Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Assim como cada ser neste Planeta, respeita todos os movimentos dele, imperceptíveis e inerentes, não havendo o que se possa fazer para acelerá-los ou torná-los mais lentos ao curso do Tempo, como os três mais conhecidos movimentos de: Rotação, Translação e Precessão, assim também, cada ser encontra-se num micro-mundo espiritual, dentro deste Mundo Físico, que também segue seus próprios movimentos imateriais. Aliás, falando-se em movimentos, é característica mesmo de todos os Mundos - tanto o Espiritual quanto o Material -, movimentarem-se constantemente!!!
Pois é sabido que todo o Cosmos está em constante movimento. Este Planeta mesmo está. Bem como todo o Sistema Solar e a própria Via Láctea.
O Mundo Preternatural, também está em movimento. Aliás, diga-se, é o Mundo Espiritual o próprio motor de funcionamento do Mundo Físico. Pois este provém daquele.
Às 7:30 in 18.03.2026
O medo é uma emoção inerente ao ser humano, seja em intensidade baixa ou alta, atuando como um mecanismo de proteção que nos motiva a agir. Portanto, não se surpreenda ao experimentá-lo. O sinal de alerta deve ser acionado quando o medo deixar de ser sentido.
Às vezes permitimos, sem perceber, que a religião ou a barganha tome o lugar de Jesus como mediador de Deus e os homens.
Ninguém me explicou como existir,
sem fingir calma, sem repetir.
Sou um mapa rabiscado que insiste em seguir.
Ninguém me ensinou como ser,
sem me perder, sem me esconder, sem me extinguir. Mas tô aqui inteira e torta,
com a dor batendo na porta.
Hoje me sinto como um fantasma.
Caminho entre as pessoas, respondo, acolho, escuto. Estou presente, mas parece que ninguém realmente me vê.
Ouço lamentos, desabafos, preocupações e pedidos. Sou porto para muitas tempestades, mas raramente encontro alguém que pare por um instante e pergunte: “E você? Como está?” ou “Como foi o seu dia?”.
Às vezes sinto que minha função é atender necessidades, preencher vazios, sustentar o que está ao redor. Mas, pouco a pouco, surge um cansaço silencioso. Como se tudo o que entrego atravessasse os outros sem deixar marcas. Como se o cuidado oferecido fosse recebido, mas a pessoa que o oferece permanecesse invisível.
E então me pergunto quanto de mim ainda resta para dar.
Talvez seja isso que os fantasmas sintam: estão ali, observam tudo, carregam histórias, afeto e presença, mas passam despercebidos pelos olhos de quem segue apressado.
Hoje me sinto assim.
Um fantasma.
Não por estar ausente, mas justamente por estar presente demais para todos e cada vez menos para alguém.
Se a esperança é a última que morre,
como pode ser esperança?
A esperança quando é esperança de verdade,
aguarda com paciência, até acontecer.
Agora não confundamos esperança com utopia.
Sonhos suaves como um anelo arcano na introspectiva melancolia na aura de um espírito que se desvia de pensamentos inequívocos na alvorada do dia. São uma bruma cândida no âmago beneplácito do langor de um lago a se perder no remancear de cores quentes a se espraiar longamente. No deleite de um devaneio diletante que espreita a ponta do vento alvoroçado na dissonância efêmera de lânguidas begôneas que se estendem na luz solar a sonhar com vastos campos de papoulas coloridas. No enlevo escarlate de flores de antúrio esmaecido em salas escuras, cujo elísio é promessa de recompensa na terra. O fulgor de um campo de girassol resplandesce nas planícies incertas de nossas aspirações ocultas. E muito se diria de um inóspito solo em que florescem certezas ambivalentes a perder as lentes da retina, no inefável júbilo de alegrias expressivas que convidam a sorver a existência. Na lascívia lúgubre dos desejos impossíveis e por isso mesmo, muito mais desejáveis. É magnânimo nosso ser contradito que são um mísero abrigo de corações que não sabem mais arder na voluptuosa intercessão do agora urgente em pétalas de açucena alcançando o nirvana na terra vermelha de uma opulência insolente a se desmanchar em gotas suaves da madrugada. Pálidas rosas brancas ferem os dedos de sangue em seus espinhos inocentes. A plenitude terrestre vislumbra mares distantes. Sentir é preciso. Viver não é preciso no abismos que convidam. A profusão de grandes quimeras ardem em primaveras radiantes que enumeram flores no crepúsculo prístino de primazia em recôndidos pássaros que somem no horizonte. Meu rosto rubro falava de amor, mas minhas pálidas mãos mostravam sentimentos frágeis. E ressoavam cantigas antigas a perder de íris. O amor sereno se despedia soturno. E em vão as mãos buscavam um corpo que longe se exilava em outras ramagens. Solenemente acenei e na distância fui ignorada. Otimista pensei: Talvez em outra alvorada. Sigo sublime como um vagalume. E oscilo entre apagar e acender a luz, na vasta vereda de minha sina. Eis minha vida.
