Ela
Ela apareceu assim, meio que sem querer.
Não era pra ela aparecer. Não era pra mim perceber.
Nunca acreditei que ia amar alguém.
Sem olhar pra sua aparência,
O pior é que agora eu gosto dela pelo que ela “É”.
E não pelo que ela “aparenta” ser.
O pior é que tô gostando do “ser” dela.
Tenho uma saudade, que naum é suprida por fotos.
Não me sinto bem lembrando dela.
Soh me sinto bem, perto dela.
Menina ladra, menina ladra,
Roubou a minha paz e um pedaço do meu coração.
Naum tenho mais tranqüilidade, a noite não durmo por falta dela,
Se estou mal, é por causa dela.
Se estou bem, é por causa dela.
Mesmo a gente sendo amigo,
E mesmo eu já tendo tentado.
E mesmo depois de eu ter tentado,
E a gente ainda sendo amigo.
Não quero te ver como amiga.
E mesmo me esforçando pra naum lembrar dela,
Ela teve a capacidade de espetar um pedaçinho de madeira em meu dedo,
Assim isso me incomoda, e me faz lembrar dela.
Melhor ainda,
Ela teve a capacidade de coloca um pedaço dela dentro do meu coração.
Assim faz com que eu nunca á esquece.
Menina só te falo uma coisa,
Cuidado ao machucar meu coração,
Pois lembre que você esta dentro dele.
Meu amor por você é como do Sol pela Lua. O Sol amou tanto a Lua que deu parte de sua luz para ela brilhar.
Como não amar corujas !
Quando você olha para os olhos de uma coruja , é como se ela arrancasse de dentro de você todos os seus segredos mais obscuros e ti libertasse dos maiores medos , é como se estivesse ti ensinando a não temer á nada e á ninguém !
Espécie de arte
Ela é espécie
do gênero arte.
É música,
pintura, teatro,
dança, poesia.
É encanto, desencontro,
tormento e melodia,
de uma nota só.
Oh, queria tanto olhar para ela, ainda que fosse de relance, ainda que fosse de longe! "Agora ela está com ele; pois bem, dou uma olhadinha para ver como está agora com ele, com o seu primeiro amado, e é só disso que preciso." Nunca antes brotara de seu peito tanto amor por essa mulher fatídica em seu destino, um sentimento tão novo e jamais experimentado, um sentimento inesperado até para ele mesmo, um sentimento de ternura que o fazia quase suplicar, sumir diante dela.
Ela é tão bela quanto a deusa Afrodite.
Tão Efêmera quanto uma flor,
que desabrocha e esmorece no mesmo dia.
Uma escrita quase desconhecida
um manuscrito, um pouco legível.
porém muito obscuro.
É isso que me intriga e fascina nela,
esse mistério, enigma,
no qual incessantemente busco decifrar,
para não ser consumido,
No entanto, acredito, que ela irá me devorar.
Ela está Sozinha em Casa, ao Som de Behind Blue Eyes.. Seus pensamentos começam a se voltar para alguém que fez parte do seu Passado.. Alguém que ela já Gostou muito. Seu Presente, lhe diz: Esquece. Ela tenta, mas não consegue. O pensamento aumenta, e ela não consegue Controlar.. Começam as idéias, do que se pode fazer, para mudar aquela situação.. Mas as Idéias são Loucas. E para ela, falta Coragem.
De repente, algo acontece. Algo que a surpreende.. Seus Medos.. Eles estão sendo substituidos por algo que diz:
O que você tem a Perder..? Você pode Tentar, se Não der Certo, você Tentou..
Ela começa a Refletir a Respeito. E aquelas Idéias criadas por ela mesmo, começam a ter poder Significativo em sua Mente, pois começam a Persuadi-la.. Ela não quer.. Pensa: "Mas Como vou fazer isso..?" , "E se der Errado..?". Porém o Desejo de mudar aquilo que até então foi Igual, era maior.
E ela Foi.
Fazer aquilo que já devia ter Feito.
A Inexorável Dor da Perda de um Filho
Ela, mãe, está sofrendo. Ele, pai, está sofrendo. Acabam de perder um filho para a mais forte de todas as guerras: a inexorável passagem para o outro plano. Seu filho amado está indo embora! – uma viagem às pressas, inesperada, sem tempo para dizer adeus. Um jovem com todas as alegrias e sonhos da sua idade e do seu tempo.
Seríamos realmente capazes de imaginarmos a dor desses pais? Sentirmos o tamanho desse luto? Demais para ser suportado. Imensamente. Uma dor que não tem nome e dói só de pensar. Falta o ar. Consome o equilíbrio. Falta chão. Sucumbe-se às lágrimas. Uma dor que não seca, mas faz murcharem as forças, rouba os sonhos, dilacera a alma. Interrompe a esperança, invade nossas entranhas e leva uma parte de nós – a vida perde um pouco a suas cores....
