Efemeridade do Tempo
Que é que foi?
O tempo? A vida? Ou um sonho?
Não mais me vejo, pouco percebo,
À pouco eu era, à pouco eu fui, e menos ainda eu nada sei.
Magrelo, pálido, pirralho,
Nem era carta no baralho.
Passou mais rápido os primeiros vinte,
Os segundos e o terceiro,
É segundos de uma vida inteira.
Breve um adeus final,
Um silêncio total,
Cartas que voaram,
Águas que passaram,
E não voltam mais.
Restam estas,
Paupérrimas palavras
Em miz
errimos papéis
Tortas linhas,
Ficam prá trás,
Até nunca mais
O que é o Tempo? Pra que serve o tempo? Temos pouco tempo? Temos muito tempo? Incógnitas... Certo é, que não o devemos desperdiçar! Porque sempre é tempo de amar!
O Tempo Levou...
Hoje!
Eu só queria
recordar um
pouco com você...
Do nosso amor!
Mas o tempo levou...
Os sonhos comigo,
que você havia guardo
em seu coração.
Os seus ele levou...
E deixou o meus com você,
transbordado em mim!
Seus sonhos em mim...
permaneceram.
Por isso essa saudade
que nunca tem fim!
As vezes a gente sente uma vontade de dar um tempo da vida... se isolar um pouco...Evitar algumas pessoas, algumas situações...Ficar na platéia. .(...)
Uma sensação besta de um vazio que insiste em permanecer...
Um cansaço estranho por não saber o que se está fazendo da vida.
Um 'Q' de inutilidade.
Com o tempo vai descobri, que existe pouco tempo pra se perder...
Mais antes que você chegue neste momento...
Aproveite a vida e viva com intensidade...
Não deixe de seguir, seus instintos, seus sonhos, seus desejos...
Se não tiver um sonho, construa um? Não construa vários...
E comece a colocar bloco a bloco, pois toda caminha tem um começo e você precisa dar o primeiro passo...
Lembre-se que pra subir a escada, você começa de baixo...
De tão pouco ter vivido sei que a vida muito tem para viver e de tão curto tempo dela ter vivido sei o quão longa ela é.
Quem se esforça muito para ser o que não é, gasta muito tempo para manter a aparência, e pouco ou quase nada faz, e quando faz, ainda faz malfeito!
Tempo
Que tempo é esse que me toma o tempo, o pouco tempo que tenho se já não tenho tempo para o tempo que tenho.
Vivo no tempo sem tempo.
Mas ei de lutar e vencer ou ser vencido.
Ei de lutar contra tudo que me rouba o tempo.
Só pra estar ao seu lado
Sim vou me esforçar.
Subjugarei a mim mesmo, vou transpor os vales e as mais altas montanhas.
Enfrentar raios trovões, a escuridão ou as tempestades, a escuridão da noite ou o maior calor do dia, as bestas feras, atravessar desertos ou florestas só para estar ao lado teu
quem sou ?
A não ser o que penso,
O que está a tão pouco tempo ou muito a virar nada, como o pó que pisamos,
Se penso isso, tão insignificante sou, a me comparar a nada, não é mesmo ?
O nada que é, como o tudo, a balança do eterno movimento da ambiguidade e dualidade que se movem simétrica e linear ao infinito.
Oh senhor tempo,
Fica mais um pouco
Vamos conversar...
Me conta como andam os minutos?
Como estão ligeiros...
Nem os vejo passar por aqui!
E as horas? Onde foram passear?
Estão sempre a voar por todo canto...
E aquelas horas que se perderam?
Onde podemos encontrá-las?
Me fala daquela tarde que não te vi passar....
Você passou tão apressado
Nem pude te cumprimentar
Quando o senhor passa de novo por aqui?
O trem das 12 horas já chegou...
Fica mais um pouco
Vamos conversar...
“Não sou velho o bastante para conhecer um pouco de tudo, da mesma forma que não sou jovem para dispor do tempo necessário para o aprendizado de novos saberes.”
Ainda há pouco era dia.
Eu asilava na sombra
a estirpe dos antepassados.
Temia a chegada da tarde
com seus pássaros, vertigens,
cortejos, fantasmagorias.
No entanto, sem sabermos,
caminhávamos, ombro a ombro,
evitando as largas veredas.
E quando afinal a tarde desceu
entre labirintos, vales e cristais,
entrelaçamos as mãos inseguras.
Juntos, partilhamos o tempo,
reconstruindo pedra e pedra
a vida que quedou imediata.
Eu vou parar o tempo e assistir um pouco
Porque a vida pede demais de mim
E eu tenho tão pouco pra dar
Vou tentar esquecer
Que tenho medo de tentar
Porque na vida tudo se resume a coragem
E foi o que esqueceram de me dar
Antes de nascer
Então prefiro esquecer
Que os meus sonhos são grandes demais
E assim como balão
Ao chegar muito alto retornam ao chão
Eu não sei qual vai ser meu futuro
E tenho tido medo de sonhar
E tudo o que eu quero por enquanto
É não mais me magoar
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