Ela
"Ela não conseguia sair de casa, tanta era a neve que cobria a entrada. Todos os dias era o mesmo. Ou diariamente. Ou dia após dia!"
TextoMeu 1365
"Era duro ver quando ele e ela, mesmo sem se conhecerem, apareciam no banco da praça, ambos lendo livros com o mesmo título, do mesmo Autor e de edições exatamente iguais. Coincidência típica e tola de filmes da década de 1960. Ou 'dava vontade de vomitar', conforme disse Holden Caulfield, em 'O Apanhador'!"
TextoMeu 1371
1570
"Ainda por falar em 'Década de 1970' foi com ela e nela que vivi e fui testemunha ocular e auditiva de dois fenômenos... Uma Grande Alegria e uma Desgraça, respectivamente a Conquista do Tricampeonato de Futebol, pelo Brasil (com aquela Seleção irreparável) e o anuncio de que 'O Sonho Tinha Acabado' , pela voz do John. Alegria e Tristeza, respectivamente!"
Quando uma mulher se encontra com a motivação da exposição da sua curva mais bonita, o sorriso, ela se torna tão poderosa que pode se insinuar para as câmeras ou para o espelho, com a certeza de revelar ou refletir a tradução da beleza.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Os que só veem a Felicidade nas Grandes Conquistas, ainda não tomaram Vento na Cara com ela no Carona.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…
É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.
Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.
Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.
E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.
A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.
Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.
A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.
A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!
Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!
Talvez não haja falta de sentimento mais tacanha e equivocada que a pessoa acreditar que só ela tem sentimentos.
À luz da Democracia, sejam exemplarmente punidos, todos e quaisquer que tentarem contra ela, mas nunca com os métodos deles.
Que lhes sejam respeitados especialmente os direitos amplamente confundidos — por descuido, maldade ou capricho — com merecimento por Classe Social ou Bom Comportamento: os Direitos Humanos.
Que o Estado não desça ao nível dos que querem destruí-lo, leiloá-lo ou dominá-lo!
Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.
Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.
Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.
Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.
E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.
O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.
Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.
E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.
Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.
Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.
Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.
Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.
Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.
De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.
E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.
Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.
A
Mentira repetida
só vira Verdade
para os apaixonados por ela.
Existe um tipo de cegueira que não nasce da ignorância, mas do desejo.
As pessoas não acreditam em certas mentiras porque elas são convincentes; acreditam porque elas confortam, alimentam ressentimentos, validam medos ou preservam interesses.
A repetição, nesse caso, não cria a verdade — apenas anestesia o senso crítico de quem já queria acreditar.
A descoberta da verdade costuma ser desconfortável.
Ela exige revisão de postura, humildade para admitir erros, coragem para abandonar narrativas convenientes.
A mentira, ao contrário, oferece abrigo emocional.
Ela simplifica o mundo, cria vilões fáceis, heróis perfeitos e respostas prontas para questões complexas.
Por isso, encontra terreno fértil nos apaixonados: aqueles que trocam reflexão por torcida.
O problema é que toda mentira sustentada coletivamente cobra um preço alto demais.
Primeiro, destrói o diálogo, porque quem questiona passa a ser tratado como inimigo.
Depois, corrói a realidade, até que fatos percam valor diante da narrativa mais repetida.
E, por fim, destrói a própria capacidade de discernimento de quem a retroalimenta, porque viver preso àquilo que se deseja ouvir é abrir mão da liberdade de pensar por conta própria.
Há uma diferença profunda entre convicção e fanatismo.
A convicção aceita confronto, suporta dúvidas e amadurece diante da verdade.
O fanatismo precisa sufocar perguntas, ridicularizar divergências e repetir slogans como mantras.
Quem ama a verdade procura evidências; quem ama a própria versão dos fatos procura plateia.
No fim, a mentira não se torna verdade.
Acreditar nisso é, sem dúvida, acreditar na maior das mentiras.
Ela apenas reúne devotos dispostos a defendê-la até que a realidade, inevitavelmente, cobre a conta.
Que a nossa Criança Interior não pode morrer — é um fato; que ela não pode matar a Criança dos outros — é outro.
Há uma certa beleza em conservar dentro de nós a capacidade de brincar, sonhar, acreditar, rir de coisas simples e se encantar com o que a vida, aos poucos, vai tornando comum.
Crescer não deveria significar abandonar completamente a criança que fomos.
