Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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Você se tornou desesperadamente necessário em minha vida, como respirar, como um vício para o qual jamais descobrirei a cura.

Desde que você se foi sinto como se o sangue tivesse deixado de correr em minhas veias, como se no lugar do coração tivesse apenas um enorme buraco projetado pela sua indiferença certeira.

O pecado raramente se apresenta como rebelião; normalmente se apresenta como oportunidade.

A vida é como uma pedra bruta que precisa ser lapidada no decorrer de sua jornada existencial, mas pelo fato de tudo também vir a se modificar, em concordância com um ciclo que se encerra para dar início a um outro, bem mais atualizado e com grandes inovações. Mas nem sempre isso acontece com a vida, em si, como um todo, por meio do próprio livre-arbítrio, no que querer permanecer aonde esteja ou de querer ir adiante para respirar novos ares, como também, de se renovar em todos os sentidos, por meio de uma reforma íntima para que seja realizada um autorrenovação,
em prol de um progresso evolutivo, durante toda uma estada no mundo terreno.

Regis Assunção

Autoconfiança é tudo quando se quer cumprir importantes objetivos, como também, em todos os sentidos.


Regis Assunção

Você sempre receberá de mim a educação, porque isso carrego como princípio, como parte de quem sou.
Mas, se um dia a ignorância escapar de mim, não se apresse em apontar o dedo ou em me rotular.
Antes, reveja os seus atos.


Muitas vezes, a forma como tratamos alguém é devolvida como espelho, um reflexo, não uma essência.
Eu não sou a ignorância que, por impulso, posso soltar.
Sou o cuidado, o respeito, a calma que me esforço para oferecer.


Se a minha educação se desfaz em sua presença, é porque algo em você já quebrou os limites do que eu tolero.
E nesse momento, não é mais sobre mim, mas sobre o que você escolheu provocar.




Chay

“Sua comunicação é como uma semente. Quanto mais você rega, mais frutos ela gera.”

“A oratória é como um músculo: quanto mais você treina, mais forte fica.”

Somos como a fênix, renascemos das cinzas para nos recriar. As mudanças, por vezes, são dolorosas, mas necessárias.


Rita Ramos Cordeiro

A Voz do Meu Rio

Ultimamente, o sol está como um arqueiro; seus raios são flechas capazes de abater até mesmo o mais puro sentimento.

E foi assim, sem aviso, que você me despertou.

Acordei e pensei ter visto um sinal. “A esperança”, foi o que pensei.

No meu silêncio, eu lia você, e a sua voz comandava o meu rio.

O seu olhar pulsa em mim. Sinto medo.

Mas o frio cobriu você, e as ondas do mar se recusaram a quebrar.

E naquela rocha eu vi, em soslaio, o seu nome, como o eco do vento a me chamar.

Às vezes, é tão difícil manter-se a salvo do mal que até o ar nos falta.

Se eu esqueci de você? É impossível mergulhar uma pessoa importante como você nas águas profundas do esquecimento. Mas se eu não te procuro? É melhor assim, poupa tanto você quanto a mim de muitos problemas. Pense o que for de mim, mas nunca pense que te esqueci.

⁠⁠Ó Maria ! me amaria como eu te amaria ?
Sorririas ao me ver sorrindo, ao te ver ?
Me acertaria com a flecha do cupido, que vive ao seu dispor ?
Ó Maria, pudera eu ter a sorte, de ganhar o teu amor !

- Guarde minhas Palavras nas Paredes de seu coração, como marcas do tempo que contam histórias de dias Passados e nunca esquecidos.❤️

Beijo é bom porque você toca o corpo do outro sem deixar marcas, é como se fosse um pulo no escuro, uma viagem sem volta. Beijo é um jeito de mostrar carinho, sentir o gosto de quem você gosta e dizer muita coisa sem falar nada. Beijo é gostoso porque nunca enjoa!


Alexandre Sefardi

Que todos os meus amigos sejam como o sol depois da chuva —
trazendo alegria e conforto ao meu coração.
E que, se um dia eles se forem,
eu possa ser grato pelos bons momentos
e pelas pequenas coisas
que, no fim, sempre se tornam as mais importantes.
Que um dia eu tenha a certeza
de que as amizades mais sinceras
são as que mais nos transformam,
e que aqueles que são temporários
são justamente os que mais deixam saudade.
Sou grato pelos bons, velhos e rabugentos amigos da vida —
aqueles que ficam, mesmo quando o tempo muda.

Que minha alma seja como um animal selvagem, livre para correr pelos vastos campos, sem amarras nem destino.

Andressa, meu amor, minha doce princesa,
Teus olhos brilham como estrelas na noite,
Teu sorriso, um sol que em meu coração acende,
Cada instante contigo é um novo deleite.


