Educação Física
Quando há corrupção na educação, o futuro de uma nação é comprometido. A corrupção desvia recursos que deveriam ser usados para melhorar a qualidade do ensino, infraestrutura e apoio aos estudantes.
Se a educação ambiental não for aplicada na vida das pessoas tampouco será visível em meio a sociedade.
Caráter vem da boa educação familiar e social, a perda do caráter vem de más influências tanto na família como fora dela e a total inexistência de caráter vem da falta de humanidade.
O acesso à educação e o sucesso profissional das mulheres de todas as raças e orientações sexuais, sendo cisgêneras ou transgêneras, é algo primordial para o fim das culturas de violência, machismo e misoginia no Brasil e no mundo.
Está na nossa Constituição Brasileira que todos os brasileiros têm o direito à educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, e assistência aos desamparados. Esses direitos devem ser garantidos e pagos pelo Estado, com o nosso próprio dinheiro, para beneficiar a população. Porém, o que vemos é que não seguem nada do que está escrito na Constituição.
A educação, que deveria ser um direito fundamental, é uma farsa. Está sabotada e não merece nem o nome de educação, pois não cumpre com o seu papel. Não temos saúde, pois se tivéssemos, não veríamos pessoas morrendo nas portas dos hospitais. Não temos alimentação, pois, se tivéssemos, não haveria pessoas passando fome nas ruas. Não temos moradia, pois, se tivéssemos, não haveria tanta gente pagando aluguel ou em situação de rua, sem ter onde morar.
Ou seja, a Constituição não é respeitada em nada do que está escrito. Eles passam por cima de tudo e desviam o nosso dinheiro, que deveria ser utilizado para o nosso benefício, para pagar os interesses de banqueiros, investidores, financiadores de campanha e megaempresários, tanto nacionais quanto internacionais.
Art. 6º – São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
Se os governantes investissem na educação dos seus cidadãos, certamente não seria necessário investir em segurança.
Já não há mais educação entre os mais jovens, nem respeito entre os mais velhos, tampouco pudor entre os idosos.
É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.
ENTRE PAIS E FILHOS.
EVOLUÇÃO E RESPONSABILIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS À LUZ DA CONSCIÊNCIA ESPÍRITA.
A travessia histórica que experimentamos caracteriza-se por acentuado progresso técnico e simultânea instabilidade moral. A inteligência humana amplia suas conquistas científicas, mas o discernimento ético nem sempre acompanha tal expansão. Essa assimetria produz um fenômeno recorrente nas sociedades de transição. A ilusão de que liberdade exterior equivale automaticamente a maturidade interior.
A Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec em 1857, estabelece distinção rigorosa entre progresso intelectual e progresso moral. Em "O Livro dos Espíritos", questão 780, afirma-se que o progresso moral acompanha o intelectual, mas nem sempre o segue de imediato. Há descompassos. Há atrasos da consciência. A ampliação de direitos civis e a multiplicação de recursos tecnológicos não garantem, por si, elevação ética.
Nesse cenário, a missão dos pais adquire relevo singular. Segundo a questão 582 da mesma obra, a paternidade e a maternidade constituem verdadeira missão. Missão não no sentido místico superficial, mas no sentido ético de incumbência deliberada. Educar um filho é participar do processo evolutivo de um Espírito que retorna à experiência corpórea com necessidades específicas de aprendizado.
A reencarnação, fundamento pedagógico da lei de causa e efeito, indica que cada criança traz consigo tendências, inclinações e desafios anteriores. Não se trata de determinismo, mas de predisposições que requerem orientação consciente. Pais e mães não recebem páginas em branco, mas consciências em elaboração. A tarefa educativa consiste em favorecer a retificação de inclinações inferiores e o florescimento das virtudes latentes.
Sob perspectiva psicológica, tal compreensão encontra paralelo nas teorias do desenvolvimento moral. A criança nasce com disposições temperamentais, porém a estrutura ética consolida-se pela interação com figuras parentais. O lar é o primeiro espaço de internalização de normas, de construção de autocontrole e de aprendizagem empática. A ausência de limites claros compromete a formação da segurança psíquica. Permissividade não é sinônimo de respeito. É frequentemente abdicação da responsabilidade formativa.
A mãe, historicamente associada ao cuidado primordial, exerce função estruturante na formação do apego seguro. Estudos da psicologia do desenvolvimento demonstram que vínculos estáveis favorecem a regulação emocional e a capacidade de confiar. Contudo, reduzir a maternidade a sentimentalismo seria empobrecer sua grandeza. A mãe educa também pela firmeza serena, pela coerência moral, pela presença vigilante que orienta sem humilhar.
O pai, por sua vez, não pode ser compreendido apenas como provedor material. Sua atuação consistente contribui para a consolidação do senso de responsabilidade e para a interiorização da autoridade legítima. A figura paterna simboliza referência normativa. Quando equilibrada, favorece a autonomia responsável. Quando ausente ou incoerente, pode gerar fragilidade na estrutura identitária.
Na perspectiva espírita, educar é cooperar com o aperfeiçoamento de um ser destinado à continuidade da existência além da matéria. Essa concepção amplia a gravidade de cada gesto cotidiano. Palavras impensadas, omissões reiteradas, exemplos contraditórios produzem marcas profundas. A educação não ocorre apenas nos grandes discursos, mas nos hábitos diários, na forma como os pais lidam com frustrações, conflitos e deveres.
