Ele

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Poderíamos ter comprado um pequeno iate com o que nós gastamos com o nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas, me pergunto: quantos iates ficam esperando junto a porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chance de subir no seu colo ou descer a colina com você em um tobogã, lambendo o seu rosto? (John Grogan)

A pior coisa do mal é nos acostumarmos a ele.

BOA NOITE!
DESCANSE EM DEUS, ELE ESTÁ NO CONTROLE
Muitas pessoas ficam apreensivas quanto ao futuro. Vivem ansiosas com medo do rumo que as decisões políticas podem tomar. Vivem ansiosas com respeito ao trabalho, aos estudos, à família. Precisamos descansar na providência de Deus, sabendo que ele está no controle da situação. Mesmo que situações difíceis aconteçam, mesmo que tempestades apareçam no horizonte, mesmo que os montes estremeçam, Deus continua no controle da situação. Nosso Deus está assentado sobre um alto e sublime trono e ele governa céus e terra. Nossa vida está segura em suas onipotentes mãos!

O narcisista não é aquele que se acha o máximo.
Ele sabe que é um pobre coitado, um frustrado,
um inseguro, o qual, precisa constantemente ser
apreciado e paparicado.

“O homem se torna o que ele pensa.”

- O tempo é fluido por aqui – disse o demônio.

Ele soube que era um demônio no momento em que o viu. Assim como soube que ali era o inferno. Não havia nada mais que um ou outro pudessem ser.
A sala era comprida, e do outro lado o demônio o esperava ao lado de um braseiro fumegante. Uma grande variedade de objetos pendia das paredes cinzentas, cor de pedra, do tipo que não parecia sensato ou reconfortante inspecionar muito de perto. O pé-direito era baixo, e o chão, estranhamente diáfano.
– Chegue mais perto – ordenou o demônio, e ele se aproximou.
O demônio era magro como uma vara e estava nu. Ele tinha muitas cicatrizes, parecia ter sido esfolado em algum momento num passado distante. Não tinha orelhas nem genitais. Os seus lábios eram finos e ascéticos, e os olhos eram olhos de demônio: tinham visto demais e ido muito longe, e frente ao seu olhar ele se sentiu menor que uma mosca.
– O que acontece agora? – ele perguntou.
– Agora – disse o demônio com uma voz que não demonstrava sofrimento nem deleite, somente uma horripilante e neutra resignação – você será torturado.
– Por quanto tempo?
O demônio balançou a cabeça e não respondeu. Ele percorreu lentamente a parede, examinando um a um os instrumentos ali pendurados. Na outra extremidade, perto da porta fechada, havia um açoite feito de arame farpado. O demônio o apanhou com uma de suas mãos de três dedos e o carregou com reverência até o outro lado da sala. Pôs as pontas de arame sobre o braseiro e observou enquanto se aqueciam.
– Isso é desumano.
– Sim.
As pontas do açoite ganharam um baço brilho alaranjado.
– No futuro, você vai sentir saudade desse momento.
– Você é um mentiroso.
– Não – respondeu o demônio. – A próxima parte é ainda pior – explicou pouco antes de descer o açoite.
As pontas do açoite atingiram nas costas do homem com um estalo e um chiado, rasgando as roupas caras. Elas queimavam, cortavam e estraçalhavam tudo o que tocavam. Não pela última vez naquele lugar, ele gritou.
Havia duzentos e onze instrumentos nas paredes da sala, e com o tempo, ele iria experimentar cada um deles.
Por fim, a Filha do Lazareno, que ele acabou conhecendo intimamente, foi limpa e recolocada na parede na ducentésima décima primeira posição. Nesse momento, por entre os lábios rachados, ele soluçou:
– E agora?
– Agora começa a dor de verdade – informou o demônio.
E começou mesmo.
Cada coisa que ele fizera, que teria sido melhor não ter feito. Cada mentira que ele contara – a si mesmo ou aos outros. Cada pequena mágoa, e todas as grandes mágoas. Cada uma dessas coisas foi arrancada dele, detalhe por detalhe, centímetro por centímetro. O demônio descascava a crosta do esquecimento, tirava tudo até sobrar somente a verdade, e isso doía mais que qualquer outra coisa.
– Conte o que você pensou quando a viu indo embora – exigiu o demônio.
– Pensei que meu coração ia se partir.
– Não, não pensou – contestou o demônio, sem ódio. Dirigiu seu olhar sem expressão para o homem, que se viu forçado a desviar os olhos.
– Pensei: agora ela nunca vai ficar sabendo que eu dormia com a irmã dela.
O demônio desconstruiu a vida do homem, momento por momento, um instante medonho após o outro. Isso levou cem anos ou talvez mil – eles tinham todo o tempo do universo naquela sala cinzenta. Lá pelo final, ele percebeu que o demônio tinha razão. Aquilo era pior que a tortura física.
Mas acabou.
Só que, quando acabou, começou de novo. E com uma consciência de si mesmo que ele não tinha da primeira vez, o que de certa forma tornava tudo ainda pior.
Agora, enquanto falava, se odiava. Não havia mentiras nem evasivas, nem espaço para nada que não fosse dor e ressentimento.
Ele falava. Não chorava mais. E, quando terminou, mil anos depois, rezou para que o demônio fosse até a parede e pegasse a faca de escalpelar, ou o sufocador, ou a morsa.
– De novo – ordenou o demônio.
Ele começou a gritar. Gritou durante muito tempo.
– De novo – ordenou o demônio quando ele se calou, como se nada houvesse sido dito até então.
Era como descascar uma cebola. Dessa vez, ao repassar sua vida, ele aprendeu sobre as consequências. Percebeu os resultados das coisas que fizera; notou que estava cego quando tomou certas atitudes; tomou conhecimento das maneiras como infligira mágoas ao mundo; dos danos que causara a pessoas que mais conhecera, encontrara ou vira. Foi a lição mais difícil até aquele momento.
– De novo – ordenou o demônio, mil anos depois.
Ele agachou no chão, ao lado do braseiro, balançando o corpo de leve, com os olhos fechados, e contou a história de sua vida, revivendo-a enquanto contava, do nascimento até a morte, sem mudar nada, sem omitir nada, enfrentando tudo. Abriu seu coração.
Quando acabou, ficou sentado ali, de olhos fechados, esperando que a voz dissesse: “de novo”. Porém, nada foi dito. Ele abriu os olhos.
Lentamente, ficou de pé. Estava sozinho.
Na outra ponta da sala havia uma porta, que, enquanto ele olhava, se abriu.
Um homem entrou. Havia terror em seu rosto, e também arrogância e orgulho. O homem, que usava roupas caras, deu alguns passos hesitantes pela sala e parou.
Ao ver o homem, ele entendeu.

