Ensino Público

Cerca de 65 frases e pensamentos: Ensino Público

Não cabe ao Estado, via escola pública, substituir a responsabilidade que a família tem, a menos que ela esteja em situação de descuido total. Cabe à instituição promover a autonomia, a solidariedade e a formação crítica, mas a responsabilidade principal continua sendo da família e ela não pode se eximir disso.

Mario Sergio Cortella

Nota: Trecho de entrevista "Educar para transformar" à revista Conhecimento Prático Filosofia

"O bullying nada mais é do que um coice, com ferradura de chumbo, de uma vaca louca.

Uma população sem um ensino público de qualidade sempre terá dificuldades de eleger bons representantes e se livrar dos problemas sociais.

Inserida por DRISMARJUNIOR

⁠"O ensino público é uma máquina que forja idolatras e escraviza mentes."

Inserida por WesleyTomakistone

⁠URANDI-PIONEIRO EM EDUCAÇÃO

Estudar antigamente
era uma dificuldade;
não tinha ensino público
e professor era raridade.

Quem tinha condição
contratava professor
pra ensinar dentro de casa
e ainda pagava baixo valor.

A mulher urandiense
foi vítima do machismo.
Escola era só pra homem;
mulher aprendia catecismo.

Quando surgiu escola pública,
a mulher teve inclusão;
estudando na mesma escola,
mas mantinha a separação.

Quando criaram o Ginásio
foi uma grande revolução.
Urandi foi pioneiro
nesse nível de educação.

Era escola particular,
continuava elitista.
Pouca gente estudava,
mas era uma conquista.

A cantina de D. Edith e Anita
vale muito a pena lembrar,
mas D. Odília, Edson e Edi
também não pode apagar.

O acesso à educação básica
foi no fim do século passado.
Agora todo mundo estuda,
só basta estar interessado.

Urandi tem filho famoso,
tem muito filho graduado.
São frutos que colhemos
com nosso ensino ofertado.

Artes Cênicas deveria ser critério pedagógico para o Ensino Público no Brasil

Inserida por brunomarinelli

Estar coordenador pedagógico em uma instituição de ensino público tem sido para mim uma experiência excepcional, uma vez que tem possibilitado o meu crescimento profissional e me mostrado os caminhos de mediação com os pais, funcionários, alunos e corpo docente. Para mim, estar coordenador é abraçar a responsabilidade de incentivar a consolidação do projeto escolar, que se constitui a bússola norteadora da construção cognitiva. É comprometer-se com formação continuada dos docentes e com o ensino de qualidade dentro da escola.

Inserida por paulomarcosfandrade

Ensino Publico Brasileiro,
Elaborado de forma porca e suja , sobrevivendo das sobras e resto que os Políticos aplicam na EDUCAÇÃO.
,
Não capacita e nem prepara para o mercado de trabalho, falta professores, falta Livros, falta respeito aos alunos, e aos Educadores ,
Falta vergonha na cara de todos os políticos que defendem a maioridade penal, e NÃO levantam a voz pela bandeira da EDUCAÇÃO é tudo sem moral pra abrir a boca.

Inserida por CarlinhaCrespo

Provaram-me que escola inclusiva é o erro do ensino público no país. O crime é contagioso depressa, mais que as ciências.

Inserida por Kllawdessy

O problema do Ensino público é que a pedagogia não responde o quesito de escola para todos.
A razão dos colégios particulares é a aprovação dos pais e não dos professores. A quem está certo? Uma educação não se constrói com capital; nem com assistencialismo, se faz com competência e habilidade de saber que o professor é um nada, apenas demanda de seus estudos variados pontos de vista; nunca se posicionando a favor de uma tese ou argumento, mas sempre levando os alunos a atividade do pensamento. O problema da educação no Brasil é que uma releva a pedagogia do miserável; e a outra do capital.

Inserida por brunomarinelli

"O ensino público é criticado por falta de conhecimento do sistema. O problema não é o ensino, é o público."

Inserida por oriebirsocram

Poesia na Escola Pública: Livro “Folheto de Versos”

De como a USP-Universidade de São Paulo, com um Projeto de Culturas Juvenis sob a Coordenação da Professsora-Doutora Mônica do Amaral, trabalhou Poesia e Folclore do Cangaço em Sala de Aula, Rendendo um belo Livreto de Alunos Produzido Pela Mestranda Maíra Ferreira e Colegas.

