Encontro entre Amigos
Só há uma maneira correta de melhorarmos as condições do mundo:o cooperativismo entre todas as nações.
A diferença entre a tentação e o pecado, é que a tentação te faz querer, mas te aponta o limite. Já o pecado ultrapassa qualquer limite e ainda te joga à plena consciência.
O tempo que se esvai como areia entre os dedos e passa pelo anseio da razão, que dói ao atravessar a procura pelo fim, é apenas um sorriso.
Entre as bobagens que eu falo, digo o que sinto, seja o que for. Mas é no instante que eu me calo que converso sobre o amor!
Isabelle & Pedro
Pedro e isabelle, moram no mesmo jardim
Regados ao mesmo amor entre violetas e jasmim
Isabelle uma linda rosa, Pedro um belo beija-flor
Perfume de muita graça, asas de carinho um beijo abraça
Fazendo vir quem já voou, irmãos gerados de um amor
Isabelle ao primeiro encanto exala um perfume
Encantos de um ser que voa sem saber o que virá
Na aparência algo se tem de descobrir
Toques de diferente canção
Natureza que a vida exerce
Do indiferente os une numa mesma comunhão
Ainda que na verdade eu me confesse
Eu juro...
São seres feito com o amor do coração.
A cada momento que existo tenho que escolher entre um caminho e outro, e são as minhas decisões que tornam a vida tão cheias de encontros... e desencontros.
Fingir que acabou, fingir que não tem mais nada haver entre nós dois, você não entenderia o que eu quero te dizer,
Só contesto o incontestável. Não é a vida uma eterna batalha entre o bem e o mal, possível e impossível? A vida é paradoxal.
No fim das pontas há pedaços de durex pra que elas passem com facilidade entre os pequenos buracos do tênis e mesmo assim continuo a pisar, no cadarço, em pessoas por aí. Esse parece ser o melhor modo de aquecer os pés, em vez do chão frio fico por cima delas, são quentinhas que nem bauru feito na hora.
No fim das honras, em ocasiões especiais, me arrisco a andar descalça sobre as costas de algumas pessoas, principalmente quando você diz que vai dormir comigo, como poderia subir na cama com pés gelados? Logo cedo eles derreteriam e com o lençol encharcado poderíamos morrer afogados.
No fim das dobras ainda sou naife, quebro duas ou três costelas em que vou pisando enquanto esquento o calcanhar, elas emborcam para fora como farpas e me arranham. Tenho acordado sempre com vergões, amanhece, finjo que fui eu mesma e ainda penso ‘preciso cortar as unhas’, sendo que o ideal seria o corpo todo, acabar com essa aflição.
No fim das contas não há números, e mesmo que houvesse, eu nunca fui boa em calcular. Só sei que você faz falta, não me pergunte por quanto tempo, são tantas horas seguidas a cada dia.
Quando você não está por perto deslizo pelas ruas com meus pés de gelo fingindo ser um elegante patinador.
Tingi de negro, entre as letras já escuras, como se fosse necessário as esconder, de mim, de você, do nós.
Molhei com leite seus manuscritos feito bolacha maizena como se fosse mais fácil assim os digerir.
Bati sua cabeça no tanque até todo sangue escorrer pelos olhos, enchendo dois baldes azuis e um anil.
Pintei as paredes de vermelho como pediu, pena que não está mais aqui para ver o esforço que fiz por você.
Eles se despem ondulando desesperos por entre buracos na estrada, tapados com terra-sangue de crianças desnutridas de amor.
Você desafortunada repousa em pianos, como se cada arpejo morresse depois dos toques terríveis de seus dedos.
Eu ainda temo, porque o que passa é sempre literatura que não da pra vender, então as jogo a frente, pra ter onde pisar e não cair em abismos.
Ela pergunta o que estou fazendo respirando, como se fosse tomar por charme o seu próprio ar.