Não é fácil aceitarmos a inversão da ordem natural no ciclo da vida. Não estamos nunca prontos, não queremos enterrar um filho. Quando a natureza não cumpre o ciclo como deveria é dolorosamente terrível e assombra.
– uma separação consumada fisicamente, mas que jamais conseguirá romper com os laços... não há substituições, filho é filho e ponto.
Impossível medir a dimensão da dor da perda de um filho. Não conseguimos mensurá-la, é uma dor única, intensa, egoísta e gigante. A perda de um filho é ferida que não cicatriza, é pra toda a vida – essa dor terá momentos que se converterá em saudade, mas nunca será menor. Os pais ficam perdidos na sua dor, um vazio inconsolável, um lamento interminável. Que ninguém se atreva estancar essa sangria no coração de uma mãe e de um pai... O choro é demasiadamente solitário e triste – não se decifra um amor que transborda em lágrimas.
Não encontro consolo. Não há nada que possa arrancar esse tormento que estraçalha o peito dessa família. E nesse momento, não posso e não devo - hoje as lágrimas têm e devem cair. Tem que ser assim.
Hoje a dor é dessa mãe e desse pai. Amanhã ou depois, quem sabe a serenidade venha bater às suas portas.
Hoje, quero manifestar meu sentimento solidário e companheiro, fazer uma prece e desejar que esse jovem encontre muita luz em sua passagem. Que a mãe, o pai, os irmãos e todos os familiares, no devido tempo, encontrem motivos para a difícil superação dessa dor, hoje latente.
Que a resiliência seja. Que encontrem a habilidade de persistirem nos momentos difíceis quando a saudade doer - e ela dói, vai e volta, e continuará a doer... Mas, será preciso continuar, lamentavelmente, essa é uma das mais tristes regras que nos são impostas: - sobrevivermos com a ausência física daqueles que muito significaram à nossa continuidade, à nossa existência. Que o tempo faça o que é dele fazer - leve um dia a dor embora e deixe apenas a saudade terna e mansa.
Entre Marcas e Promessas
A história um dia será contada, pois ela já está escrita no livro da vida. Aqui, chega o fim dessa página, que compõe um longo e extraordinário capítulo da minha jornada.
Sobre este momento, ainda me faltam palavras para expressar tudo o que vivi. Sei que não é hora de me pronunciar, porque entendo que tudo tem um propósito. Deus tem grandes planos para o meu falar, num futuro não muito distante.
Aqui está o retrato de alguém em desconstrução, implodindo por dentro, literalmente, e vivendo a exaltação da glória de Deus, diante dos olhos de todos, como promessa.
Chegar a uma nova versão de si mesma não é fácil. É um processo lento, doloroso e transformador, que deixará marcas irreparáveis. Mas essas marcas forjarão um novo caráter, preparando-me para o próximo capítulo da vida — uma nova história.
A importância de uma pessoa não se constata quando estamos com ela, mas sim quando sentimos a sua falta.
Um dia,
ela vai descobrir que idiotas como ele você encontra a cada esquina. Um dia, ele vai descobrir que raridades como ela você encontra uma ou duas vezes na sua vida inteira.
No final da noite, ela: Por mais que o ame, eu não posso me entregar, não posso dizer ‘sou sua’ e esperar o ‘felizes para sempre’, sei que vai doer, e tenho medo de não agüentar toda essa dor. Ele é um homem, ele não vai me valorizar, vai brincar com os meus sentimentos, vai me enganar, e quando eu estiver completamente apaixonada por ele, ele vai me dizer adeus, vai me descartar como se eu fosse um objeto qualquer de pouco valor. Eu não teria coragem para falar tudo isso à ele, e perde-lo completamente de vez, dando a ele a oportunidade de pisar em mim e me machucar.
No final da noite, ele: Mais um dia se passou e ela ainda com essa cisma de que homens são todos iguais, e ela pensa que eu não a amo, e vive de mal com alguma coisa. Hoje tentei dizer à ela o quanto a quero do meu lado, pra sempre. Mas ela não acredita nisso não, no “pra sempre”, no “eu te amo” que dou a ela todos os dias. É triste perceber isso, sabe? Parece que ela só sabe me usar, e se esquece que eu também tenho sentimentos. Eu tenho medo de perdê-la, e por eu gostar muito dela não vou dizer nada à ela, tenho medo de me machucar tentando decifrar o que se passa por aquela cabecinha ou mostrando à ela o quanto a amo, sendo que ela vai me deixar no mesmo momento ou vai criar conflitos, como sempre. Não sei, é uma confusão tudo isso que acontece comigo, eu ainda não consegui descobrir o jeito dela, e o que ela sente por mim.
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