Ela tem Jeito de Bonequinha

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MeuTEXTO-1900 📜 "Do jeito como vai a 'Coisa' a próxima Copa do Mundo terá seis países como sedes e cada ingresso passará de 10 mil dólares. Aposto (menos dinheiro, está bem?)."

1918 📜 "Do jeito como a coisa vai, daqui a pouco vão surgir 'agências' oferecendo 'Amigos de Mentira' para comporem Listas dos mais necessitados!"

2498 📜 "Não que eu queira ver Alienígens no meu caminho, Hum! Do jeito que sou medroso, eventual encontro provocará choro e gritos Meus (e também deles, os ETs)."
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"Eu só mencionei que nunca vi. Foi isso, tá? Não me amedrontem, por favor!"

2729 📜 Pelo jeito eles não acordaram. Se acordaram, estão com preguiça ou ainda não foram 'acionados'. Sim, estou me referindo aos Fantasmas das Redes Sociais... Como descobriram?

2735 📜 'Nem é exatamente o que você diz, mas é o jeito como diz'. Ouço muito isso, por parte dos Omissos. Eles continuam só falando e eu continuo ouvindo e agindo.

3201 📜 E mais essa, que indicado abaixo, e que comentei desse jeito: A Monarquia criou (e cria) esse e outros tipos de absurdos: Bajuladores sem qualquer Cerimônia. Quanto à Deposição, que alguns falam em Golpe, já chegou tarde. Pedro Segundo e a turma dele 'usufruíram' das benesses de Imperador por meio século ou mais. O 'Basta' foi oportuno e sem volta, Aleluia e Amém. 𝘼𝙝, 𝙈𝙤𝙣𝙖𝙧𝙦𝙪𝙞𝙖! 𝘼𝙝, 𝙈𝙤𝙣𝙖𝙧𝙦𝙪𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨! 𝘼𝙝, 𝘽𝙖𝙟𝙪𝙡𝙖𝙙𝙤𝙧𝙚𝙨!
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Foi em:
https://k.kwai.com/p/xJCjyT4k

3294 📜 Não vivo desse jeito, porque não preciso viver na Mentira nem na Desfaçatez. Eu mesmo, não! Também por isso não tenho Duas ou Mais Contas aqui, com intenção e prática de tirar vantagem. Eu mesmo, não!

Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.


E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.


Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.


Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.


Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.


Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.

⁠As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.

Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.⁠

⁠Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.


Há os que erroneamente acreditam que o Tempo só se perde nas distrações, nos atrasos, nos desvios da vida…


Mas, na verdade, não há forma mais sombria de desperdiçá-lo do que tentar vivê-lo longe Daquele que o sustenta.


Distante Daquele que até dele é Senhor.


Tempo sem sentido é aquele que tentamos carregar sozinhos — como quem tenta segurar água nas mãos.


Esse é o Tempo que inevitavelmente escorre, some e evapora.


Estar longe do Dono do Tempo é caminhar com pressa, mas sem destino; é preencher os dias, mas não a alma; é envelhecer por fora sem amadurecer por dentro.


Quando nos afastamos da Fonte, até os minutos pesam.


Mas quando nos reaproximamos, até o silêncio floresce.


O Tempo ganha outra textura quando lembramos que não somos seu dono, apenas passageiros.


E que sentido maior existe do que entregar essa travessia a quem conhece todos os portos?


No fim, o maior desperdício não é o Tempo perdido — é a vida não vivida na presença de quem a criou.


É ali, e apenas ali, que os dias se encaixam, que as horas respiram e que o Tempo, enfim, encontra propósito.


Tempo bom é aquele vivido nos braços de seu Dono!

⁠Só há um jeito dos políticos-influencers manterem os aluguéis das cabeças dos seus asseclas em dia: criando conteúdos ruidosos.


Não se trata de informar, mas de ocupar espaço — preencher cada fresta de silêncio com indignação fabricada, cada intervalo de dúvida com certezas prontas para consumo.


O barulho não é um efeito colateral; é o próprio produto.


Nesse mercado de atenção, a lucidez é muito pouco rentável.


O que engaja é o exagero, o recorte enviesado, a simplificação que transforma complexidade em torcida organizada.


Quanto mais estridente o discurso, menos espaço sobra para reflexão — e é justamente nesse esvaziamento que o controle se fortalece.


Na Economia da Atenção, quem grita não precisa explicar; quem repete, não precisa pensar.


Há também um pacto implícito: o seguidor recebe pertencimento e direção, enquanto entrega autonomia e senso crítico.


É um aluguel confortável, quase imperceptível, pago em parcelas de compartilhamentos, curtidas e indignações automáticas.


E, como todo contrato mal lido, cobra seu preço quando já é tarde demais.


Romper esse ciclo exige algo raro: disposição para o desconforto do silêncio, para a pausa antes da reação, para o exame das próprias convicções.


Porque, no fim, o antídoto para o ruído não é um contra-ruído mais alto — é a coragem de pensar sem trilha sonora.

⁠Talvez parar de insistir possa parecer o jeito mais covarde de desistir do outro… Mas é muito difícil tentar ajudar quem já alugou a própria cabeça.


Há um limite muito silencioso entre o cuidado e a invasão.


Entre estender a mão e tentar conduzir a vida de alguém quase à força.


Nem toda recusa é ingratidão — às vezes, é apenas alguém defendendo o território interno que decidiu não compartilhar.


