Engano

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“Quando alguém trai quem o ama por quem só o usa, descobre no fim que o castigo do engano é acordar só no próprio vazio.”

O grande engano do nosso tempo é acreditar que ser visto é o mesmo que ter valor.Que receber validação ( curtida)é o mesmo que ser respeitado e desejado. Confundir simpatia e educação como flerte e/ou interesse.
Uma chama ilumina um ambiente por um instante,um farol orienta gerações. Ambos são vistos mas apenas um tem propósito significativo.

Se o mundo é de enganos, se a vida é de ilusões, se na terra a felicidade do homem está nas ilusões dos sentidos, e nos enganos da alma, eu quero iludir-me e enganar-me para ser feliz.

O sorriso sincero é aquele do olhar. Este é impossível de ser enganoso, pois reflete a leveza do coração que o emite.
Ao oferecer um sorriso, faça-o com o olhar, pois nem tudo que os lábios oferecem, refletem o que o coração sente.

O engano espera que não prestemos atenção.

Cometer erros é uma parte normal da condição humana. Repetir o mesmo engano duas vezes pode ser motivo de preocupação, mas é compreensível. No entanto, ao repetir o mesmo erro pela terceira vez, é imperativo que você faça uma mudança em si mesmo imediatamente, exceto em atividades que requerem uma precisão extrema!

Um adágio popular diz: ‘A mulher enganou até o diabo.’ Um provérbio ultramoderno que eu criei diz: ‘Foto de rede social engana todo mundo, inclusive o Satanás!

Por vezes, ponho duas refeições sobre a mesa, embora eu viva só.
É um pequeno engano que concedo ao coração: por alguns instantes, imagino que há alguém comigo, e a solidão se torna menos severa.


Com o passar dos dias, o gesto tornou-se hábito; ainda assim, toda vez que o repito, algo em mim se comove.


Talvez esta seja minha única maldição: preparar um lugar para quem jamais há de vir.

Não reconhecer e admitir o engano é o pior dos enganos.

Não é encantador
o causador
de tanta dor
nem é verdadeira
a máscara
do engano
porém o amor
é a própria comunhão
de quem passou pela dor,pelo engano
e pela paixão...

O sprectro da máxima valia,
O engano é comum.
A verdadeira face é oculta mesmo Poliformismo os espaços de meias verdade são maniouladas e expostas para tenha vantagem.
Por isso a educação virtual é importante.
Pois ética nos moldes da base da humanidade importante para prósperar com moralidade.
Mesmo haja vista da existência social tem ser absorvida.
Para não tenha manipulação.
A escolha seja por planos consciente e corretos.
Se disser politicamente correto já se encontra mais valia.
Tudo que está acontecendo ou acontecerá é um plano de interesse.

