Enquanto o Sol Brilhar
É interessante o paradoxo do crescimento evangélico. Enquanto aumentamos em números, a influência na sociedade diminui. Isso prova que o Evangelho não está crescendo, mas o projeto pessoal de algumas lideranças. Pois, onde o Evangelho cresce a sociedade é impactada e transformada.
Enquanto não chega o seu momento, aprenda a celebrar e se alegrar com as conquistas daqueles que estão a sua volta.
Inflama-nos, Senhor, sacode-nos, nós te suplicamos!
Enquanto o mundo perece, nós, indiferentes,
Seguimos o nosso caminho,
Sem rumo, sem paixão, dia após dia,
Inflama-nos, Senhor, sacode-nos, nós te suplicamos!
Todo ser humano nasce com uma sede por significado e propósito, e enquanto ele não se mover no propósito pelo qual veio a existir viverá triste e errante pela vida.
O Natal deve ser um evento diário enquanto estamos peregrinando no mundo. Cristo deve nascer todos os dias em nossas vidas, em um processo de transformação constante, até que se alcance a plenitude de Cristo em nossas vidas.
Enquanto a igreja continuar celebrando talentos e não o caráter, ela sempre estará embaraçada em escândalos.
Que Evangelho é esse, que você só ama a pessoa enquanto ela faz parte da sua instituição; mas quando ela se afasta ou troca de instituição, ela já não presta mais para você?
Enquanto o seu coração estiver nos tesouros do mundo, você jamais experimentará os tesouros do céu.
Não haverá espaço para manifestação do vinho novo de Deus enquanto não abandonarmos as velhas mazelas da religião.
Enquanto Saul usava o trono e a coroa sem Deus, Deus usava Davi sem o trono e a coroa.
Assim tem sido algumas lideranças no decorrer da história do povo de Deus.
Enquanto o calvinismo sataniza os seres humanos pós-queda, o newpentecostalismo insiste em exaltar a criatura.
O Problema do Mal
O paradoxo de Epicuro:
- Deus, enquanto onisciente e onipotente, tem conhecimento de todo o mal e poder para acabar com ele. Mas não o faz. Então não é onibenevolente.
- Deus, enquanto omnipotente e onibenevolente, então tem poder para extinguir o mal e quer fazê-lo, pois é bom. Mas não o faz, pois não sabe o quanto mal existe e onde o mal está. Então ele não é omnisciente.
- Deus, enquanto omnisciente e omnibenevolente, então sabe de todo o mal que existe e quer mudá-lo. Mas não o faz, pois não é capaz. Então ele não é omnipotente.
Uma resposta ao paradoxo de Epicuro usando a resolução de Agostinho de Hipona baseada na analogia com a sombra:
Assim como a sombra é a ausência ou privação de luz em uma determinada região, o mal é visto como a ausência ou privação do bem.
Agostinho argumentou que Deus é a fonte de todo o bem e, portanto, não pode ser a causa direta do mal, assim como a luz não é a causa direta da sombra.
Quando um objeto bloqueia a luz, cria-se uma sombra na região oposta, onde a luz não pode alcançar. Da mesma forma, quando os seres humanos se afastam do plano divino e fazem escolhas que se desviam do bem, o mal surge como uma consequência dessa privação.
Nessa analogia, o mal não é uma entidade ou substância real em si mesmo, assim como a sombra não possui uma existência independente da luz. Em vez disso, o mal é considerado como a falta ou a ausência do bem, assim como a sombra é a ausência de luz.
Agostinho também relacionou o livre-arbítrio humano ao problema do mal. Assim como os objetos podem bloquear a luz e criar sombras com sua presença física, os seres humanos têm a capacidade de escolher entre o bem e o mal através do livre-arbítrio. Essa escolha pode resultar em ações que causam sofrimento e privação de bem, assim como a sombra é resultado do bloqueio da luz.
Portanto, a Resolução Agostiniana sugere que o mal não é uma entidade independente, mas uma privação ou ausência do bem que surge quando os seres humanos se afastam do plano divino. Essa abordagem busca reconciliar a existência do mal com a crença em um Deus todo-poderoso e todo bondoso, apontando para a importância do livre-arbítrio e das escolhas humanas na manifestação do mal no mundo.
Pense nisso, cuidado com os predestinacionistas e ateus, e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O calvinismo não é bíblico, nunca foi e nunca será enquanto não abandonar a incondicionalidade! Esse é o primeiro de muitos passos que ele terá que dar para ser bíblico é ortodoxo. Por enquanto, o calvinismo e apenas um grande esforço de engenharia teológica humana, numa tentativa desesperada de acomodar e adaptar as Escrituras e Deus em um esquema determinista e fatalista.
O Brasil está em um nível de insanidade inacreditável! Enquanto muitos patriotas foram condenados por "terrorismo", os verdadeiros terroristas (hamas) são defendidos pelos que condenaram os patriotas.
