Enganos da Vida
Podemos enganar o medo, esconder a tristeza, suporta a dor, desviar de algumas lutas da vida, e ainda assim estaremos a merce de novas diretrizes que nos capacitem a ter uma conduta em que não passemos ah vida a ludibria-la, em vez de realmente vive-la, pois o maior ilusão esta em apenas sobreviver e não realmente viver, pois o viver real é esta em CRISTO!!!
Um Mundo de Pilhérias
em qual sala secreta que rifaram minha vida?
em qual mesa de poker apostaram minha quimera?
em qual dia infame destruíram minha utopia?
com qual bebida cara brindam quem me degenera?
Meninos deificados em parcialidades magistrais
Comemoram e me odeiam em gritos parvos na cidade
Famintos por poderes , são minguados amorais
Em busca de prazeres que não dão publicidade
Entrei com os penetras no Coquetel dos poderosos
fui feito anfitrião em momentos inoportunos
Aceitos enquanto provedores de antegozos
Rifados quando sempre o status quo se faz de surdo
altiva dignidade embora em meio a miséria
cultivando as falácias de justiça pra ter norte
Esbanjando heroísmo em Um Mundo de Pilhérias
tateando no escuro pra encontrar quem se importe
Na vida existem 2 pessoas, as que enganam e as que são enganadas, mesmo que os propensos a ganhar a vida pareçam os que enganam, eles nunca se dão bem
A verdade não é sempre bonita; é às vezes feia mesmo, pois ela expressa a realidade da vida ou da existência das coisas. Quem se esforça para ser sempre bela, é a mentira, e, até certo ponto de sua existência, ela consegue ser, utilizando o engano como maquiagem.
Eu me enganei – Prosa
Achei que esse sentimento, não causaria nenhuma mudança em minha vida. Eu me enganei.
Eu me enganei, quando disse a você que minha vida estava do mesmo jeito que estava antes de conhecê-la.
Este sentimento me pregou uma peça, confesso que não esperava que isso fosse acontecer desse jeito.
Agora fico aqui imaginando, como será daqui para frente, sem ter você aqui do meu lado.
Eu me enganei.
Eu me enganei quando imaginava enxugar suas lágrimas e, com um beijo, te dizer que tudo está bem.
A verdade, é, que eu não estava preparado para vê-la chorar, me senti impotente, queria na mesma hora passar para o outro lado da tela para com minhas mãos, enxugar suas lágrimas, olhar nos seus olhos e dizer: “Tudo vai ficar bem!”
É, eu me enganei.
Eu me enganei quando pensei que você só correspondia esse sentimento por medo de perder nossa linda amizade, me enganei quando achava que eu estava fazendo papel de bobo alimentando esse sentimento dentro do meu peito.
Quantas foram as vezes que deixei de ser correspondido por garotas que não viam nada interessante em mim, mesmo eu sendo um rapaz romântico e educado. Eu me enganei quando achava que você não percebia isso em mim, tamanha é minha alegria só de saber que em você, eu tenho algo especial em mim.
Tenho me enganado a cada dia por pensar que esse sentimento só nos trará tristeza e dor, na verdade, eu espero que de alguma forma, esse sentimento a faça se sentir a cada dia uma mulher melhor e especial, pois é isso que você é para mim.
Tudo o que eu vejo me faz lembrar de você.
Se estou acordado, estou pensando em você, se estou perto, não quero sair, mas se eu estou longe, não aguento de tanta saudade.
Para mim, só de ver você, é mais que suficiente. Por favor, não se engane, esse sentimento que tenho por você é puro e verdadeiro.
Não acho que isso seja proibido, na verdade, isso é o mais puro e perfeito amor.
O amor não busca os seus próprios interesses, não se exaspera, tudo sofre, tudo crê e tudo espera. Tudo suporta.
Eu me enganei quando pensei que isso não era amor.
Não se engane, você também não acha que talvez isso seja amor?
Você conhece o amor?
Eu me enganei.
Na minha vida tudo mudou.
Que saudade de você.
Existem dois de mim: existe o “eu novo”: vida louca, rock and roll na veia e que vive de maneira intensa e até mesmo inconsequente, já que o meu “eu velho” deve, no futuro, consertar as merdas que eu faço hoje.
Pois é, existe sim o “eu velho”, que não se excede, que guarda dinheiro, que não sabe o que é vida louca, que jamais viaja, que não acorda de ressaca e que espera, ansioso, para aproveitar as coisas inerentes ao “eu novo”. Isso quando ele tiver tranquilidade.
Mas afinal de contas, o que é tranquilidade?
E se não der tempo do “eu velho” acudir o “eu novo”?
E se o “eu novo” morrer antes que o “eu velho” possa materializar-se em um ser humano intenso?
E se o “eu velho” simplesmente estiver entediado e não quiser sair na defesa do “eu novo”, relegando-o ao ledo esquecimento?
Afinal de contas, quem explora quem na minha cabeça?
Penso que o ideal é que os dois um dia se conheçam, e que tomem uma cerveja juntos, em algum boteco leviano, em pleno centro da cidade.
Para viver em estado de poesia
Me entranharia nestes sertões de você
Para deixar a vida que eu vivia
De cigania antes de te conhecer
De enganos livres que eu tinha porque queria
Por não saber que mais dia menos dia
Eu todo me encantaria pelo todo do teu ser
Graças a Deus que estou doido...
Que se sabe da vida?...
Dizem que finjo ou minto...
Eu simplesmente sinto...
Tudo o que sonho ou passo...
Nem sentes...
O vento levará os meus mil cansaços...
Ainda correm lágrimas...
Na soledade pensativa...
Escondida...
Disfarçada em sorrisos...
Sei que nada me é pertencente...
E lá fora na estrada...
Pensando coisas profundas...
Compreendo que sou livre...
Livre ando de enganos...
Mas de olhos postos nas coisas, distraído...
Aberto por um vento muito brando...
Acolhendo sempre um pouco de mim mesmo...
Mistério maior é este
que liga a liberdade e o homem...
Acendendo a Deus este segredo...
Fazendo-me feliz eternamente...
Sandro Paschoal Nogueira
Imenso e fundo...
Desta meia vida...
Olhando o mundo...
Não põe fé...
Ao que observa e recolhe...
Em busca do que sonha...
Ou no que pensa que é...
Nu...
Sem cárcere e sem véu...
Em que tudo é força e calma...
Por obra da misericórdia...
Agarra-se a Deus...
Vida...
Em pedaços repartida...
Entre chegadas e partidas...
As saudades abrem as feridas...
Amarras...
Loucuras...
Perto ou distante...
Reconhece e inventa...
Nas palavras que diz...
Sua ventura...
Onde é que dói este ferimento mortal?
Passa perto...
Passa longe...
Entre o bem e também o mal...
A luta é apenas uma espécie de regresso...
Um sopro...
Um alento...
A terra que não muda...
Dá a vida e devora...
Apenas segue...
Entre as perdidas horas...
E de súbito...
Na rua que segue, tropeça...
Ri da noite embebecido...
Afinal o ocorrido...
É apenas mais um tropeço...
Dos sonhos e enganos...
Do menino desconhecido...
Vê...
Que aida há pouco...
O vento limpara o céu anoitecido...
E assim no tempo de não sei quando...
Às estrelas confessa o teu tédio...
De ver o longe tão perto...
E não achar-se reconhecido...
É só um vagar...
Entre uma lágrima...
E um sorriso...
Sandro Paschoal Nogueira
"A vida me ensinou que o sentimento da perda é tão forte, que comecei sentir falta do que nunca foi meu".