A autoridade genuína fundamenta-se no exemplo. A tradição moral sempre reconheceu que o caráter se transmite mais por convivência do que por instrução verbal. Pais que exigem honestidade, mas praticam duplicidade, comprometem a credibilidade da própria orientação. A coerência entre discurso e conduta constitui o eixo da pedagogia doméstica.
Importa igualmente compreender que responsabilidade não significa controle absoluto. O excesso de vigilância pode sufocar a individualidade em formação. Educar é equilibrar afeto e disciplina. É permitir experiências graduais de autonomia, mantendo diretrizes firmes. A liberdade saudável é aquela que se exerce dentro de referenciais éticos estáveis.
A época contemporânea desafia a família com estímulos constantes, relativização de valores e cultura de imediatismo. Nesse ambiente, a missão parental torna-se ainda mais exigente. Exige presença qualitativa. Exige diálogo fundamentado. Exige consciência de que cada geração transmite à seguinte não apenas patrimônio material, mas herança moral.
A evolução coletiva principia no núcleo familiar. Reformas sociais autênticas emergem de consciências bem formadas. O lar antecede a escola e o Estado na construção do caráter. Quando mães e pais assumem a educação como dever sagrado e racional, contribuem para a edificação de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Educar, sob a ótica espírita, é também caminho de autotransformação. Ao orientar um filho, o adulto confronta suas próprias imperfeições. Aprende paciência. Desenvolve empatia. Exercita renúncia. A parentalidade converte-se, assim, em instrumento de progresso mútuo.
Liberdade verdadeira é aquela que se harmoniza com responsabilidade. Evolução autêntica é a que integra conhecimento e virtude. Mães e pais que compreendem essa distinção tornam-se artífices silenciosos do futuro moral da humanidade. No recolhimento do lar, longe dos aplausos públicos, forjam-se consciências capazes de renovar o mundo.
Educar é plantar no presente a dignidade que florescerá nas gerações futuras, e cada gesto consciente no interior da família é semente de um amanhã mais lúcido e mais nobre.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
E por amor tomou-se tudo o que acontecia.
E tudo o que acontecia era mera educação.
E a educação levou a uma confusão.
E a confusão despertou o interesse.
E o interesse aprofundou o conhecer.
E ao conhecer se apaixonou.
E ao se apaixonar amou.
E ao amar tudo valeu recomeçar.
A educação é ímpar e egoísta quando não existe dualidade de ensino. Portanto, ela deve ser par, participativa.
A quantidade de educação existente em mim é tamanha que me transformei em um ignorante. Comecei a ignorar quaisquer ideias ou concepções, referentes ao meu modo de pensar, de agir e de ser, por pessoas leigas que se acham donos ou transmissores da verdade, geralmente criada por elas mesmas, ou por qualquer outra igual aos demais.
Cadê a sua educação ?
Hoje falei para uma atendente bancária: "Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar !"
Estava eu, em frente a uma mulher de meia idade, solicitando educadamente que ela fizesse uma transferência de valor para um outro banco. A atendente, num tom de voz pretensioso e alterado afirmou-me que a conta que eu estava mostrando para ela estava errada e negou-se a efetuar a transferência.
Percebi um certo desconforto nela, algo a incomodava e não era eu.
Pensei então que o dia estava sendo ruim para ela e que talvez ela pudesse ter razão quanto ao número da conta bancária e fui ao outro Banco para confirmar.
Confirmada a conta, nada de errado, voltei ao banco para realizar a transferência, peguei nova senha, esperei e tive a sorte de ser atendida pela mesma mulher.
Digo sorte porque falam que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar: é mentira!
Cinco estações de trabalho, cinco atendentes: duas vezes, no mesmo dia, atendida pela mesma pessoa...
Ela me reconheceu e gritou: "Já não falei que esta conta está errada!?"
Eu respondi calmamente e baixo: "Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar ! E mais, educação enferruja por falta de uso. Por favor, faça a transferência porque acabo de confirmar a conta!"
Depois disso, não lembro mais de ter ouvido a voz dela. Mesmo assim, antes de ir embora, agradeci e disse: "não se esqueça de ser feliz !"
E eu ? Saí de lá e fui tomar sorvete !
Um vencedor é medido pelas suas atitudes pelo seu caráter pela sua educação e pelo modo como tratar seus semelhantes, não pelos bens conquistados ou riqueza, quando se tem o espírito rico de amor e compartilhar com as pessoas que ama.
Ninguém pode te julgar te apontar o dedo e dizer q vc não é bom, Deus sabe muito bem quem você realmente é.
Um vencedor não é medido pelas suas vitorias mais sim por todas as vezes que caiu e conseguiu se levantar com dignidade e força para continuar em frente.
O desinteresse político pela instrução/educação de um povo e o desinteresse dos alunos, faz o professor atrapalhar a ambos.
Democracia é um bolo caríssimo, decorado com promessas de educação, saúde, moradia, segurança, justiça, lazer, etc. Ilusoriamente o povo acredita que tudo está sendo feito apenas para ele próprio saborear. Todavia, ignora que os ingredientes ocultos são: cargos públicos, benesses, enriquecimentos ilícitos, apadrinhamentos e uma grande porção de mazelas; sendo que, na hora da festa, o bolo é degustado somente por alguns escolhidos que detêm o poder.
- Relacionados
- Coração Aberto
- Frases de educação física que falam sobre a importância desta disciplina
- 87 frases sobre educação provocativas e transformadoras
- Frases de Paulo Freire sobre educação e sua ação transformadora
- Mensagens de Educação
- As principais ideias de Rubem Alves sobre Educação
- 43 frases para o Dia do Professor que celebram a educação