Seja como for, nunca se esqueça dos princípios que norteiam sua vida. Perde-los significa andar sem rumo nos caminhos da existência. Sem princípios não existe significado, meta, rumo ou foco, que fiquem de pé.
O pão é a base para a vida assim como a água, e nos ensina muita coisa.
As coisas básicas da vida, podem trazer as melhores fornadas.
As vezes olho o passado e vejo como era ingênuo. Importante processo de amadurecimento. Conheça a si antes da vida.
Primeiro aprenda, depois ensine. A vida é professor.
Somos Como Pedro - Chamados a Crescer em Intimidade com Cristo - Parte 2.
"Pedro precisava experimentar o fracasso - a negação, a dor da perda, e a maravilha do reencontro - para compreender a profundidade do amor de Jesus."
Lucas 22:61-62 - Pedro nega Jesus, mesmo depois de anos de convivência...
Olho no olho - O Senhor olhou para Pedro - e ele se lembrou da Palavra que Cristo lhe tinha dito: "Antes que o galo cante hoje, você me negará três vezes. Pedro se afastou e chorou amargamente" - uma lição ensinando-o, que conhecer Jesus significava uma experiência muito além da convivência física ou religiosa.
Bases Bíblicas que sustentam os posicionamentos de Pedro Falo mais delas no próximo Post.
Como diz o ditado, "a mente precisa ser afiada por outra mente"
A Bíblia ensina: "Como o ferro afia o ferro, assim o homem afia o seu companheiro."
Provérbios 27:17
No campo dos estudos e reflexões das ideias, aprendi que os embates e contrapontos argumentativos constituem valores indispensáveis à expansão do conhecimento e à ampliação coletiva do saber - validando o conceito de que "o compartilhamento de conhecimento promove inovação e criatividade. Julmar Caldeira
Tua beleza pura
E imperfeita como a Lua
É delicada como uma rosa
De ser tão formosa
Me traz um vazio
Um sentimento tão frio
Que não me incomoda
Mas me deixa a esperar
Pelo caos do amor
Assim como tem meninas que prestão, tambem existem meninos que prestão, assim como tem mulheres que se passam por santinhas e são tudo falsas também existem homens sem caráter então gente vamos parar de julgar um como todos
“Ser mãe atípica mudou completamente a forma como eu vejo a vida. Aprendi que existem batalhas que ninguém vê, dores que ficam guardadas no silêncio e forças que nascem justamente nos momentos mais difíceis. Nem sempre é fácil continuar, porque o cansaço emocional pesa, a preocupação nunca dorme e muitas vezes falta apoio e compreensão. 💙
Mas ao mesmo tempo, aprendi a valorizar coisas simples que antes passavam despercebidas. Um abraço, uma evolução, uma palavra, um olhar… tudo ganha um significado enorme. Cada pequena conquista do meu filho se transforma em uma vitória gigante no meu coração. ✨
Ser mãe atípica é viver entre lágrimas e sorrisos, entre medo e esperança, mas acima de tudo é viver um amor tão forte que supera qualquer dificuldade.”
Amava se tanto, que uns a amavam por isso e outros a odiavam pelo mesmo motivo! No entanto, como o amor era dela, ninguém poderia modificar isso!
“Quem finge felicidade todos os dias acaba esquecendo como é sentir de verdade.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mulher foi venerada como símbolo da vida e, ao mesmo tempo, vigiada como se sua força fosse ameaça.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Por séculos, a mulher foi chamada de filha, esposa ou propriedade, antes de ser reconhecida como pessoa.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
