Educar Filhos

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Irmãos filhos de um mesmo PAI, e irmãos de fé, pelo amor à vida, amar se aprende amando, viver, vivo sonhando, batalhando com amor e FÉ, Força e Foco o Presente está se continuando...

Inserida por sharkloverman

"Desgraçadamente,os pais que não educam seus filhos e não os corrigem,deixam as portas abertas para que o mundo os ensine!"

Inserida por JorgeCorrea

Todos nós viemos do mar, mas não somos todos do mar. Aqueles de nós que somos, filhos das marés, deve voltar a ela uma e outra vez, até o dia em que não voltam, deixando apenas o que foi tocado ao longo do caminho.

Inserida por ISRL

Aqui sentado nessa cadeira de balanço, olhando para o por do sol, filhos, netos, um bisneto recém nascido, estão todos na cozinha, como todo domingo fazem, almoço em família, a vida passou, muita coisa mudou, muitas lembranças sumiram, mas aqui no meu peito, de já 80 anos, uma dor e uma saudade ainda me consome, com uma lagrima solitária ainda lhe homenageio, a cada mês, a cada ano, essa pequena lagrima vai ficando cada vez mais pesada, e mais e mais seu rosto vai desaparecendo, mas não preciso de um rosto para saber que ainda lhe amo, pois aqueles dias jamais morrerão, jamais irão se perder em minha mente..... bastou um "Oi" e eu senti, me envolvi, me apaixonei, amei.
O seu jeito sem jeito, me encantou, foi perfeito até ser tudo que eu sempre quis, por muito tempo, cada minuto que passamos conversando, juntos, mas ao mesmo tempo quilômetros e mais quilômetros de distância.
Brigamos as vezes por motivos insignificantes, me declarava para voce sem esperar grandes ocasiões, te critiquei, aconselhei, julguei, levei bronca e muito incentivo, chorei, sorri, senti aquele frio na barriga, aqueles sorrisos bobos que só você conseguia tirar de mim até quando eu só queria ficar na minha.
Agora na sala fria do inverno, bebendo um café forte e assistindo um filme melancólico e dramático, só esperando o sol anunciar um novo dia, uma lágrima quente percorre meu rosto, meu coração aperta, sinto sua falta.
Eu tinha planos e não posso desistir, passando horas a te esperar, talvez eu saiba que você não vai voltar, talvez minha mente se recuse a te esquecer, se recuse a ordenar que o coração pare de bater por você... Foi um sonho, meu perfeito sonho, eu, você, filmes, música, livros... Juntos para sempre, o nosso infinito, que durasse um dia, um mês, uma vida, que acontecesse, sem "mais" ou "menos" só nós dois um para o outro, porque se eu tenho uma certeza é a de que eu te amo....em fim minha ultima lagrima foi derramada.

Inserida por noface

"Ao tornar-se mãe (ou pai), seja um bom exemplo. Nossos filhos tendem-se a seguir os nossos passos."

Inserida por glauberlimadesouza

Os filhos são leitores assíduos e críticos dos pais.

Inserida por PAULOEMILIOAZEVEDO

O relacionamento do pai e da mãe sem dúvida nenhuma altera o relacionamento dos filhos.

Inserida por FranciscoWallas

A maior lição que podemos dar aos nossos filhos é ser…

Inserida por Esguedelhado

Que futuro estamos deixando para nossos filhos? E que lembranças eles terão de nós?

Inserida por Esguedelhado

Quero deixar para meus filhos um "livro", uma história cujo enredo, mesmo não sendo nenhum best-seller, os faça pensar e aprender, mas principalmente sorrir e sorrir muito quem sabe até gargalhar, pois assim terei a certeza que mesmo não tendo sido um pai perfeito terei ajudado eles a serem felizes...

Inserida por Esguedelhado

A bíblia é uma carta apaixonada de um pai,que quer dar aos filhos a alegria da eternidade.

Inserida por Lady26

A glória dos pais é ser enterrados pelos seus filhos. Nenhum pai ou mãe quer enterrar seus filhos.

Inserida por FranciscoWallas

Que nossos filhos cresçam no berço da bondade e do amor. Que se estruturem
no bom caráter e se fortaleçam na fé. Que entendam que honestidade e respeito
são valores fundamentais, que a ausência deles denigre o seu SER.

Inserida por RosangelaZorio

Cresci ouvindo que temos um único amor verdadeiro em nossas vidas, e ele se chama, filhos.

Inserida por LucianaGalhardo

Todos somos filhos de um só Pai Celestial. Cabe a cada um de nós discernir que tipo de filhos somos. O filho pródigo que voltou profundamente arrependido de uma jornada pecaminosa. Ou você é o filho que é irmão do que saiu e voltou, e ficou profundamente chateado com a disposição do nosso Pai de perdoar aquele a quem estava morto mas reviveu no amor do seu Pai. Cabe a nós discernir que tipo de filhos somos, pois temos apenas e somente um só Pai. A parábola do filho pródigo.

