental para que não sejamos passageiros de nossas vidas, mas condutores habilidosos.
Isso é o inverno. É a aceitação ativa da tristeza. É a prática de nos permitirmos senti-la como uma necessidade. É a coragem de encarar as piores partes de nossa experiência e nos comprometermos a curá-las da melhor maneira possível. O inverno é um momento de intuição, no qual nossas verdadeiras necessidades são sentidas intensamente como uma faca.
Quando está muito frio, a neve faz um barulho delicioso sob os pés, e é como se o ar estivesse cheio de estrelas.
Nossa ideia de produtividade tem como premissa a necessidade de produzir algo novo, ao passo que não tendemos a ver a manutenção e o cuidado como produtivos da mesma forma.
Para compreendermos melhor uma situação que estamos vivendo, é importante refletirmos como nós mesmos nos veríamos enquanto expectadores dela e como uma terceira pessoa entenderia tal situação, para então termos uma melhor conclusão diante disso tudo.
Sabe amor, como eu queria entender o que te causei, apenas assim eu poderei enteder essa dor que você deixou ao ir embora, sem olhar para tras.
É impressionante como algumas pessoas acham menos doloroso se ofender a admitir seus próprios erros.
Trabalhamos como se fôssemos enriquecer e, na verdade, nem conhecemos o que é ser rico neste planeta: a riqueza está concentrada nas mãos de tão poucas pessoas que, como dizia uma professora: "não temos noção de riqueza, só de pobreza" e o que achamos ser riqueza nada mais é que um arremedo ridículo de gente consumista que consegue, pela exploração da própria mão de obra ou pelo roubo consentido, um status venerado pela maioria que ainda nem isto conseguiu.
#FRUGAL
Gosto de ser chama ardente...
Ser e pensar diferente...
Tenho medo de ser frugal...
E como a tantos...
Pensar tão igual...
O que sou, haja vista meu instinto...
De ser todo desejo...
E do amor, mesmo que me cause medo...
Sentindo por completo...
Me entrego...
Em taça meus sonhos beber...
E na surpresa que eu saiba o que sinto...
Para a vida se abrir em largo sorriso...
Até quando sóbrio me apresento...
Desfruto em vagos momentos...
Não tenho riso fácil...
Réu confesso...
Para onde vou, haja vista que tenho...
Meu caminho a encontrar...
Quando o relógio der as horas...
Sentarei e desfrutarei...
De um bom vinho velho...
E pensarei cá comigo...
Que nem sempre fui sutil...
Porém que sempre fui eu...
E não um idiota útil...
Sandro Paschoal Nogueira
-QUERIDA BELÉM-
Belém Belém, como te quero bem!
seus cheiros e qualidades, diferente de diversas cidades,
me traz paz e felicidade, minha amada Belém!
que satisfação sinto no coração, pelo seu aniversario!
merece os parabéns de quem sempre te quer o bem,
minha querida Belém!
Belém de diversas poesias, que nos remetem alegria.
daquele a quem um dia voltou para a cidade das chuvas da tarde.
ai que vontade de te abraçar e para o mundo gritar.
minha querida Belém! eternamente irei te amar, Belém do grão Pará!
parabéns Belém!
Amor cego
Há quem diz que o amor é cego, mais eu discordo dessa teoria, como eu direi que o amor é cego? Se eu me apaixonei pela beleza e o olhar inocente dela..
Era um dia como outro qualquer, a abelha (ou o abelhudo) se alimentou de sua cota de mel, energia necessária para voar até um jardim próximo, coletar o polem e voltar. Uma rotina que se tornará quase automática. Mas naquele dia foi diferente, voava aproveitando a brisa quando avistou ao longe uma flor. Apesar de estar rodeado de dezenas de outras flores, aquela era única, balançava com a brisa tal qual uma bailarina a dançar, uma pequena gota de orvalho deslisava por sobre suas folhas como uma lágrima de alegria ou tristeza, um dia iria descobrir...Mas lá estava, um objetivo não planejado, uma aventura por um caminho diferente, que parece qualquer risco, valer a pena. Ele voou até lá, arriscou...por que...amou...o fim desta história...não terminou...depois eu conto
Gosto de tudo aquilo que faz minha alma queimar como fogos de artifícios explodindo entre infinitas nebulosas.
