Enquanto o Sol Brilhar
Imagino cada coisa
enquanto te escrevo,
que nem te conto
e nem te conto,
A cada vírgula que escrevo,
É enquanto te imagino,
O meu toque no seu corpo divino.
Ainda agora enquanto fazia a barba me lembrava da figura do araque. Quem era o araque? Araque era tipo, a grosso modo, policiais genéricos. Deixa explicar melhor, certos indivíduos que possuíres de armas em casa que na intenção de guardar a residência, se defender de possíveis e potenciais bandidos de todos os lados, possuíam arma de fogo, com a mesma naturalidade como quem possuía um guarda-chuvas, o passado havia um certo abrandamento nesse sentido, pelo que vejo, não havia a exigência do porte de armas, qualquer um possuía em casa. Meu pai, inclusive, possuía uma, um três oitão, como se diz, popularmente, na gíria corriqueira, que diariamente polia, alisava com carinho, e punha óleo de maquinas Singer, para ta sempre calibrado, lubrificado na hora de atirar, hoje tenho a maior ojeriza a armas. Uma vez o vi atirando na rua, embaixo da calçada do vizinho, eram uma dez, onze horas das noite, pouco depois de fechar a venda, e o vizinho e o povo nem ai, era uma coisa banal de ver e ouvir, corriqueira, nada demais, perguntei: - Pai que é isso? Ele respondeu: - Bala fria! Depois eu soube que eram balas imprestáveis que podiam falhar na hora que precisasse. Mas, se não prestava era só jogar no lixo, mas, na cabeça dele tava jogando fora e aproveitando e treinando a pontaria, pratico! Mas, voltando a historia dos araques de policia, eram civis, possuidores de armas de fogo que pra não perder o dinheiro pela comprar do armamento de nenhum uso, ou uma vez na vida, graças a Deus, e por assistirem muito filme de ban-bang, certamente, sei lá, se ofereciam para ajudar os policiais de verdade. O comissário de onde eu morava, esse cargo deve ter sido extinto da policia, pois não ouvi mais falar, tinha uns cinco a seu dispor, que por questão de ética vou omitir os nomes, ou apelidos, iam buscar os malfeitores na unha, fosse onde fosse, bastava serem requisitados, o comissário e seus e esses bravos voluntários. E o mais interessante, soube que não ganhavam nada, serviço voluntario feito os dos hospitais, só que era atrás de bandido, algo mais dinâmico. Sei não hein? Duvido muito. Como é que o cidadão no conforto de sua casa e segurança, vai procurar sarna pra se coçar, sair trocando tiros por ai , se arriscando a morrer ou ficar aleijado, como se estivesse jogando vídeo-game. Só que tudo é muito real, ele lá. Pô do distintivo, na boa, fazia uma vaquinha, dava algum pros caras no final do mês, que davam a maior força, ali feito super homem, homem aranha, da TV, eram meus heróis de carne e osso, eletrizante, muito corajosos. Mas, sempre pergunto a policiais da reserva, insistindo em saber, sempre que tenho oportunidade e sempre me dizem, que, realmente, não ganhavam nada realmente, que os caras eram doidos mesmo, só pelo prazer da aventura, status, do que achava que é certo. Hoje vejo falar de milicas, policias de farda, agindo como se não fosse. Saudade desse Brasil mais puro e inocente de outrora.
As pessoas não pensam em termos de informação. Elas pensam em termos de narrativas. Mas enquanto as pessoas se concentram na história em si, as informações vão surgindo.
Enquanto barganha com a dor, ela fica. Ame-a e ela lhe transformará. Não esquece, na dor está o orgulho, a inveja, o apego, a prepotência, a vaidade e a arrogância.
É tão injusto! Porque pessoas incríveis se sentem quase o tempo todo como um completo lixo. Enquanto outras andam por aí se achando as melhores que há no mundo.
Enquanto eu te olhava, dentro de mim ardia um desejo de ter te conhecido em outras épocas. Naquelas em que eu ainda conseguia acreditar no amor; quando eu não tinha medos, nem mesmo de me arriscar. Gostaria de ter te conhecido antes, quando eu ainda tinha um coração inteiro. Sorry, sorry por todo esse estrago. É que agora não consigo mais amar. E, quando você diz que me ama, não há nenhuma ficha extra de confiança que me faça acreditar. Então, tudo o que sobra é aquela única palavra que eu ainda consigo te dizer: sorry.
...enquanto a nação não tiver consciência de que lhe é indispensável adaptar à liberdade cada um dos aparelhos do seu organismo de que a escravidão se apropriou, a obra desta irá por diante mesmo que não haja mais escavos
NÓS ENQUANTO MATÉRIA, NÃO PASSAMOS DE FRÁGEIS SEMENTES, QUE DESENVOLVEM-SE NOS ESTRUMES DOS NOSSOS ANTEPASSADOS, POIS NASCEMOS, CRESCEMOS, BROTAMOS E MORREMOS.
ASSIM NOS TRANSFORMAMOS EM ESTRUMES PARA NOSSAS FUTURAS SEMENTES.
Os adultos muitas vezes ignoram as crianças, porque elas buscam a verdade; enquanto eles fogem dela.
"Te amo...", ela fala baixinho no meu ouvido enquanto nos despedimos, depois do apressado café da manhã, numa morna manha de 5ª feira. "Eu também. Mais do que você imagina...", digo. Sem pensar nem nada. Simplesmente saiu. Tudo soa como um banho quente, daqueles que arrepiam quando você entra e não sente mais vontade de sair. Ela para um lado, eu para o outro. Como sempre. Não olho p´ra traz, só ando... em direção a rotina, em direção ao que sempre faço... sigo a mesmice. Subo. Sento-me aqui para escrever estas débeis linhas, que irão me angustiar num futuro distante. Vejo a cara do meu filho estampada na proteção de tela... Suspiro... Suspiro sem parar... Todos vão chegando, escondo estas linhas... Brinco com a aliança... Debruço sobre a mesa... É hora de regressar... ... Já passou... estou de volta.
É o ar que euu respiro
é a minha queda aos seus pés
essa e a minha musica
eu canto enquanto você vai embora
Todos as minhas esperanças e sentimentos
nesse momento tão claro
você e a unica,
minha lua, minha estrela meu
É você, sem nenhuma duvida, a criadora
dessa primavéra que há em mim
aqui fora
na espontaneidade de nós dois
Posso errar vezes sem conta, posso até quase nunca conhecer o sabor da felicidade, mas enquanto me aperceber do erro e me esforçar por melhorar, não serei infeliz... Porque desistir é sempre a pior derrota!
