Ela
Quando uma menina olhar para você e de repente abraçar a amiga, saiba, ela queria estar abraçando você.
Procurava a mulher, surgiu a menina.
Procurava a menina e sugeriu ser ela a tal mulher.
Ela em seu a, b, c, d.
Ele em tanta hermenêutica.
Ela no soprar bolinhas de sabão e ver tudo se espalhar e voar.
Ele em fórmulas fabulosas de bomba atômica ou de ataques nuclear.
E uma única equação entre eles.
Uma só matemática, 1+1 e pronto!
Ela sem tantos paetês, sem máscaras anti-rugas, sem batom e sem quase nada!
Ela na sandália rasteira e na camiseta básica.
Ele no paletó e no arco íris cinzento das tantas gravatas!
Ela no vestido floral e conduzindo o passo feito bailarina!
Era ela a menina, era sim!
Lá ia ela!
Ia no vestido de chita, com a pulseira amarrada ao tornozelo e com nenhum endereço estranho.
Lá ia ela, ia sim!
Lá ia ela, ia sim!
Ela acreditava em Papai Noel, fadas e duendes.
Ela tinha pingentes estranhos.
Ele sempre acreditando apenas em inveja e mau olhado!
Ela tentando convencer acerca da força do amor e do amar!
Ele querendo qualquer coisa, brigando com tudo e pouco sabendo que amor é para ser algo fácil!
Ele no jeito escroto, no jeito sério.
Ela na rota de colisão no itinerário de também ser gente grande!
Ela uma menina, a minha menina.
Eu o seu menino!
Eu e ela!
Pedaços dela no que ainda não sei!
Lá ia ela, ia sim!
Eu apenas achava bonito e engraçado como ela confundia azul com verde. Era um jeito só dela de misturar as coisas, sei lá. Ninguém mais tinha. Assim como eu só tinha ela e isso era um jeito só meu.
Ela: Lindo.
Ele: Princesa.
Ela: Anjo.
Ele: Perfeita.
Ela: Inexplicável.
Ele: A mais linda'
Ela: Insubstituível.
Ele: Única.
Ela: Perfeito.
Ele: Você que eh.
Ela: Especial.
Ele: Querida.
Ela: Importante pra mim.
Ele: Você é tudo'
Ela: Tudo?
Ele: Tudo o que eu preciso'
eu- te amo!!
Ela- Por que??
Eu- por que vc me mudou, me ensinou o verdadeiro significado da palavra amor...
Já pensei em fidelidade eterna a uma mulher. Até jurei na bíblia, mas ela não. O que faço? A oração é o remédio para a minha e a alma dela.
A minha vida sem ela não existe? Ela sabe que a amo há quinze anos quase e ainda ela insiste: você tem de me amar cada vez mais.
A razão de viver a suavidade é que ela é tão doce quanto o mel das abelhinhas e traz a alegria da coragem de Jesus Cristo perante a cruz.
Que riso é esse?
Que boca é essa?
Que beijo é esse?
Que cheiro é esse?
Quem é ela?
Ela me ama... Eu adoro!
Ela me arranha, Eu a devoro!
Ela me chama... Eu choro
Ela me quer... Eu bendigo
Ela mora em mim... Eu perco o juízo
“Ela me deu a senha”
Aprendi com minha avó a orar ainda muito pequena
E com ela outras tantas coisas que compõe o meu lado bom
Vim tocando a vida...
A vida enfim me tocou
Deixando na soleira de casa muitas outras vidas,
São amigos..., os amores..., as crianças..., meus irmãos...!
Histórias agregadas as minhas...
Você conhece alguém, se apaixona e fica cego... Vulnerável. Você só enxerga essa pessoa e ela se torna a sua maior fraqueza. Você fica confuso e perdido. Quando você vê, ta fazendo coisas que você jamais faria, falando coisas que jamais diria. E não importa o início, ou o meio. No final você sempre vai sofrer.
"Às vezes é preciso ser dura com uma criança, assim quando ela chegar numa certa idade, não vai precisar chorar todas as vezes que a vida for dura com ela."
Ele: Eu te imploro !
Ela: Implora oque ?
Ele: Eu quero ser alguém importante pra você, nunca implorei por ninguém nem pra ninguém, mais eu te imploro, deixa eu ser alguém importante pra você.
Ela: Ó as ideia ...
"Depois do sofrimento, vêm a felicidade. E por mais que ela demore, ela sempre vêm para bater na sua porta."