Teus cabelos ruivos, como fogo que arde,
Em cada fio, a paixão que me envolve,
Teu jeito suave, tua força encantada,
Fazem meu mundo girar, meu amor se resolve.


Nos teus braços, encontrei meu lar,
Teu riso é a música que sempre quero ouvir,
Em cada toque, um universo a explorar,
Andressa, contigo, aprendi a sorrir.


Prometo te amar, na alegria e na dor,
Ser teu abrigo, teu porto seguro,
E juntos, escreveremos nossa história de amor,
Minha ruiva, minha vida, és meu futuro.


Daniel Vinicius de Moraes

As pessoas estão sempre se curando do amor.
De alguma forma, isso as renova.
É como se estivéssemos sempre nos tornando versões novas de nós mesmos —
moldando um alguém que esteja apto a tentar tudo outra vez.


Vejo isso como uma forma de melhoria:
mexendo aqui, mudando ali,
ajustando pedaços que antes doíam demais.


E, no fim de tudo,
torcemos para que, da próxima vez que nossos corpos e mentes forem danificados,
seja um pouco mais fácil se reconstruir.
E recomeçar.

meu corpo dói
como se cada músculo lembrasse
de tudo que um dia carregou
e se recusasse a esquecer.

Era uma vez uma linda borboleta azul. Suas asas brilhavam sob a luz do sol como pequenas joias vivas, e ela adorava voar pelos campos, jardins e bosques, admirando a beleza do mundo.


Em um de seus passeios, avistou ao longe um escorpião caminhando sozinho. Curiosa e gentil como era, aproximou-se para cumprimentá-lo.


O escorpião ficou surpreso. Nunca antes uma criatura tão bela havia demonstrado interesse em sua companhia. Acostumado ao medo e à rejeição, ele não entendia por que aquela borboleta desejava estar perto dele.


- Olá - disse a borboleta com um sorriso. - Posso caminhar com você?


O escorpião, sem esconder o espanto, aceitou.


A partir daquele dia, os dois passaram a passear juntos. A borboleta voava lentamente para não deixar o amigo para trás, enquanto o escorpião caminhava com rapidez para acompanhá-la.


Com o passar do tempo, o escorpião começou a mudar alguns hábitos. Mantinha o ferrão recolhido e imóvel sobre as costas, como se quisesse mostrar que não representava perigo. Parecia até que não possuía ferrão.


A borboleta o levava para conhecer lugares encantadores. Juntos atravessavam jardins coloridos, seguiam por caminhos floridos e observavam o pôr do sol nas avenidas arborizadas.


Para o escorpião, aqueles momentos eram preciosos. Pela primeira vez em sua vida, sentia que alguém gostava dele de verdade.


Até então, conhecera apenas a solidão.


Todos fugiam ao vê-lo. Ninguém desejava sua amizade. O medo que inspirava era maior do que qualquer qualidade que pudesse ter.


Mas a borboleta azul era diferente.


Ela enxergava além da aparência e não demonstrava receio algum. Sua confiança fazia o escorpião sentir-se aceito, algo que jamais havia experimentado.


Os dias passaram, e a amizade entre os dois parecia cada vez mais forte.


Porém, certa noite, algo inesperado aconteceu.


Como de costume, a borboleta adormeceu ao lado do escorpião.


A noite estava silenciosa. Apenas o som suave do vento atravessava as folhas das árvores.


Foi então que o escorpião sentiu um estranho impulso.


Seu ferrão começou a se mover lentamente.


Ele tentou detê-lo.


Lutou contra aquele movimento.


Mas, pouco a pouco, o ferrão ergueu-se sozinho, aproximou-se das delicadas asas da borboleta e a atingiu.


A borboleta despertou imediatamente, tomada por uma dor intensa.


Assustada e com lágrimas nos olhos, olhou para o amigo e perguntou:


- Você sempre foi tão gentil comigo. Por que me feriu?


O escorpião abaixou a cabeça.


Tomado pela tristeza e pelo arrependimento, respondeu:


- Eu não queria fazer isso. Mas é da minha natureza. Tentei controlar meu instinto, porém não consegui.


Aquelas palavras machucaram quase tanto quanto a ferroada.


Com grande esforço, a borboleta afastou-se.


Mesmo sentindo dor, abriu as asas e começou a voar.


Voou para longe.


Voou enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto.


Voou sobre jardins, campos e rios, até que a distância entre ela e o escorpião se tornou impossível de medir.


Com o tempo, a ferida cicatrizou.


A dor diminuiu.


A vida seguiu em frente.


Mas a lembrança daquela noite jamais desapareceu completamente.


Desde então, a borboleta aprendeu uma lição difícil: por mais que exista bondade e afeto, algumas criaturas não conseguem vencer a própria natureza.


E, embora tenha conseguido superar a ferroada, a borboleta nunca mais voltou a se aproximar de um escorpião.