“Perdi minha origem
E não quero voltar a encontrá-la
Eu me sinto em casa
Cada vez que o desconhecido me rodeia(...)”

Wanderlust, Bjork (Cantora Islandesa)



Com a suspeita midiática culpabilização dos Professores de Escola Pública pela falência da Educação Pública como um todo, o que engloba na verdade suspeitas políticas neoliberais de sucateamento de serviços públicos em nome de um estado mínimo (e no flanco o quinto poder aumentando os índices de criminalidade além da impunidade já generalizada em todos os níveis), quando uma universidade de porte como a USP vai até onde o povo está, no caso, uma comunidade carente da periferia de São Paulo, trabalhando com o corpo discente da EMEF José de Alcântara Machado Filho, fica evidente aquela máxima poética de que “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Intervenções em salas de aula, leituras trabalhadas, declamações com suporte afetivo, oficinas de palavras e rimas, trocas, somas, cadências didático-pedagógica num contexto de criação a partir da ótica de um humanismo de resultados, e assim, a Mestranda Maira Ferreira e colegas acadêmicas e mesmo profissionais da escola, e, quando se viu, pronto, estava semeada a leitura, estava plantado o verbo criar no assento poético, e, os manos sim, os manos, as minas, mandaram bem: saiu a produção “Folheto de Versos” como arte final do projeto de ótimo alcance literal e humanizador que é que vale a melhor pedagogia no exemplo.

Sou a favor das chamadas antologias, em que alguém visionário e generoso se propõe a bancar autores novos, temas específicos, tentando juntar turmas, abranger variadas óticas, fomentando a divulgação lítero-cultural de anônimos criadores desses brasis gerais, em nome da poesia porque assim a emoção sobrevive, a arte se torna libertação, e, falando sério, enquanto houver arte ainda há de haver esperança, parafraseando um rock moderno aí.

A escola pública carente, a escola sem estrutura técnico-administrativo funcional, os professores mal-remunerados, e, um conjunto de profissionais de educação segurando a barra pesada do que é mesmo a docência, então, uma luz no fim de tudo apresenta jovens acadêmicos potencializando intervenções em classes. É o caso da Sétima Série (2007), Oitava Série (2008) da EMEF José de Alcântara Machado Filho, que rendeu o livreto – que bonitamente lembra edições de cordel – chamado Folheto de Versos. Resistir na arte é uma criação histórica que tende a mudar planos de vôos, para os alunos carentes. A periferia agoniza mas cria.

Com um enxuto projeto gráfico da Comunicação e Midia-FEUSP, a arte letral composta no Projeto “Culturas Juvenis X Cultura Escolar: Como Repensar as Noções de Tradição e Autoridade no âmbito da Educação (2006/2008, Programa Melhoria do Ensino Público), a Mestranda Maira Ferreira e a Bolsista Técnica Pátria Rabaca foram a campo. Foram a luta. Levaram a universidade ao seio da escola pública, a sala de aula. Daí a aula fez-se verso, o verso lembrou hip hop ou mesmo RAP (Ritmo e Poesia), o verbo poetar virou verbo exercitado, da poesia fez-se o humanismo de abrir espaços, quando e viu, Saravá Baden Powel, a voz da periferia soou suas lágrimas com rimas e contações de realidades escolares.

Trinta e duas páginas de produção poética de alunos. “Chegando em casa, pensei bem/Vou fazer este cordel/Resumir nossa conversa/De maneira bem fiel/Pros alunos do Alcântara/Acompanharem no papel(...) (Pg. 3 Maira Ferreira). Estava dado o mote. Sinais e parecenças. E daí seguiu-se o rumo: Escravidão – Nós Somos Contra o Preconceito (Emerson, Stéffani, Adriely, Paloma), Depois Diogo, Bruno, Roberta in “Sou Afro/Sou Brasileiro/Sou Negro de coração(...)”. Ensinar, passa por ensinar a pensar. Pensar leva ao criar. Criar é colocar amarguras e iluminuras no varal das historicidade e chocar dívidas sociais impagas desde um primeiro de abril aí.

