Ele
Como não observar o passado, ver que nossa trajetória juntos é uma dádiva doada por Deus, é ele quem nos concede o sopro e o tempo de vida. Lembrar os momentos de apoio de incondicional, refletir sobre à solidariedade, o firme propósito do companheirismo, os segredos guardados no incrivel compromisso de guardá-los para eternidade, nossos risos fáceis de se realizarem, estes ficaram presos em nossos corações, saber que poderei contar com cada um de vocês já enche meu coração de carinho e felicidade.
Boas festas hoje e sempre!
O sorriso não se veste de alegria nem se esconde na tristeza.
Ele é um gesto que respira entre o peito e os olhos, uma ponte tênue entre o que se sente e o que se mostra.
Nos olhos curiosos mora a pergunta: é falso ou é inteiro.
Lá, o brilho hesita, investiga, pede passagem — e o rosto responde com uma calma que não se explica.
Há sorrisos que se dão por excesso, como quem quer enfeitar o mundo; são fáceis, ruidosos, feitos para a plateia.
E há sorrisos que chegam como segredo, discretos, tão precisos que até o sábio se perde em dúvida.
O verdadeiro sorri sem querer convencer; ele apenas confirma que algo foi tocado — um afeto, uma lembrança, uma coragem.
Não promete certezas, apenas revela: por um instante, o coração se mostra, e isso basta.
Veja, o rio não é apenas água que corre — é memória em movimento. Ele arrasta lembranças como troncos partidos, mas não as guarda para contemplação. O rio sabe que recordar é prender-se, e sua essência é seguir.
Adiante, o mar do esquecimento se abre vasto, sem cais para lágrimas derramadas. Lá, não há repouso para a dor, porque o mar dissolve tudo em sua imensidão. O navegante, cansado de buscar direção, aprendeu a não olhar a bússola. Vai sem rumo, mas não sem coragem.
As ondas, que parecem formar imagens efêmeras, desfazem-se ao tocar o casco do barco. É o confronto inevitável entre o que se sonha e o que se vive. O navegante entende: não há permanência nas formas que a água inventa. Há apenas o fluxo, o instante, o agora.
O rio ensina a desapegar. O mar ensina a esquecer. E o barco, frágil mas resistente, ensina que viver é atravessar — mesmo sem destino certo.
Se você quer saber como é o verdadeiro caráter de alguém, observe como ele trata aqueles que não podem lhe trazer benefício nenhum.
O tempo tem um jeito curioso de ajustar as coisas. Ele não apressa, mas também não esquece. Cada palavra dita, cada gesto feito, volta, mais cedo ou mais tarde, no silêncio que ensina.
O grande dia sempre chega, e quando chegar, não haverá volta. O tempo cobra, mas faz isso com elegância: devagar, frio, e no exato momento em que a consciência desperta. IV
A vingança modinha é quando a ex quer mostrar que mulher incrível que ele perdeu do que a marmita fria que ele se livrou.
Não queira que o próximo lhe dê aquilo que você não conseguiu dar a ele. Sua exigência se tornaria vazia e sem mérito.
Não menospreze o poder grandioso da oração. Se não fosse por Ele, em horas de dificuldade extrema estaríamos sozinhos. Mas Ele não dorme e nem sai de perto. Ele abençoa.
Você é livre para pedir qualquer coisa a Deus. Seja maduro(a) para aceitar o fato de que Ele talvez não faça as coisas do jeito que você deseja.
Não é pecado sonhar. Devemos colocar todos os nossos desejos nas mãos do Criador. Ele nos dará tudo o que precisamos e o que nos fará bem, de acordo com Sua doce vontade.
Algumas lágrimas esconderam a beleza do pôr do sol, mas ele continuava lá, escondido atrás das nuvens. Mesmo assim, consegui apreciar sua presença, mesmo sem enxergá-lo.
Não tenha medo do tempo.
Ele não vem pra tirar, vem pra
ensinar.
Toda dor que parece infinita
um dia se transforma em sabedoria.
O tempo é o jeito de Deus dizer:
“calma, ainda estou escrevendo.
Lua e Sol
Ele é a lua,
silencioso, inteiro no mistério,
brilha sem prometer calor,
aprendeu a existir sozinho no escuro.
Eu sou o sol,
chego cedo demais,
ilumino sem pedir licença,
amo em voz alta,
aqueço até quando tenho medo de queimar.
Ele se esconde quando sente demais,
eu fico quando tudo aperta.
Ele aprende a sobreviver no silêncio,
eu transbordo porque sentir é o meu jeito de viver.
Às vezes nos encontramos no horizonte,
naquele instante raro
em que noite e dia se tocam
sem se ferir.
E ali… tudo faz sentido.
Mas logo o mundo gira.
Ele volta a ser lua.
Eu volto a ser sol.
Não porque não exista amor,
mas porque nem todo brilho foi feito
para permanecer no mesmo céu.
Ainda assim,
se um dia ele olhar para cima
e sentir saudade do calor,
vai saber:
eu nunca deixei de nascer.
E se eu olhar para o céu à noite
e vê-lo inteiro,
vou lembrar que nem toda distância
é ausência.
“O ser humano destrói a natureza e toda a beleza da terra, e depois busca nos céus a paz que ele mesmo expulsou.”
Um ano novo começa
E com ele a renovação
De que tempos pela frente
Tempo de transformação
Não se esqueça jamais
De ser luz, amor e paz
De ter muita gratidão
