Efêmero

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Não olhe para trás
Tudo é efêmero e mutável
Aprecie o agora
O que passou
Apague da memória
Se tudo vai escurecer
Se vai chover
Agora não importa
Outro dia vai renascer
Vai reluzir e clarear
Dentro de você
O que passou
Já não importa.

Eu?

De tudo que não seja efêmero, daquelas características passageiras provenientes das manias que adquire-se no percurso; daqueles eus adaptáveis e momentâneos... de tudo que não seja efemero e me represente melhor
Hoje eu sei....
Sou uma aprendiz!!!!
Aprendi tanto... por mim mesma. Pelas minhas próprias experiencias porque em algum momento escolhi não mais ficar na arquibancada da vida aprendendo com o desfile e tropeços alheios.
Sofri! Amei! Cresci! Venci! Perdi e não me importei! porque no fundo, a perda não existe.

Amanhã, talvez,
não estejamos mais aqui.
É preciso compreender o efêmero
para saber o eterno.
O eterno é o amor que damos e recebemos;
é o bem que fazemos, sem esperar recompensa…
Apenas isso... Vestígios de nossa passagem...
que levaremos à eternidade.

Que momento é esse que perdemos a noção do todo?
Prazer efêmero é para os fracos, pois quero o meu o quanto dure o bater de meu coração.
Sou desejo, sou emoção, sou seu...

⁠A velocidade da inteligência artifical torna superficial e efêmero esse mundo digital e torna ainda mais valioso o que é cultivado no tempo e na vida.

Memórias:
o mais valioso e efêmero bem que o ser humano possui.⁠

⁠E tudo é tão efêmero que chego a ser nada, e sendo nada eu posso ser tudo.

Diálogo da Segurança e do Efêmero

P⁠ós-modernidade, falência das metas narrativas amplas, talvez um novo iluminismo ou idealismo, talvez colapso da razão e com ascensão da manipulação dos signos e o valor pelo qual, todos valores vieram a serem reavaliados.

Substituímos Campos de Concentração, por Shopping Center.

Embora efêmero, um sorriso salva um dia inteiro.

Dependendo de quem sorri, eterniza-se.

Faça o bem a mim e ao mundo, sorria!!

BOOOM DIIIA!!!

Ando saudosa
de sentir saudades.
Tudo é efêmero,
tão volátil,
tão substituível.
Quero escrever cartas,
guardar bilhetinhos,
por pétalas nas páginas de livros...
Ninguém mais troca confidências,
os diários não têm mais chaves...
Em que momento nos foi roubada
a intimidade?

E amavam-se leve e lentamente.
Não queriam um amor efêmero.
Acreditavam no eterno.

Tudo é efémero na Vida. As vivências e a vida.
Mas podemos dar outra dimensão à vida, de modo a não ser tão efémera.
Dar valor à vida poderá torná-la inesquecível.⁠

A música é a linguagem que Deus inventou para tocar o invisível e transformar o efêmero em eterno.

“Nada fere mais do que o efêmero que parece eterno por um instante.”

O impossível é efêmero. É somente questão de tempo para se tornar possível.

⁠Não permitamos que o instantâneo e o efêmero nos roubem a coragem de nomear nossos sentimentos mais sinceros. O amor, a paixão, o simples gostar — todos pedem para ser vividos além das telas.

⁠Paixão é um sentimento efêmero, gostoso e enganador.

⁠Efêmera flor

A flor é Efêmera
Efêmero é o amor,
E tudo que é fugaz
Está ligado a dor.
O amor não é eterno
Infinita não é a dor
Tudo de bom
Que acontece
Tem o dedo do amor.
O vendaval amortece a chama
Que apaga
O Efêmero amor
Foi na brisa de mansinho
A devassa Efêmera flor!

⁠O efêmero reverbera o transitório

O Despertar do Efêmero


Sob o pálido sol de dezembro, desvelou-se-me o arcano, O veredito inexorável que a carne, em silêncio, ocultara: Eu, que por tanto tempo fui espectador do ocaso humano, Vi, enfim, que a foice do tempo também por mim esperara.


Contemplei a linfa das fontes secar sob o sólio do estio, Vi a carcaça do bruto e a fronde do carvalho ao chão, Mas em meu peito habitava um delírio, um soberbo desvio, De julgar-me eterno em meio à universal devastação.


Pois agora, que o fado me fita com olhos de abismo, Não há lugar para o tédio ou o repouso do espírito; Rompeu-se o cristal da inércia, cessou o anacronismo, Sou um vulcão de urgências sob um céu infinito!


Urge-me o peito por amar, com a sede dos condenados, Desejo o domínio das águas e o governo do veloz aço; Quero o riso que fere e os prantos por mim derramados, Sentir a vida vibrar antes do gélido e último abraço.


Não me falem de espera, de amanhã ou de tardança, Pois o tempo é um rio que em mar de nada deságua; Quero o martírio do afeto, o triunfo e a esperança, Viver em um átimo o que o século consome em mágoa.


Que a pressa me guie! Que o sangue pulse em rito de guerra, Pois descobri, entre as sombras, a luz que a alma consome: Só vive deveras quem sabe que é apenas pó desta terra, E que o sopro divino é o que escreve, no vento, o seu nome.