Nesse rocambole de idéias, os achados do projeto: alunos devidamente trabalhados, estimulados, compreendidos, sabem exercitar a sensibilidade muito além de suas rebeldias às vezes com as vezes sem causas.

E daí descambou a criação, acrósticos, versos brancos, rimas e rumos, citações (Rap é compromisso), até liberdades poéticas (O Cangaço e o Bope), rascunhos, resumos, xérox de despojos criacionais em salas de aula, despojos e, quem mesmo que disse que aula tem que ser chata, que sala de aula tem que ser cela de aula? Pois é. FOLHETO DE VERSOS é um achado como documento de um momento, um tempo, um espaço, um lugar, uma comunidade.

Dá identidade a quem precisa. Dá voz a quem se sente excluído. Imagine um país sem divisas sociais. E a emoção de um aluno simples, humilde, podendo colocar no papel – e ver-se impresso – como se no quarador das impossibilidades pudesse tentar reverter o quadro de excluído das estatísticas de dígitos estilo Daslu, para se incluir (certa inclusão social na criação de arte popular, literária) porque lhe foi dado palco e vez, palanque educacional e espírito criativo aguçado pelas sóbrias intervenções, debates cívicos, críticas dialogadas, esparramos de idéia, mas, antes e acima de tudo e sobre todas as coisas, o aluno tendo vez e voz-identidade num livreto que, sim, pode ser a página de rosto de sua existência, colorir o livro de sua vida, fazendo dele um cidadão que quer soltar a voz (precisa e deve soltar); botar a boca no trombone, dizer a que veio, e, sim, se a escola ainda é de certa forma uma escada, quando a sua criação impressa é um documento de identidade de cidadão enquanto ser e enquanto humano. Já pensou que demais?

O canto dos oprimidos.

“Fizemos essa letra com força de vontade/Só queremos expressar um pouco da realidade”(...), in Realidade Não Fantasia (Cesário, Diógenes e Gabriel).

Quando o sol bater na janela de sua esperança, repara e vê “Folheto de Versos” resgata e registra poemas de jovens querendo libertações, porque além de “ser jovem” ser a melhor rebeldia deles, há corações em mentes querendo mais do que ritmo e poesia.

A dor dessa gente sai no jornal e os seus cantares joviais oxigenam perspectivas, arejam possibilidades.

“Uma aurora a cada dia” diz a Canção do Estudante do Milton Nascimento.

Há coisa mais bonita do que o sonho?

-0-

Poeta Prof. Silas Correa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.bnr
Site: www.itarare.com.br/silas.htm
(Texto da Série: Resenhas, Críticas e Documentos de Lutas e Sonhos)
Blogues: www.portas-lapsos.zip.net
ou
www.campodetrigocomcorvos.zip.net

⁠MINHA ÓTICA


No lixão ainda vejo flor.
Na favela ainda vejo ator.
Na escola pública ainda vejo escritor.
Na roça ainda vejo professor.
Na rua ainda vejo doutor.

Graças a Deus estudei em uma ótima escola publica, estudei em uma instituição de ensino superior particular como bolsista, tenho um bom emprego, tenho computador e acesso a internet onde amplio meus conhecimentos. Graças aos estudos e esforços tenho minha casa, meu carro e uma boa alimentação.
Mas quantos não têm e não terão as mesmas oportunidades que eu tive?
Quantos não podem se alimentar adequadamente porque o preço é alto?
Quantos estudam em uma escola em condições mais que precárias?
Quantos não terão nem a oportunidade de poder se matricular em uma universidade porque não conseguiram terminar o ensino médio, pois tiveram que trabalhar para sustentar a família!
E desses quantos, sem estudos, eles terão um bom emprego?
E estes ainda, terão acesso a internet? terão acesso às informações certas?

NÃO!
Eles continuarão a assistir aos telejornais e as novelas, porque não tiveram um estudo adequado que lhe propusessem chances de discernir o certo do errado.
Continuarão manipulados pelas coisas que a mídia apresenta e a maior alegria desses quantos ai é consumir o que as mídias empurram goela a baixo,
Como já dizia Mamonas Assassinas "a minha felicidade é um crediário nas casas Bahia".

E ainda o Governo e as mídias dizem que não temos um propósito pelas manifestações?
A minha luta não é por mim e sim por esses quantos que não tiveram as oportunidades que eu tive e se continuar assim nunca terão!
A minha luta é por esses quantos que nem sabem ao certo a causa disso tudo, e que acreditam que nossa manifestação é pelos R$0,20 de SP.