E, por mais que doa assistir de fora, o direito de não aceitar ajuda também é uma forma de autonomia, ainda que muito mal exercida.


Insistir pode nascer do amor, mas também pode escorregar para o orgulho disfarçado de virtude.


A ideia de que sabemos o que é melhor para o outro, de que nossa lucidez deveria ser suficiente para despertá-lo, revela mais sobre nossa necessidade de controle do que sobre a real disposição de cuidar.


Há pessoas que não querem ser salvas — não ainda, talvez nunca.


E isso nos confronta com uma impotência que poucos sabem suportar.


Por outro lado, recuar não precisa ser abandono.


Há uma diferença profunda entre desistir de alguém e respeitar o tempo dele.


Nem todo afastamento é covardia; às vezes, é maturidade.


É entender que certas batalhas não nos pertencem, que certas consciências só despertam quando deixam de ser empurradas.


E é aí que a oração — ou qualquer forma de intenção sincera — encontra seu lugar mais honesto.


Porque, diferente da insistência, ela não invade.


Não exige.


Nem constrange.


Apenas oferece, em silêncio, aquilo que não nos é mais permitido entregar em presença.


Orar por alguém é, talvez, a última forma de cuidado que não fere a liberdade.


No fim, amar também é saber parar.


Não por falta de sentimento, mas exatamente por respeito a ele.


Porque há momentos em que a maior prova de consideração não é permanecer tentando, mas permitir que o outro, mesmo perdido, seja o único responsável por se encontrar.

⁠Só há um jeito de escapar do abraço apertado da Solidão: aprendendo a abraçar a Solitude bem apertado.


Há uma diferença muito silenciosa entre estar só e sentir-se sozinho.


A Solidão pesa porque parece abandono; a Solitude, ao contrário, pode ser escolha, refúgio e encontro.


Uma nos faz procurar desesperadamente alguém para preencher o vazio; a outra nos ensina que nem todo vazio precisa ser preenchido — alguns precisam apenas ser compreendidos.


A Solidão costuma nos convencer de que precisamos de presença para nos sentirmos inteiros.


Faz barulho dentro da cabeça, cria ausências onde talvez existam apenas distâncias e transforma o silêncio em prova de que fomos esquecidos.


A Solitude, porém, nos convida a permanecer.


A sentar conosco mesmos, sem a obrigação de fugir, distrair ou procurar imediatamente outra voz para calar a nossa.


Aprender a estar só é descobrir que a própria companhia também pode ser um abrigo.


É tomar um café sem precisar fotografá-lo para alguém.


É caminhar sem destino e perceber os próprios pensamentos.


É assistir ao pôr do sol sem sentir a urgência de compartilhá-lo.


É ouvir o silêncio e, pouco a pouco, perceber que ele não está vazio: está cheio de nós.


Talvez amadurecer seja justamente isso: deixar de exigir que o mundo esteja sempre cheio de pessoas para que a nossa vida faça sentido.


Porque há momentos em que precisamos de abraços, conversas, encontros e afetos — e não há nada de errado nisso.


Somos seres de vínculo.


Mas também precisamos aprender que ninguém consegue nos acompanhar em todos os lugares, em todas as horas e, principalmente, em todos os nossos silêncios.


Quem aprende a abraçar a Solitude deixa de aceitar qualquer companhia apenas para não ficar sozinho.


E essa talvez seja uma das maiores liberdades: descobrir que estar só não significa estar abandonado.


Às vezes, significa finalmente estar presente para si mesmo.


No fim, a Solitude não é a ausência do outro, mas a presença inteira de quem somos quando não precisamos representar nada para ninguém.


E, quando aprendemos a fazer dessa presença um lar, a solidão perde parte do seu poder.


Porque já não estamos esperando alguém chegar para nos salvar do silêncio.


Estamos aprendendo a morar nele.

Política é como nuvem: você olha e ela está de um jeito; olha de novo e ela já mudou.

No Brasil, porém, parece que o céu político ficou permanentemente dividido entre dois extremos: de um lado, o PT; do outro, os bolsonaristas. No meio dessa tempestade de polarização, discursos radicais e uma crescente influência da extrema direita, surge um psiquiatra chamado Augusto Cury.

Será apenas coincidência?

Ou, diante de tanta confusão, o país finalmente está precisando de uma boa dose de reflexão?

Talvez não seja remédio que esteja faltando.
Talvez seja lucidez.

Eu te amo assim, de um jeito que eu não sei dizer, só sei viver

Inserida por Jonatanribeiro

.. Mas é que a vida me mostrou de um jeito duro como eu tenho que enfrentar e enxergar certas coisas e situações. Hoje me sinto mais forte, com a cabeça no lugar e atitudes simples que pra muitos parece pouco, mas pra quem eu dedico torna-se tudo..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

Amigos verdadeiros é aqueles que percebe até seu jeito de piscar.

Inserida por brumelilo

"Mulher, hoje pensei em ti... a tarde toda. De todo jeito, em qualquer hora. Hoje lembrei que tu és o pedaço mais gostoso da minha historia."

Inserida por HiastLiz

Eu posso até julgar suas atitudes, seu jeito, suas escolhas, e no máximo isso vai te ausentar da minha presença, mas o juízo final eu deixo pra Ele que é o único capaz.

Inserida por GabrielaStacul