Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Os Bombeiros são o único exército indispensável, pois todos os outros só existem por causa da ignorância humana.
Só há duas hipóteses:
1. nosso criador é incompetente ou perverso;
ou
2. Ele está fazendo algo grandioso demais
em nossas vidas.
Diante de um canalha
só há uma ação: combate.
E só pares quando ele
estiver neutralizado, assegurando-te de que
a sua neutralização
seja perene.
Em tudo que vivemos agora só me resta uma lembrança, ter vc comigo era tudo que eu queria.
Nem sempre as coisas são do jeito que pensamos ou fazemos... Mas meus sentimentos sempre estarão comigo, como fantasmas me assombrando ou anjos me abençoando.
O desejo é algo que podemos controlar, o amor não.
Eu estava só
E vi o seu rosto
Achei bonito aquele rosto
Perdido numa multidão
de outros rostos...
De repente
O seu rosto falou
E eu prestei atenção
E o seu rosto
Fez a multidão sumir...
As pessoas estão diminuindo suas ambições: hoje elas só precisam mesmo de uma televisão, uma banda larga e um plano funerário.
As pessoas precisam aprender que seus atos refletem na vida de outros.
Nem tudo só diz respeito só a você.
Cuidado com o que diz e faz.
O que vai, volta.
Você só é realmente livre quando estiver desaparecido em você qualquer desejo de impressionar alguém.
Estamos todos loucos. Eu, você, seu vizinho, a sua mãe...(caso tenha perfil aqui ou em outra Rede social, caso contrário, ignore). Sim, estamos. Malucos à cata de imagens, textos, bisonhices e afins. Perdemos horas preciosas do nosso dia, desperdiçamos pores-do-sol, conversas animadas na cozinha, afagos no cachorro da casa, sonecas preguiçosas ao sol, para gastar as nossas vistas nessa catacumba de vidas fictícias e pouco prováveis. Sim, estamos todos doidos. Muitos nem viram se há lua no céu hoje. Se haviam nuvens durante o dia. Se ventou. Empanamos a nossa realidade com esse mundo de faz-de-conta. Alguém me belisque. Ou me salve enquanto é tempo.
Nem sempre o silêncio é resposta. Ás vezes é só uma tentativa de organizar ou calar as perguntas. As próprias perguntas!