Eu luto por eles, eu luto por um Brasil melhor!

VEM PRA RUA VOCÊ TAMBÉM!

⁠Quem sabe sobre a roubalheira na escola pública e o assédio feito para esconder tudo é nada faz para impedir, não é cidadão mas só mais um covarde.

28/01/2025

Inserida por samuelnunesdeandrade

A desvalorização da escola pública e dos profissionais de educação, arte e cultura é nítida, manifestando-se na diminuição de salários e na ridicularização social.

Atribuir a culpa exclusivamente à população é uma simplificação capitalista.

Inserida por I004145959

⁠Estudei em escola pública, morei na periferia, trabalho desde a adolescência e hoje tenho uma remuneração de cinco dígitos. Vou revelar a fórmula mágica: ESTUDAR SEMPRE!

Inserida por ReinaldoCiqueira

Artigo/Opinião:


A Culpabilidade dos Professores da Escola Pública




Os professores nunca ganharam tão mal no Estado de São Paulo como agora, apesar dos esforços do governo federal para tentar viabilizar melhorias financeiras e dar perspectivas de suportes funcionais e estruturais na área, já que sem uma ótima educação pública um pais não prospera, não avança, não recompõe dívidas sociais impagas desde primeiro de abril de 1964. Os professores nunca foram tão estranhamente culpabilizados pela mídia em geral como agora, principalmente quando o governo federal potencializa verbas públicas para investimentos na carreira profissional, além de estímulos que facultem aos educadores uma melhor qualidade de vida (os direitos humanos dos professores), de estudos evolutivos (qualificação é sempre), de valoração profissional que promova o que faz melhor para ganhar melhor e mudar o meio para melhor.

No entanto, paradoxalmente nunca se viu tanto suspeito amigo do alheio querendo palpitar sobre educação, a maioria deles (de repente suspeitos amigos da escola) que já estiveram no poder e tiveram todos as razões e motivos para revolucionarem métodos e práticas, no entanto, inoperantes, impotentes, foram incompetentes para mudar o que precisa ser mudado, mas ainda assim fizeram políticas públicas duvidosas, desviaram verba pública para antros neoliberais privados, e agora, periga ver, querem falar de teorias em praticas que não tiveram, pior, colaboraram com o sucateamento das políticas públicas básicas, como em São Paulo, que tem suas entidades públicas propositalmente falidas, para não dizer da alta grana das privatarias que ninguém sabe onde foi parar, ninguém viu, ninguém investiga a chamada “máfia russa” das privatizações-roubos paulistas-paulistanas.

Quem é que vai pagar por isso? Que partido de forma direta ou indireta mais lucrou com isso, inventando os podres poderes dos new-richs? Pensar pode.

No mesmo contexto, professores com curso superior ganhando menos do que policiais com ensino médio (e a segurança pública também falida), enquanto a sociedade ainda sofre as seqüelas do falso “sucesso” do Plano Real, os milhões de desempregados, mais uma impunidade generalizada, falências gerais, máfias e quadrilhas neoliberais governando os governos, e, no contexto, pais incompetentes que geraram filhotes ímprobos também palpitando para encobrir erros familiares graves, e, ainda, os governos trabalhando com uma educação que se vale de estatísticas, dígitos, quando são seres humanos que trabalham com outros seres humanos, numa área que deveria buscar um humanismo de resultados, para uma educação vivenciada com rumos de investimento ético-comunitário para comunidades carentes.

O professor mal remunerado, numa escola pública propositalmente sem estrutura (mais a terceirização neoescravista no entorno pouco funcional), os filhos da sociedade se matando para sobreviver e pais pedindo demissão de serem pais (despejando os filhos mal educados na escola), uma mídia jogando contra (interesses escusos), um bando de incompetentes com poder opinativo dando palpites sem conhecimento da dura realidade histórica, algumas áreas acadêmicas com visões de gabinetes não vendo o professor enquanto ser e humano também, numa sociedade decrépita e um corpo discente carente em função de tudo isso, e, quando se vê, a policia incompetente não é culpada pelo grave aumento da violência, mas o professor é culpabilizado pelos problemas graves do ensino público?

