Encontro entre Amigos

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Na gestão de catástrofes, a logística reversa constitui uma ponte entre o caos e a esperança, alinhando o material às necessidades humanas e convertendo vivências em aprendizagem contínua.

Mentalidade Vencedora, é uma fusão entre foco, consciência, autorresponsabilidade e alta performance.

Poema- Canção da mata








Por entre as veredas longas onde o vento se deita, ergue-se o dia lento, qual velho camponês curvado, e a terra, vermelha e viva, abre o peito ressequido para acolher o suor do homem que nela põe seu fado.


Nas brenhas que o sol coroa, canta o sabiá sereno as folhas, de tão antigas, guardam segredos do tempo, e o rio, que nunca apressa, leva em suas águas mansas
as dores de quem labuta e o amor de quem é atento.


Eu, filho destes sertões, que o mato abraça e consome, carrego o peso da enxada como quem carrega o nome.
Mas quando a tarde desmaia num tom de ouro e púrpura, meu peito se firma e canta — pois é em ti que a alma pulsa.


Ó minha doce senhora, flor que Deus plantou na sombra, teu olhar é brisa leve sobre o rosto de quem sofre;
e teu riso, fonte clara onde até a saudade dorme, é consolo para o homem que vive entre céu e os rochedos.


Aqui, onde o chumbo das nuvens ameaça as madrugadas e o trovão, senhor antigo, açoita o rancho de barro, amo-te com força brava, tal qual o vento das matas que rasga folhas e troncos, mas nunca perde o passo.


Se a vida, por vezes, pesa — qual saco cheio de milho — tu és o alívio doce que ponho sobre o ombro.
És o canto que me guia pelas sendas do destino, és o lume da esperança quando o mundo fica assombro.


E juro, diante da lua, testemunha das distâncias, que hei de te amar, minha bela, enquanto o campo florir,
enquanto houver rio que corra, e o sabiá tenha canto, e o roçar da noite antiga lembrar-me de te sentir.


Pois ainda que o tempo passe, e a roça tome meus dias, teu nome, qual prece antiga, minha alma há de repetir.
E quando o sol, já cansado, encerrar minha jornada, serás tu, minha morena, meu derradeiro sorrir.

Existe entre os seres humanos um sentimento tão sublime capaz de encantar e mudar os rumos da vida.
Para que este sentimento se manifeste, basta apenas um olhar ou um gesto afetuoso para acionar o código que vai abrir a porta de corações fechados pela desconfiança, sofrimento ou desilusão.
O desejo de amar é a senha deste código que tem o poder absoluto de nos tornar seres especiais.
Quando isto acontece duas almas gêmeas se encontram e os corpos interagem melhorando os batimentos cardíacos e realizando uma explosão de sensações como euforia, desejos, confiança, contentamento, prazer e alegria.
O pensamento em perfeita harmonia com a paz interior e o otimismo é capaz de criar um encontro que proporciona momentos de plena felicidade até nas coisas simples da vida.
Neste momento é como se o tempo parasse e um portal se abrisse para o recomeço na vida de quem tem debaixo da pele, 1,5 milhão de receptores que registram estas sensações que são transmitidas para o cérebro e o coração.
A partir deste instante os olhos se iluminam e passam a refletir a luz das estrelas.

Há tempo de falar
Tempo de ouvir
Mas entre o falar e o ouvir
Nada é mais grandioso
Do que sentir o silêncio.

Entre sem bater
E
Não bata para sair.

Nildinha Freitas ⁠

O pensamento voa
Voa tão leve como uma pluma
Flutuante e com graça
Entre um gole e outro fumaça
Um brinde a vida...

​"O silêncio não é apenas a ausência de som; é a pausa entre o estímulo e a resposta.⁠

Entre O Dormir e o Acordar, Morremos e Nascemos de Novo. O Sono é a Ante-Sala da Vida e Morte. Sòmente nossos SONHOS, rompem O Silêncio, Tragicômico de Nossas Vidas. Rolemberg.

Somos Todos, Cisnes de Um Lago Encantado. Entre Mergulhos, Alaridos e Silêncio, vamos lentamente saíndo de Cena... No nosso Palco da Vida... Rolemberg.

