Educação Matemática
Se é fácil viver? Bem, é tal como uma equação matemática, parece complicado, mas é um bocado fácil bastando a você prestar atenção nas operações. Primeiro vem a multiplicação, multiplique as coisas boas, os favores, a boa vontade e a boa sorte, divida os momentos bons com as melhores pessoas, divida o sorriso, divida as lágrimas, some a sorte a vontade e a ação, subtraia a falsidade e a hipocrisia. O total de tudo isso será uma cabeça fria, um coração aberto e um humor de orelha a orelha.
Quando eu olho os livros de matemática do Matheus fico me perguntando: Como eu consegui passar da sétima série?
Milagre, só pode ser milagre!
A minha vida é igual a aula de matemática, quando estou começando a gostar ou entender alguém apaga o quadro e começa um conteúdo mais novo e mais difícil!
O big-ban não criou o mundo! Mas criou matérias chatas como: Ciências, Física, Matemática e História.
Nossa eu gosto tanto de você que fiz uma equação de matemática que só nos entendemos:
1)Amizade+Alegria=Divertido
2)Divertido+Amor=Loucura
3)Loucura+Eterno=Eu+ você
4)Eu+ Você = Nossa amizade é verdadeira e para sempre!
Por que achar que a vida tem algum sentido ? a vida não é uma conta de matematica onde dois mas dois é igual a quatro , a vida é assim mesmo . hoje tu gosta amanha não mais , hoje tu ama , amanha nem tanto . não que o "AMOR" não tenha sido verdadeiro , mas é por que a pessoa foi sincera o bastante pra deixar claro que o amor que sentia durou só aquilo , mas não deixou de ser sentimento ,não deixou de sentir o frio na barriga na hora do beijo , o nervosismo esperando um sms , nem o embrulho no estomago quando se via , mas temos que ser sinceros uns com os outros, e falar a verdade , não igual adulto , jamais igual adultos , por que adultos mentem , mas igual a crianças sinceras , verdadeiras e decididas as qualidades que falta em muita gente por ai .
Ninguém jamais será equação matemática perfeita...,
e, é justamente nisso que reside o caos e a maravilha de cada um de "Nós".
A matemática do amor não é perfeita, porque os cálculos que levam a paixão, somente o coração sabe!
Estou cansada
Por tanta exaustão
Nada mais fala
Que Humanização.
Aula de matemática
É interativa
Mas por muito pode ser
Um tanto exaustiva
Vejo muitas pessoas
E não gosto do que vejo
É estranho como isso soa
Pois nada eu almejo.
Deixe-me descansar um pouco
Deixe-me olha para as estrelas
Deixe-me fazer de louco
Mesmo que eu não possa vê-las.
A vida se parece com a Matemática!
Não tem como resolvermos problemas complexo sem termos o domínio dos mais simples.
Em matemática aplicada a estratégia utilizando Jogos de Soma Zero, sempre há quem ganhe e quem perca, até que o vencedor, ao olhar os escombros deixados para trás, perceba que parte de si também foi destruída.
A Luta Nao Pode Esperar
Crônica baseada na morte do estudante de Matemática da UFG, Guilherme Silva Neto de 20 anos.
Por Josielly Rarunny
Imagine um jovem alternativo e revolucionário, desses que defende suas crenças, capaz de lutar até a morte. Literalmente.
Guilherme saiu numa manhã de quarta feira após uma briga com o pai, motivada pelo estilo do rapaz, causas sociais e políticas que Guilherme defendia.
O pai, engenheiro de 60 anos, conservador e depressivo não aceitava as atitudes do filho. Proibiu Guilherme de participar da tal reintegração de posse que ocupava universidades e lutava contra as propostas da PEC 241.
Discutiram. Discutiram feio por sinal. Dessas discussões onde se ouve gritos, xingamentos e ameaças. Saíram cada um para um lado.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
A mãe na sala ao lado ouvia a discussão.
Em oração repreendia e preferiu não interferir.
Vai saber o que se passa no coração de uma mãe.
Aquela dor recolhida, aquele choro engolido, uma aflição que parece não ter fim. Um anseio de ver a paz reinando no almoço em família do dia seguinte.
Um almoço que não acontecerá mais.
O pai tinha o tempo de esfriar a cabeça ou sacar uma arma.
Advinha o que ele fez.
Voltou para casa.
Encontrou apenas aflição e oração em forma de mãe.
O filho não estava mais. Encontrou Guilherme numa praça perto de casa e disparou contra o filho quatro vezes. Houve tumulto e gritaria.
Guilherme conseguiu correr, mas o pai alcançou o filho e com mais disparos o matou.
E com o mesmo tempo que ele levou para sacar a arma, debruçou sobre o corpo do filho, talvez arrependido da besteira feita. Não quis ficar e lutar contra a justiça social e brasileira.
Que por sua vez nem é tão severa assim.
Preferiu antecipar o julgamento e a justiça divina.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
Ninguém sabe, ninguém ouviu falar.
O que todos sabem é que ele foi.
Infelizmente, pra nunca mais voltar.
