Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Ei amorzão,
Como está difícil as coisas para você.
Mas se o fardo tá pesado porque Deus sabe que dá conta, ele conhece a força e capacidade de seus filhos.
Nos não temos tempo para nós,
Eu queria tanto poder te encher de carinho,
Beijinhos e muita boberinhas...
Mas nosso tempo e consumido por nossas maiores herança.
Queria ser mais presente em sua vida.
O amor é como um brilhante bruto que para brilhar de fato depende da lapidação da vida. Lapidado, cada lado seu representará uma das tantas maneiras de lidar exemplarmente com a diversidade.
Sou forte, sou forte
Como uma serpente no peito
Uma serpente raivosa
Que de dor dança
Grita e chora.
Tenho nas mãos
Pedaços de sangue
Réstias de paixão
Na alma fatias de sonhos
No rosto risos partidos
Migalhas de amor próprio
Na garganta a voz surda
Nos olhos constelam estrelas líquidas
Nos lábios soluços e prantos
E na beleza do delírio
O sol morre afogado nas lágrimas
Assim de repente
Levanto como um facho
Esculpida pela renúncia
Agarro "balaio" de história
De beijos e equívocos
Exponho para o céu.
Ponho o meu vestido
Vestido dourado dos meus filhos
Com mão na cintura
Carrego a fraqueza
De alegria que rasgou-me
E sangrou-me nas palavras.
Sou forte, sou forte
Tão forte sou que
Desconheço a minha força
Glória Sofia 2-7-2020 11:27
Penso que somos exatamente como o mar, em suas variações, em suas inconstâncias, no vai e vem das suas ondas, em sua impetuosidade e braveza ou até no controle cronológico de suas marés. O mar tem um céu com Deus tão perto e em sabemos que nunca o perdemos, mesmo quando não o merecemos ter. Tem tantos segredos em suas profundezas, e muitos deles jamais serão conhecidos pelo homem. Apesar de sua profundidade e beleza, nem todos desejam mergulhar para conhecê-lo. O som de suas águas trazem calmaria, uma das melhores “músicas” que já ouvi, na perfeita conexão do mar com o nosso interior. Somos imensos e limitados feito o mar. Navegando com os nossos sonhos, tentando chegar a salvos a um cais, a um lugar seguro. Em resumo, somos o próprio mar, metaforicamente falando, não há diferença alguma, necessitamos de luz, em qualquer hora do dia. Alguns têm o próprio pôr-do-sol em si em forma de sorriso. Outros, são maresias, em forma de serenidade e dança.
A vida continua a pulsar, o mundo, as coisas, o tempo, tudo continua a mover-se como antes.
Essa pulsão chamada "vida" é a nossa mais absoluta motivação de existência. E isso não pode parar. O que muda talvez (por necessidade ou por acomodação) são as nossas rotinas. E isso, às vezes, é inevitável.Mas mofar, entrar num processo de decomposição, isso nunca!
*texto exclusivo a página @eusoumesmofoda
“A seu tempo, o sofrimento tal como a primavera são passageiros. A propósito: A felicidade também o é. Portanto, viver com a cruel e azáfama dúvida entre a nostalgia bucólica de um passado de felicidades ou a tentativa infrutífera de esquecimentos de angústias retrógradas, por óbvio, é o dissabor que quereríamos nunca mais ter de sentir”.
Como acalmar meu coração
no telefone espero sua ligação
pra saber como estou
sair pra jantar
Como um trem na estação
sempre a passar
eu sempre lembro do seu olhar
falando pra mim
não precisa chorar
É ciclo da vida
é o amor.
Uma parte de ti eu sou
honrar sua vida eu vou
obrigado por todo carinho
por todo amor...
É ciclo da vida
é o amor.
A resposta de como chegar nos seus sonhos pode está nas oportunidades que você tanto rejeita, mas elas voltam pra te explicar o por que elas existem.
"Numa equipe cada membro é como uma peça de um quebra-cabeça. Cada peça tem seu espaço e todas bem encaixadas encontram harmonia, unidade e beleza. Quando uma peça infla seu ego e quer sobressair sobre as outras, comete um ato de violência sobre as demais porque elas são forçadas a diminuírem seus tamanhos para que a peça rebelde se afirme e usurpando o espaço alheio prejudica a unidade e a beleza e produz desarmonia ".
Sabe quando a gente sobre uma escada? Os pés vão um atrás do outro, como aprendemos desde crianças. Mas a alegria dos primeiros passos se perdeu. Ao crescer, nos modelamos segundo o andar dos nossos pais, dos irmãos mais velhos, das pessoas às quais somos ligados. As pernas agora avançam com base em hábitos adquiridos. E a atenção, a emoção, a felicidade do passo se perderam, assim como a singularidade do andar. Nos mexemos acreditando que o movimento das pernas é nosso, mas não é, uma pequena multidão sobe com a gente aqueles degraus, e a ela nos adequamos: a segurança das pernas é apenas o resultado do nosso conformismo. Ou se muda o passo e se recupera a alegria do início ou nos condenamos à normalidade mais cinzenta.
Como podes um demônio
se apaixonar por um anjo do seu,
um ser belo e celestial.
Como podes eu
te amar
ontem nem sabíamos que existíamos,
ontem nem sabíamos de nada
bom eu não sabia que você existia,
mas hoje sei que te quero,
não posso explicar o por que,
não posso explicar como,
não posso explicar quando,
mas posso dizer que te quero!