O ESPÍRITO QUE TENTOU ENGANAR KARDEC.
QUANDO A LUZ É PROVADA PELO ENGANO.
Há um equívoco recorrente entre os que apenas tangenciam o estudo espírita. Supõem que o contato com o invisível, por si só, confere autenticidade às comunicações. Entretanto, a experiência metódica demonstra o contrário. O próprio Allan Kardec, ao erigir os alicerces da Doutrina, enfrentou não apenas a ignorância dos homens, mas também as sutilezas dos Espíritos imperfeitos.
Durante o período preparatório que antecedeu a publicação de O Livro dos Médiuns, Kardec submeteu-se a um rigor investigativo incomum. Recebia comunicações de diversos grupos mediúnicos na França, analisando-as com método comparativo, crivo moral e lógica inflexível. Foi nesse contexto que emergiu um episódio emblemático.
Um Espírito, revestido de linguagem refinada e aparente elevação, passou a manifestar-se com frequência. Suas mensagens eram adornadas por elogios dirigidos ao Codificador, insinuando uma proximidade intelectual e moral que, à primeira vista, poderia seduzir os incautos. Prometia revelações inéditas, como se a verdade pudesse surgir isolada, apartada do consenso espiritual superior.
Todavia, havia um elemento dissonante. Sob a superfície elegante, insinuava-se a vaidade. A mensagem não irradiava a serenidade característica dos Espíritos verdadeiramente elevados, mas antes uma necessidade velada de aceitação e autoridade. Kardec, fiel ao princípio da vigilância racional, não se deixou enredar pelo fascínio da forma.
Aplicou então o princípio que se tornaria uma das colunas epistemológicas do Espiritismo. O chamado controle universal dos ensinos dos Espíritos. Nenhuma comunicação deveria ser aceita isoladamente. A concordância geral, obtida por meio de múltiplos médiuns sérios, em diferentes contextos, era a única garantia contra o erro.
Ao confrontar aquelas mensagens com outras provenientes de fontes independentes, surgiram contradições inequívocas. O suposto mensageiro não sustentava coerência doutrinária. Sua fala oscilava, revelando intenções pessoais disfarçadas de ensinamento superior.
Nesse ponto, manifesta-se a grandeza moral do Codificador. Não houve indignação, nem vaidade ferida. Houve lucidez. Ele identificou tratar-se de um pseudo-sábio, um Espírito ainda preso às ilusões do orgulho, que buscava legitimar-se por meio da associação com um nome respeitado.
Como ele próprio registra em O Livro dos Médiuns, capítulo XXIV:
“Os Espíritos superiores nunca se ofendem com a dúvida. Somente os Espíritos imperfeitos querem impor suas ideias.”
A reação de Kardec não foi apenas rejeitar a comunicação. Ele a estudou. Dissecou-lhe os mecanismos. Transformou o episódio em ensino. Demonstrou que a mistificação espiritual não é exceção, mas possibilidade constante quando falta critério.
Essa vivência deu origem a uma das advertências mais sólidas da Doutrina. A de que nem todo Espírito instruído é moralmente elevado. Inteligência e virtude não caminham necessariamente juntas. Um Espírito pode possuir vasto conhecimento e, ainda assim, estar moralmente comprometido pelo orgulho ou pela ambição.
O caso também reforça um dos pilares mais seguros do pensamento espírita, consagrado em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XIX:
“A fé raciocinada é o único meio de não ser enganado.”
Não se trata de ceticismo estéril, mas de discernimento ativo. A fé, para ser legítima, deve submeter-se ao exame da razão. A aceitação passiva é terreno fértil para a ilusão, tanto no mundo material quanto no espiritual.
Esse episódio, longe de diminuir a figura de Kardec, engrandece-a. Revela um método que não se curva à autoridade, nem mesmo à autoridade invisível. Mostra que a verdade, no Espiritismo, não se impõe. Ela se confirma pela universalidade, pela coerência e pela elevação moral.
Assim, permanece uma lição de vigilância perene. O intercâmbio espiritual não dispensa o julgamento criterioso. Pelo contrário, exige-o com ainda maior rigor. Pois, se na Terra as aparências enganam, no mundo dos Espíritos elas podem ser ainda mais sutis.
E é precisamente nesse crivo severo, onde a razão interroga e a moral julga, que a luz deixa de ser promessa e passa a ser conquista.
Fontes
KARDEC, Allan. Le Livre des Médiums 1861. Capítulo XXIV. “Des contradictions et des mystifications”.
KARDEC, Allan. Revue Spirite. Agosto de 1861. “Les Esprits trompeurs”.
KARDEC, Allan. L’Évangile selon le Spiritisme 1864. Capítulo XIX.

“O pensamento engana.
Quem vigia o pensamento
desarma o engano.”

⁠Abraão mentiu, mas não permaneceu mentindo. Jacó enganou, mas não permaneceu enganando. Davi adulterou, mas não permaneceu adulterando. Pedro negou Jesus, mas não permaneceu negando. Precisamos entender que uma coisa é pecar, e outra coisa é permanecer na prática do pecado. (1º João 3.9 ARA).

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Falso pastor não tem coração.
Tem engano.
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Rouba em silêncio e ignora sua dor.
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Se te traiu, é adúltero.
Se te bateu, é agressor.
Se te enganou, é mentiroso.


Em resumo: não é homem de Deus.⁠

Só cansado...




Já fui louco, até descobrir que foi um engano,


Já estive triste, até entender que era somente uma passagem,


Já fiquei preso, até entender que as chaves estavam nas minhas mãos,


Já corri muito olhando para o espelho sem entender que era o sentido contrário o verdadeiro caminho, então parei e entendi que eu estava simplesmente cansado.

“Buscar bênção sem conversão é construir sobre areia — o dia da prova revelará o engano.” Mateus 7:24-27.
– miriamleal

Quem não presta contas a Deus vive como servo do engano.


Deus não promove infiéis; Ele revela e remove.

Porque os dias são maus.
Paulo reconhece que vivemos em um mundo caído, com distrações, enganos, pressões e frieza espiritual. Se não formos intencionais, o tempo escorre pelos dedos e o coração se esfria sem perceber. Miriamleal