O que há por trás de tudo isso? Quem quer enganar quem? Uma impunidade generalizada de impunes ex-presidentes a ex-governadores e ex-prefeito, juizes corruptos e ladrões soltos, e ninguém fala na falência de uma justiça filha da elite que, amoral, sim, tarda, falha, é tendenciosa e parcial, principalmente entre os corruptos e ladrões membros da pior oposição que o Brasil teve, a oposição ao governo federal.

Porque o governo federal pauta uma reforma educacional investindo como nunca no professor, é que antros de máfias e quadrilhas querem desviar o foco do investimento visando lucros impunes, desmoralizando uma categoria que sempre está na ponta do problema, quando havia tempo em que um professor ganhava o mesmo do que um juiz, e os nossos magistrados marajás nunca são culpabilizados pelo que geram de impunidades por atacado. O que isso quer dizer?

Vamos malhar o professor que é agora o inventado “culpado de ocasião” por incompetência de nefastas políticas públicas suspeitas (como em São Paulo tucano-liberal do DEMO); vamos desviar alta verba da educação para propaganda política enganosa; vamos falar em choque de inclusão, gerenciamento, balelas, enquanto isso o povão, claro, vai continuar votando nos mesmos, tudo continua como está, como em São Paulo em que professor ganha trinta por cento a menos do que no Piauí, e, pior, a falência do estado generalizada (empresa estão indo embora pois o estado cresceu só três por cento quando o Brasil todo cresceu quase sete por cento), e assim, as funestas e hipócritas políticas neoliberais – apoiadas pela FIESP, OAB, Rede Globo e agiotas do capital emboaba – vamos desmontando o estado, sem prover o povão de alguma maneira, e assim, quebrando a escola, daremos o filé da enorme grana federal (que o governo banca disponibilizar), para ONGS suspeitas, amigos do alheio fingindo de amigos da escola (ex-secretários e ministros da Educação hipócritas e sujos), empresas grandes desviando altas verbas do fisco para cênicos investimentos fantasmas montados, embustes financeiros camuflados para roubar o Imposto de Renda, e assim, tudo continua como está, todo mundo ganha, menos a educação pública propriamente dita, e, como precisa mesmo sempre aparecer um culpado para ser malhado, fica todo problema na mão do professor que, mal remunerado, se matando para sobreviver, acúmulos vários (vários empregos), saúde debilitada, vendendo de Avon a bijuterias, e assim caminha a mediocridade imediatista de se pensar a categoria dos professores como única culpada de ocasião, quando é vitima da situação toda e nunca devidamente provido salarialmente, para que, afinal, a mentira deslavada saia ganhando e o modelito do estado mínimo (da força da grana que ergue e destrói coisas belas) ganhe potência midiática entre os podres poderes.

Professor? Respeito muito suas lágrimas.

E os Direitos Humanos dos Professores da Escola Pública?

-0-

Silas Correa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.br
Teórico da Educação, Jornalista Comunitário, Coordenador de Pesquisas da FAPESP-USP em Culturas Juvenis

Inserida por poesilas

A escola pública hoje está ao alcance de todos, pena que a educação ainda não esteja.

Inserida por professornilo

⁠⁠Escola pública com ar condicionado. Ali com 30 alunos divididos em opinião. Os desforradores dos bens públicos com espírito de compensação por entenderem que pagam imposto. Ligam o aparelho no 12. O professor falando com dificuldade de respirar, mas ai dele se pedir para desligar. Atrairá o ódio e repulsa de muitos deles e a aula ainda será perturbada pelos os que não querem o ar condicionado fazendo pressão para o professor mandar parar. Como, se o controle eletrônico está na mão do usurpador da liderança? Pois é, porém colocar os aparelho de ar condicionado e não usar não tem sentido, né? E o que é mais importante? Assim como o limoeiro da calçada tem que suportar o peso do marmanjo viciado na alegria da gratuidade, tirando o limão ainda verde para ser ele o primeiro beneficiado. E nem se importa com o cachorro dentro do muro espumando de tanto latir, já que também nem se importa com os olhares de reprovação dos transeuntes. Pessoas viciadas no gratuito não sabem votar no melhor candidato São elas que nos dão a liderança que temos.

Inserida por Kllawdessy

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