- O tempo é fluido por aqui – disse ao recém-chegado.

“ VENTO
Se a gente jogar uma pedra no vento
Ele nem olha para trás”.

(trecho do livro em PDF: Meu quintal é maior do que o mundo [recurso eletrônico])

Deus Viaja Comigo,
E Se Um Dia Eu Não Voltar...
É Que Viajei Com Ele!

"O prazer é e deve permanecer efeito colateral ou produto secundário. Ele será anulado e comprometido à medida que se fizer um objetivo em si mesmo."

Não brinque com o meu coração, ele está cansado demais. Resolvi entrar com o pedido de aposentadoria: amar não é para mim. Amar é para os outros. Não quero mais amar, não quero mais viver em função de alguém que sente por mim uma coisa confusa e indefinida, mas que, definitivamente, não é amor.

Porque meu coração, por mais que sejas duro, ele também não é de ferro.
Uma metade é amor, e a outra metade, quem sabe, é saudade.

Não dá trela ao desocupado: ele fará de ti a sua ocupação.

Ah, comigo o mundo vai modificar-se. Não gosto do mundo como ele é.

Ele fez parte do meu sonho, é claro... mas nesse caso eu fiz parte do sonho dele também!

Scott Taylor estava certo quando disse que não devemos nos preocupar com o passado, porque ele já foi e nem com o futuro, porque ele já chegou. Viva o presente e faça com que ele seja lindo para que valha a pena recordar.

Agrandeza de homem pode ser medida por ´aquilo que ele deixa para crescer,e se ele introduziu uma nova mentalidade com um vigor que perdurou após ele´. A julgar por este teste, Jesus ocupa o primeiro lugar.

Se você tem o sonho de fazer algo, lute por ele, pois ninguém lutará pra você.

porque se existisse essa coisa de alma gêmea, ele era a minha.

Nós poderíamos fazer uma destruição completa de nossas vidas sem Cristo. Quando ele está no controle, tudo vai bem. Sem ele, não podemos fazer nada.

⁠— ⁠Ele disse que era vontade de Deus, mas você não é Deus
— Não, eu não sou Deus... Ainda não.