Inserida por FranciscoWallas

Somos filhos de um só Pai Celestial.... Embora alguns sejam Caim, outros são Abel.

Inserida por FranciscoWallas

Toda vez que Deus quer nos ensina alguma coisa Ele nos TIRA algo, assim Ele não forma filhos chatos e mimados.

Inserida por Yago02

Nossos filhos serão despertados na hora certa, por causa da nossa aliança com Deus.

Inserida por bisporodovalho

sim, fazem três anos já. o que as pessoas fazem depois de três anos? elas se casam, tem filhos, dão novos rumo para sua vida, esquecem amores do seu passado.
e eu, o que faço em três anos? ainda sinto saudade, ainda fico imaginando que isso é passageiro, ou era, mas foi só para mim.
A questão é que as pessoas não voltam, relembrar daquele tempo só para chorar, e continuar pensando que sua vida poderia ter sido diferente ou que poderiam ter esperado para faze-la diferente.

Inserida por patricia94

OS FILHOS ESQUECERÃO

O tempo é um animal estranho. Se parece com um gato, faz o que lhe dá vontade, te mira com olhar astuto e indiferente, vai embora quando você suplica, para que ele fique e fica imóvel quando você pede por favor, para que se vá. As vezes te morde enquanto recebe carinho ou te arranha enquanto te lambe (beija).

O tempo, pouco a pouco, me liberará da extenuante fadiga de ter filhos pequenos, das noites sem dormir e dos dias sem repouso.
Das mãos gordinhas que não param de me agarrar, que me escalam pelas costas, que me pegam, que me buscam sem cuidados, nem vacilos.
Do peso que enche meus braços e curva minhas costas.
Das vezes que me chamam e não permitem atrasos, esperas, nem vacilos.

O tempo me devolverá a folga aos domingos e as chamadas sem interrupções, o privilégio e o medo da solidão.
Acelerará, talvez, o peso da responsabilidade que ás vezes me aperta o diafragma.
O tempo, certamente e inexoravelmente esfriará outra vez a minha cama, que agora está aquecida de corpos pequenos e respirações rápidas.
Esvaziará os olhos de meus filhos, que agora transbordam de um amor poderoso e incontrolável.
Tirará de seus lábios meu nome gritado e cantado, chorado e pronunciado cem mil vezes ao dia. Cancelará, pouco a pouco ou de repente, a familiaridade de sua pele com a minha, a confiança absoluta que nos faz um corpo único, com o mesmo cheiro, acostumados a mesclar nossos estados de ânimo, o espaço, o ar que respiramos.

Chegarão a nos separar para sempre o pudor, a vergonha e o preconceito, a consciência adulta de nossas diferenças.
Como um rio que escava seu leito, o tempo perigará a confiança que seus olhos têm em mim, como ser onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o mar, concertar o inconcertável e curar o incurável.
Deixarão de me pedir ajuda, porque já não acreditam mais que em algum caso eu possa salvá-los.
Pararão de me imitar, porque não desejarão parecer-se muito a mim.
Deixarão de preferir minha companhia em comparação com aos demais (e vejo, isto tem que acontecer!)

Se esfumaçarão as paixões, as birras e os ciúmes, o amor e o medo.
Se apagarão os ecos das risadas e das canções, as sonecas e os "era uma vez... acabarão de repercutir na escuridão.
Com o passar do tempo, meus filhos descobrirão que tenho muitos defeitos e se eu tiver sorte, me perdoarão por alguns deles.

Sábio e cínico, o tempo trará consigo o obvio.

Eles esquecerão, mas ainda assim eu não esquecerei. As cosquinhas e os "corre-corre", os beijos nos olhos e os choros que de repente param com um abraço, as viagens e as brincadeiras, as caminhadas e a febre alta, as festas, as papinhas, as carícias enquanto adormecíamos lentamente.

Meus filhos esquecerão que os amamentei, que os balancei durante horas, que os levei nos braços e ás vezes pelas mãos.
Que dei de comer e consolei, que os levantei depois de cem caídas.
Esquecerão que dormiram sobre meu peito de dia e de noite, que houve um dia que me necessitaram tanto, como o ar que respiram.
Esquecerão, porque é isso que fazem os filhos, porque isto é o que o tempo escolhe.
E eu, eu terei que aprender a lembrar de tudo para eles, com ternura e sem arrependimentos, incondicionalmente.
E que o tempo, astuto e indiferente, seja amável com esta mãe que não quer esquecer.

Inserida por ERIVALDA