Era uma tarde fria em tons gris quando ela saiu para ver o mar. Não era o tipo de clima comum naquela cidade, desperdiçá-lo era como rejeitar uma dádiva. Despiu-se dos saltos, pôs uma rasteira nos pés e um óculos escuro no rosto - em dias comuns, ele à protegeria do sol, naquele dia, da solidão. Não sentiu vergonha de sair com óculos de sol numa tarde tão inexpressiva. Sentia mais vergonha em admitir que seu coração fosse talvez, mais intangível que a tarde; Todos os lugares onde passou lembravam ele, embora nunca estiveram juntos ali. Como ela queria mostrá-lo aquele mar tranqüilo e sereno. Ainda que ele não gostasse de mar, talvez gostasse do tom azul-acinzentado que reluzia o céu. Do alto daquele cais viam-se navios cargueiros, alguns transatlânticos atracados no porto, barquinhos com pescadores. Um sol ausente e uma ameaça de tempestade com a cor dos olhos dele. Olhos castanhos que palavra nenhuma descreveria. Ela nunca entendeu as coisas con
traditórias, como aqueles olhos que transpareciam castos e voluptuosos num mesmo momento. Enxergava o rosto dele em todos os cantos, não conseguia pensar em nada além daquela pele alva, tão branca quanto o dia, mais macia que o veludo. Como doía pensar nele. Mesmo assim, todas as esquinas estampavam o seu sorriso plácido de menino do interior envolvido sempre numa aura de simplicidade e mistério. Olhou para o celular que não tocou e sussurrou “ele não é tão importante”. Estampou um sorriso no rosto e fingiu não esperar uma ligação que não receberia. Do seu lugar, o mar observava uma menina de cabelos pretos, que pensava que tinha o mundo nas mãos, nesse instante tão insegura. Esboçava um sorriso triste que só os apaixonados possuem e reconhecem. Os dois se entreolharam: a menina e o mar. Os barcos, os pescadores, o cais, o coração da menina e até o mar permaneceriam ali para sempre. Ainda assim, despediram-se como se algo fosse deixar de existir. O lugar permaneceria igual, mas nenhum dos dois seria o mesmo.
"Houve uma vez, uma menina que lutava contra seus sentimentos. Ela lutava pelos seus sonhos, para torná-los reais. Certa vez, ela se apaixonou. Perdidamente, irrevogavelmente, indescritivelmente. Ela se entregou, mesmo depois de ter jurado não se entregar mais. Ela percebeu com o tempo, que seu coração ainda batia, que ele ainda estava vivo, como todas as outras partes de seu corpo. Percebeu que suas mãos ainda suavam,que suas veias ainda latejavam e que suas pernas ainda balançavam em prol de alguém. Ela decidiu , se entregar, se expor. Ela decidiu viver de amor, para o amor. A menina arriscou tudo que tinha, todos que estavam com ela. Fez inimizades, discórdias, discussões. Mas ela lutou pelo amor, independente de tudo que ela pensava, ela se mostrou forte e deu tudo pela pessoa que ela amava. Um amor impossível de ser correspondido. O que faz ela hoje acordar desesperada durante a noite com medo, com frio, sozinha... Amores não correspondidos, engraçado falar sobre isso. Aconteceu então o que ela não imaginava, o que ela nunca esperou para sua história. Seu melhor amigo, lhe deu forças, ele ressurgiu. Ele se apaixonou por ela, e ela viu na vida dele, a história dela se repetir. Ela não pode fazer mais nada quanto a isso a não ser se afastar dele e esquivá-lo de mais sofrimentos. Ela calou-se, pra sempre. Começou a pensar que a vida já não fazia mais sentidos, e que ela nascera para sofrer. Ela sorri, o tempo inteiro para se esquivar das dores que sente a noite, quando está no rastro luminoso da ausência que aquele ser amado deixou, acho que foi tudo que deixou. Tudo que restou do pouco tempo de amor, do pouco tempo de intenso amor, melhor dizendo. A menina vai se recuperar, ela vai aprender a dar valor as coisas simples da vida, vai aprender, que não é certo se entregar de todas as formas, para as pessoas, mas ela realmente achava que teria algum valor. Existe alguém por quem ela está realmente apaixonada, embora ela não possa estar com esse alguém, ela continua apaixonada. Quem me dera que essa menina fosse alguém diferente de mim..."
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