Então
Se o "escritor deus" sabe o que seus personagens farão, então ele não pode se irritar com o rumo idiota que sua história tomou. Portanto, é impossível existir pecados.
Então quer dizer que devo acreditar num livro criado por humanos primitivos? Caso contrário, serei punido "eternamente" pelo demônio que chamam de deus?
Se não existe bem sem o mal, então o diabo, com sua maldade, também emana bondade, como exemplo do que não fazer. Louvemos, então, a bondade que vem do mal.
Estou convicto que a história verdadeira é que o diabo engravidou deus, então nasceu Jesus o anti-cristo.
Se deus não salva por mérito, então salva ao acaso, e nesse cenário tanto faz ser religioso ou psicopata. Conclusão: na aleatoriedade da graça, até Adolf Hitler e o diabo podem ter sido salvos e hoje "vivem no paraíso".
Na mitologia cristã, deus matou quase todos no dilúvio, prometeu nunca mais exterminar, então criou o arco-íris como aliança, mas, como ele é bipolar, quebrou a promessa ao anunciar a destruição do mundo no apocalipse!
Se não agir é pecado, então deus cristão é o maior pecador: peca toda vez que pode impedir um abuso, mas escolhe não fazer absolutamente nada.
Se deus não pode violar as leis da lógica e da física, então ele não é o verdadeiro "criador", mas apenas mais uma criatura do universo. Portanto, a ordem atual vai contra a hipótese divina, e não a favor.
Se pensar obsessivamente em deus é uma forma de espiritualidade, então os grandes ateus: "Freud, Nietzsche e Marx" são profetas que anunciaram verdades divinas, estando acima de todos os líderes religiosos vivos atualmente!
Se somos apenas informação na mente divina, então destruir essa informação significa destruir o ser. Mesmo que essa informação fosse recriada em outro lugar, nunca seria o ser original. Portanto, a vida após a morte, sob essa perspectiva, é impossível.
Amar o próximo implica amar todo o seu "pecado". Então está explicado por que as igrejas estão infestadas de fanáticos e psicopatas. O cristianismo é o lixão da humanidade porque reúne os piores humanos.
P1. Se deus odeia o pecado, então ninguém será salvo.
P2. Se deus não odeia o pecado, então todos serão salvos.
P3. Deus ou odeia o pecado ou não odeia o pecado. (Lei do terceiro excluído)
C. Portanto, ou ninguém será salvo ou todos serão salvos.
Se deus criou absolutamente tudo, então isso inclui todas as as leis, valores e moralidades humanas. Conclusão: se deus existe, então as leis e valores humanos também são divinos!
1. Se uma ação é moralmente errada segundo a moral absoluta, então quem a pratica não segue a moral absoluta.
2.Matar a humanidade por serem malignos é moralmente errado segundo a moral absoluta.
3.Deus quer matar a humanidade.
4.Portanto, Deus não segue a moral absoluta.
Se uma divindade suprema estivesse igualmente presente em todos os indivíduos, então não haveria necessidade intrínseca de mensageiros ou livros sagrados. Intermediações religiosas poderiam, nesse caso, ser compreendidas como um desejo humano por fama, dinheiro e poder.
Se deus é a nossa mãe, então muitos líderes religiosos seriam como crianças birrentas tentando provar que são os filhos favoritos, puxando o saco da mãe em troca de privilégios. Mas o coração duma mãe suprema nunca cria favoritos.
Se deus é tão foda, então por que ele não deixa de existir? O nada absoluto parece ser a única perfeição absoluta: ele não precisa pensar, desejar, criar ou mudar. Ele simplesmente é, sem conflitos, necessidades ou limitações.
O verdadeiro inferno é quando você deixa de pertencer a si mesmo. Então os líderes podem tomar seu dinheiro, controlar suas escolhas com regras intermináveis e, em situações extremas, até violar o seu próprio corpo.
O homem deseja certezas porque o desconhecido lhe parece um tribunal sem juiz; então inventa deuses, teorias e sistemas para preencher o silêncio.
Durante milhões de anos, a humanidade viveu como os animais. Então, em algum momento, despertou aquilo que nos tornaria singular: o poder da imaginação. Aprendemos a falar e, com as palavras, começamos a transformar a realidade.
