Ele
A Irreparável Fuga do Tempo
Justamente aquela noite iria começar para ele a irreparável fuga do tempo. Até então ele passara pela despreocupada idade da primeira juventude, uma estrada que na meninice parece infinita, onde os anos escoam lentos e com passo leve, tanto que ninguém nota a sua passagem. Caminha-se placidamente, olhando com curiosidade ao redor, não há necessidade de se apressar, ninguém empurra por trás e ninguém espera, também os companheiros procedem sem preocupações, detendo-se frequentemente para brincar.
Das casas, a porta, a gente grande cumprimenta-se benigna e aponta para o horizonte com sorrisos de cumplicidade; assim o coração começa a bater por heroicos e suaves desejos, saboreia-se a véspera das coisas maravilhosas que aguardam mais adiante; ainda não se veem, não, mas é certo, absolutamente certo, que um dia chegaremos a elas.
Falta muito? Não, basta atravessar aquele rio lá longe, no fundo, ultrapassar aquelas verdes colinas. Ou já não se chegou, por acaso? Não são talvez estas árvores, estes prados, esta casa branca o que procurávamos? Por alguns instantes tem-se a impressão que sim, e quer-se parar ali. Depois ouve-se dizer que o melhor está mais adiante, e retoma-se despreocupadamente a estrada. Assim, continua-se o caminho numa espera confiante, e os dias são longos e tranquilos, o sol brilha alto no céu e parece não ter mais vontade de desaparecer no poente.
Mas a uma certa altura, quase instintivamente, vira-se para trás e vê-se que uma porta foi trancada às nossas costas, fechando o caminho de volta. Então sente-se que alguma coisa mudou, o sol não parece mais imóvel, desloca-se rápido, infelizmente, não dá tempo de olhá-lo, pois já se precipita nos confins do horizonte, percebe-se que as nuvens não estão mais estagnadas nos golfos azuis do céu, fogem, amontoando-se umas sobre as outras, tamanha é sua afoiteza; compreende-se que o tempo passa e que a estrada, um dia, deverá inevitavelmente acabar.
A um certo momento batem às nossas costas um pesado portão, fecham-no a uma velocidade fulminante, e não há tempo de voltar.
Será então como um despertar. Olhará à sua volta, incrédulo; depois ouvirá um barulho de passos vindo de trás, verá as pessoas, despertadas antes dele, que correm afoitas e o ultrapassam para chegar primeiro.
Ouvirá a batida do tempo escandir avidamente a vida. Nas janelas não mais aparecerão figuras risonhas, mas rostos imóveis e indiferentes. E se perguntar quanto falta do caminho, ainda lhe apontarão o horizonte, mas sem nenhuma bondade ou alegria. Entretanto, os companheiros se perderão de vista, um porque ficou para trás, esgotado, outro porque desapareceu antes e já não passa de um minúsculo ponto no horizonte.
Além daquele rio — dirão as pessoas —, mais dez quilômetros, e terá chegado. Ao contrário, não termina nunca, os dias se tornam cada vez mais curtos, os companheiros de viagem, mais raros, nas janelas estão apáticas figuras pálidas que balançam a cabeça.
Então já estará cansado, as casas, ao longo da rua, terão quase todas as janelas fechadas, e as raras pessoas visíveis lhe responderão com um gesto desconsolado: o que era bom ficou para trás, muito para trás, e ele passou adiante, sem dar por isso. Ah, é demasiado tarde para voltar, atrás dele aumenta o fragor da multidão que o segue, impelida pela mesma ilusão, mas ainda invisível, na branca estrada deserta.
Ai, se pudesse ver a si mesmo, como estará um dia, lá onde a estrada termina, parado na praia do mar de chumbo, sob um céu cinzento e uniforme, sem nenhuma casa ao redor, nenhum homem, nenhuma árvore, nem mesmo um fio de erva, tudo assim desde um tempo imemorável.
O homem nunca ligou para dinheiro, ou bens, o que faz ele correr para isso é a mulher, com sua astúcia e sedução, o faz cometer os crimes mais profundos para simplesmente agradar a amada, tolo, pois até na mitologia bíblica, ele foi alertado com o conto de Adão e Eva, e no final das contas tudo lhe é tirado tudo por ela, até a sua vida ou acaba trancafiado pagando pelos seus crimes. MGTOW sempre.
Muitas vezes a doença parece ser o remédio que gradadivamente te cura mas quando na verdade ele mesmo é a própria doença enquanto o verdadeiro remédio que poderia curar realmente é visto como doença , mas não se deixe enganar, porque como diz o ditado as aparências enganam.
Deixe que lhe abandonem, mas nunca abandone a si mesmo, o que o mar leva, ele mesmo se encarrega de trazer.
O Deus que começou a boa obra vai terminá-la em quem Ele salvou. O problema é que hoje há milhares de pessoas nas igrejas que foram apenas convencidas por uma doutrina religiosa, mas sequer sabem o que é o Evangelho no qual dizem crer. Deus terminará suas obras, não as de homens.
Se você bater em um cachorro e em seguida chamá-lo, ele virá até você como se nada tivesse acontecido, se você por um pássaro atrás das grades de uma gaiola, pouco tempo depois ele estará a cantar, eis aí dois belos exemplos para não nos deixarmos ser afetados pelas circunstâncias.
Por que você não faz amigos?
R:Porque sempre que eu tenho um amigo eu machuco ele seja fisicamente ou psicologicamente.
Eu sou semelhante a Deus e Deus semelhante a mim. Eu sou tão grande quanto Deus. Ele é tão pequeno quanto eu. Ele não está acima de mim, nem eu estou abaixo dele.
Já agradeceu a Deus por estar vivo mais um dia? Já agradeceu por todos os livramentos que Ele tem te dado? Já agradeceu por tudo que tens conquistado? Agradeça SEMPRE!
Carinho custa tão pouco pra dar, se comparado com a recompensa que ele traz.
Deixarei um carinho e um sorriso plantado no teu jardim, para que ao olhá-lo sintas junto a ti mais um dia maravilhoso que nos foi proporcionado
Carinho custa tão pouco pra dar, se comparado com a recompensa que ele traz.
Deixarei um carinho e um sorriso plantado no teu jardim, para que ao olhá-lo sintas junto a ti mais um dia maravilhoso que nos foi proporcionado
Ñ foi em vão seu machado de xangô!
Ele fará toda justiça
Olorum guia
Olorum é maior
És tu guiador dessas filhas de olorum .
Ela cansou de dar chances.
Ele não mudava, apesar das promessas, dos discursos, das lágrimas de crocodilo.
Finalmente ela percebeu que não valia mais à pena se doar tanto pra quem não fazia nenhum esforço para merecê-la.
Ele não quis mudar, então quem mudou foi ela.
Vestiu-se de atitude, de auto estima, engoliu o choro, retocou o rímel, o batom e decretou:
Daqui pra frente, só quem souber dar valor!
E foi ser feliz... finalmente!
Um relacionamento, ele é baseado entre altos e baixos e aonde você deixa ir aquilo que não convém e atrai aquele que lhe quer
bem... Assim se baseia o jogo da vida, saiba aproveitar os momentos bons e os ruins e torna los perfeito.