Talvez amadurecer seja justamente aprender a carregá-la pela mão.
Mas existe uma diferença entre preservar a nossa criança interior e permitir que ela governe todas as nossas escolhas.
Porque a criança que existe em nós também pode ser ferida, carente, impulsiva, possessiva…
Pode querer tudo para si, não saber ouvir um “não”, confundir desejo com direito e liberdade com ausência de limites.
E, quando deixamos que essas feridas conduzam nossas atitudes, corremos o risco de transformar nossas dores em feridas para os outros.
É aí que a reflexão do Dia das Crianças ganha um sentido ainda maior.
Não basta dizer que amamos crianças.
É preciso perguntar que mundo estamos construindo para elas.
Que palavras estamos ensinando?
Que exemplos estamos oferecendo?
Que tipo de adulto estamos sendo diante de seus olhos?
Uma criança aprende muito mais com aquilo que presencia do que com aquilo que lhe ordenamos ou ensinamos.
Ela aprende quando vê um adulto pedir desculpas.
Aprende quando percebe que uma diferença não precisa virar desprezo.
Aprende quando testemunha respeito, generosidade, honestidade e limites.
Mas também aprende quando vê humilhação, intolerância, mentira, violência e pessoas usando sua própria dor como justificativa para ferir alguém.
Por isso, talvez preservar a criança interior seja também assumir a responsabilidade pelo adulto que nos tornamos.
Que nunca percamos a capacidade de brincar, mas que aprendamos a não brincar com os sentimentos alheios.
Que continuemos sonhando, sem destruir os sonhos de ninguém.
Que tenhamos coragem de defender nossa criança interior, sem transformar nossas frustrações em condenação das crianças que estão chegando.
Porque cada criança que nasce traz consigo uma possibilidade: a de que o mundo seja um pouco diferente amanhã.
E talvez nossa maior obrigação não seja apenas impedir que a criança dentro de nós morra, mas impedir que ela se torne tão ferida, tão egoísta ou tão amarga que passe a matar, nos outros, aquilo que um dia também tivemos: a esperança.
Feliz Dia das Crianças — às que ainda brincam, às que já cresceram e, principalmente, aos adultos que não se esqueceram de que toda criança merece encontrar um mundo um pouco mais gentil do que aquele que encontramos.
"Então, ela disse: 'Estava morrendo de saudade de você'... E digo eu: Pena que resistiu (outra vez) e não chegou a ”morrer” de verdade (de tanta saudade de Mim), que falsa!"
Frase Minha 0130, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Então, eu disse para ela: 'Sei muito bem o que eu faria sem você. Não sei é o que eu faria sem mim, sinceramente!' "
Frase Minha 0143, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
2834 📜 A notícia de que ela foi Reeleita, por Unanimidade, para a Presidência do BRICS é belo e merecido Tapa no Rostinho dos 'De Sempre'. Engulam ou Elejam o de vocês. Eu quero ver, mas não vejo!
2869 📜 Acho que não vou ajudar Minha Nova Vizinha a Configurar a Internet dela, como ela pediu. Estou achando muito estranha a visita que me fez.
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Acho que 'Nesse Caroço tem Angu (ou Polenta)'. Acho, também, que 'Nesse Cachorro tem Mato (ou Capim)', acho!
2872 📜 Nem sempre a Coisa Errada traz sucesso. Na Verdade, quase nunca. Mas Vergonha traz e ela permanece!
2896 📜 BÁBA ZÉFA, a Vidente Eloquente, veio me corrigir: ela disse que não é 'apenas' a The Fab Four' (ou 'Os 4F') como o pessoal de língua inglesa costuma se referir aos Beatles. Ela é mais... Ela é '5F', isso, sim!
2496 📜 "Minha Cunhada Creonice pediu para eu orçar o mármore de Carrara que ela pretende por no Salão da Mansão dela. Meu amigo tem marmoraria e eu fiquei horrorizado com o preço."
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" 'Magina' quem paga tanto Mármore que, dizem, há no Inferno! Minhas Tias (das Igrejas) dizem que lá há e é onde o Fedorento queima os 'Debochados'. Elas dizem!"
0120 📜 "Menos de 1Km daqui, encontram a mulher mais antiga do mundo. Ela tem incríveis 280 anos de idade. Pena que estava (e continua) totalmente morta!"