Mulheres amadas, bom dia...
Minha rosa amada.
Caminho segue deveras no hoje por entre espinhos,
de rosa de um passado! Hoje caule em desalinho,
no passado tu foste rosa de cores e autos brilhos,
no hoje é quase sanha, perde as pétalas nos caminhos...
Já fui dono do jardim, tive esta rosa nas mãos,
nos caminhos pedregosos de joelhos fui ao chão!
Chorei quando era nova. apenas lindo botão,
mas hoje choro ainda! Linda rosa, tens brilho em meu coração...
Espinhos que me feriram! Sangue escorreu se aos chãos,
nas lágrimas de dores antigas quando a rosa era botão,
ainda escorrem se hoje, nas lágrimas das devoções,
pois um amor verdadeiro! Não se esvai, com as lágrimas ao chão...
Mesmo tendo suas feridas. pra mim é rosa em botão,
desalinhado suas cores, vermelho é teu coração,
se me ferires de novo, meu sangue te brilham e então,
apenas quero de ti! Morrer eu em suas mãos...
Quando as raízes, o tempo, a ti tiver arrancado,
estarei ali juntinho! Nas pétalas de um passado,
em teu caule abraçado, morrerei apaixonado,
mesmo tendo me ferido, serei sempre o teu amado...
(Zildo de oliveira barros)15/04/13 13h00min

Êxtase


Quero voar e me perder entre as nuvens
Mergulhar profundamente até quase me afogar
Sorver a vida nas gotas da chuva
Correr livremente sem olhar para trás
Dançar no fogo e me perder de mim
Transcender o tempo e o espaço
E no final me aconchegar nos seus braços e dormir


Angélica F L Masullo

O mundo se divide entre os que podem e não fazem, e os que fariam, se pudessem.

Amava você,
mas algo em nós pesava mais que o próprio tempo.


Entre meus dias, meus filhos, minha história,
você era vento que não ajudava a seguir.


Agora caminho só—
com um silêncio que dói e alivia,
como quem fecha a porta
e finalmente respira

Entre o incômodo de uma mentira educada e uma verdade deselegante, o silêncio pode ser a melhor alternativa.

A potência para a ação se expressa através da alegria. Entre o grau máximo e o mínimo, definido como tristeza, existe a esperança, como potencial de seguir em frente, e o medo, sua contrapartida para o não agir. Daí porque chamada paraliz...ação.

Assusta-me mais o aético do que o antiético. Este último pelo menos conhece a linha divisória entre o certo e o errado, e isso se mostrará como o divisor de águas entre o agir e o não agir, já que está ciente das consequências. Já o aético seguirá cometendo atrocidades por não possuir o mecanismo que lhe permite entender a diferença entre um e outro,

Alguns têm dificuldade para fazer a escolha certa entre o que quer, o que pode, o que deve e o que convém. Imaginem algo como, por exemplo, perdoar alguém, onde minha natureza pacífica me diz que quero, a distância entre mim e o outro mostra que posso, já a realidade me aconselha que não devo, e o bom-senso me confirma que não convém, a menos que me mostre disposto a conviver com o inaceitável.

Entre quem você é e quem pode ser, e ainda como as coisas são e como poderiam ser, só há uma coisa a fazer: mexa-se!

PALADAR DAS LÁGRIMAS


Provei o silêncio que escorria entre minhas falhas,
Um gosto antigo, ácido — quase memória primordial.
Cada lágrima carregava um nome que eu esqueci,
E ainda assim… elas sabiam exatamente quem eu era.
No reflexo fraturado da noite,
Bebi o que restou de mim —
E descobri que o amargo também é um tipo de luz.


Há um estudo secreto no modo como caímos:
O chão não é punição — é um espelho invertido.
Os erros, mestres sem rosto, me ensinaram a mastigar a dor
Como quem degusta a origem do próprio destino.
E quanto mais ruía, mais eu percebia…
Que ruínas têm um idioma que só o coração partido entende.


Deixei os joelhos encontrarem o pó da terra.
Deixei meu peito rachar sem piedade.
E no paladar das lágrimas, sorvi
Um perfume de verdade crua —
O gosto do que somos antes de fingirmos força.
A tempestade me tomou pela voz,
Mas devolveu-me um canto que nunca ousei cantar.


Aprendi que a chama mais pura
Nasce do que a água não conseguiu apagar.
Que o pranto, quando sincero,
É o batismo que escolhe o seu próprio sacerdote.
Ali, no fundo da dor que me molda,
Compreendi que cada renúncia era um portal,
E cada portal — um retorno ao meu nome original.


No fim, não chorei mais pelo que perdi,
Mas pelo que precisei destruir para enfim me ver.
E quando a última lágrima tocou a minha língua,
O universo inteiro tremeu em silêncio.
Não era despedida — era nascimento.
Porque somente quem conhece o sal da própria alma
É capaz de criar mundos onde antes só havia sombra.