Efemeridade do Tempo
Conhecemos pouco
diante do tanto que há pra conhecer
e a vida é apenas um sopro,
o tempo se torna cada vez mais escasso, então, os bons momentos valem ouro
e poder vivê-los é necessário.
O riso é um dos meus refúgios,
pois mesmo que seja por pouco tempo,
nele sinto um grande refrigério
e, principalmente, ilumino o meu mundo
durante os momentos adversos.
Se ignorarmos um pouco
a relatividade do tempo,
podemos considerá-lo
como um amigo próximo
daqueles que nos acompanha
desde a infância,
presente em todas as nossas fases,
inclusive, nos simples momentos,
então, um conhecedor de nossas perdas e das nossas vitórias,
alegrias e lamentos,
mas segue seu próprio ritmo,
agindo com autenticidade,
é favorável, caloroso, às vezes,
fica mais fechado,
mesmo assim, sempre focado
nos seus objetivos, impetuoso,
seguindo com determinação.
Não se importa se ficaremos aborrecidos, já que não tem a intenção em nos agradar em tudo
tanto que muitas vezes pode ser visto como um inimigo,
entretanto, depois, graças a Deus, vamos compreendendo
que na verdade ele está de alguma forma nos motivando a vivermos,
reconhecendo a necessidade
de tudo aquilo que vivenciamos,
que estamos vivendo
e que ainda devemos vivenciar segundo por segundo,
apesar de certos contratempos,
fazendo valer cada pulso do nosso coração, pois diferente dele,
não somos eternos.
Graças ao Senhor, uma preciosa conclusão para termos um viver verdadeiro.
Não precisamos de simples “personagens”, tão pouco de meros “coadjuvantes”, o que na realidade nos falta, são “protagonistas”, defensores de uma nova “cultura”, e autores de um novo “tempo”.
Nenhum tempo deve significar o fim, pois onde existe um pouco de nós, existe também uma "fortaleza" para ser reerguida...
Aprendi Que Quando Realmente Quer e Gosta ... Sempre Existe Um Pouco de Tempo para Tudo, Caso contrário, a Falta de Tempo é Apenas Uma Desculpa .
Ilusão é imitação perfeita do real
com toque de exagero
todo o cuidado é pouco
já que todo tempo
não é muito.
O homem santo que tem propósitos no Senhor o seu tempo é pouco, seu trabalho é muito e sua agenda lotada de compromissos cristãos.
Gaste um pouco do seu tempo em prol de quem trabalha sem propósito para que, pelas suas ações do bem, preencha a vida alheia com algo produtivo como servir o próximo com alegria estilo e prazer.
Poetamento
Meu simples poetamento, pouco explica em seu rumar.
Faz parte dessas ruelas que sempre surgem,
Como meus pequenos passos a marear.
Insinuando trilhas, avistando mapas, a orbitar.
As palavras servidas, além do que, tanto perguntam.
Como guardar o beijo que será efervescido?
Como carregar os pedaços dos que nos faltam?
Como desalumiar os pirilampos da saudade?
Meu palavrear não tem controle de custos.
Pode arquejar no tempo, não estar imune,
Ficar laçando luares, impávido escapulindo.
Querendo partilhar em si, fugaz raio da vivência.
Minha confabulação desmerece acanhamento.
Anda indócil, quase sempre nua, a entregar-se a um riso.
E quando eu pouco me descompasso, num alvoroço,
Sem qualquer anúncio, faz surgir estelares num pingo d’água.
Carlos Daniel Dojja
A avó e o Menino
A avó não tinha presente e tão pouco lhe vinha o futuro.
Vivia de si, num tempo em que os dias, só lhe prometiam o passado.
Pela manhã cantarolava cantigas de roda.
A tarde pedia chá e se ria sobre coisas desacontecidas.
Quando a noite lhe vinha, adormecia falando com invisíveis olhares.
Não tinha a estética da memória.
Seus ouvidos acordavam lembranças do sentir.
Suas mãos continham a fermentação das horas.
Seus braços acolhiam porções de vida refluídas.
E de si apenas se ouvia o balbuciar das palavras.
Assim, vivia sob o cuidado das crianças,
Que em certas ocasiões lhe contavam estórias.
Como aquela de uma sábia anciã,
Que para não morar com o tempo findo,
Decidiu torna-se novamente alguém para ser inventada.
Foi assim que numa fração, antes de partir, disse ao menino:
- Descobri que és tão grande, que não pude de ti, ausentar-me.
DEPOIS DA CURVA, HÁ UM RIO
Pouco importa o sol ardente,
O rosto molhado e a garganta seca;
Pouco importa a poeira da estrada,
Os pés descalços e as pedras no caminho;
Pouco importa o andamento sem fim,
As pernas cansadas e o quase parar;
Pouco importa as quedas sofridas,
Os laços desfeitos e o tempo perdido;
Pouco importa o pensamento distante,
A saudade no peito e a incerteza constante;
Pouco importa se a vida é dura,
Os sonhos são muitos e o tempo é pouco;
Depois da curva, há um rio.
Se estão fazendo pouco caso, desmerecendo ou acomodados com o seu melhor, junte suas coisas e saia fora imediatamente, a vida é uma só, o tempo passa muito rápido, não desperdice.
No olhar...
Olha pra mim,
olha de novo,
olha mais um pouco,
se não me compreendes, não perca o seu tempo.
Têm gente que procura mesmo é ser pouco, pessoas que não vale a pena contrariar, ruins no existir e que gostam mesmo é de ser mal. Contra essas, tranquilidade, o tempo também é juiz, pois os carniceiros morrem engasgados com a própria carne, os mentirosos pela própria língua e os sanguinários se afogam no próprio sangue.
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