E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Crítica
Existem muitos poemas
Tecidos sob as nuvens
Cujos repetidos temas
Nada mais intuem
São reles afirmações
Sequências de quase nada
Daqueles que sem inspirações
Querem dos outros a estrada
Poemeto
Ondas cantam no mar
em acordes de sal e sol
para a todos encantar
Acordes de sal e sol - metáfora criada pela autora
“Ser apóstolo, apaixonado por Cristo, significa ser continuador de sua obra, irradiar em sua vida, a vida de Cristo...”; “...porque nada, nem ninguém pode acabar com um amor sem explicação!”
"Quando fazes tudo certo ninguém te dar uma condecoração, mas se tu fazes algo errado, todos te apedrejam e te jogam na lama"
Poemeto
Ondas cantam no mar
em acordes de sal e sol
para todos se encantarem
e entre suas espumas brancas
num mergulho de sereia
cantarem junto a melodia
que sem parar o mar pranteia
O vento canta um mantra
tão forte como um alarme
mas o vento não é pilantra
ele gosta de fazer charme
O IMPÉRIO DE MASCA
Uma sátira sobre o quê?
Era meados de maio, em 2020, quando este reino saudou, por imposição de seu nobre Monarca, a nova soberana.
Esta ¨amiga do povo¨ oferecia proteção contra a invasão do bárbaro Sars, “O Temível”.
Num cenário em que a manchete era de caos iminente, com sintomas aqui e acolá, a providência monarca parecia atender aos interesses gerais.
Masca, a Imperatriz, então, chegou ovacionada como salvadora da pátria.
A figura vindicava, com muita elegância, tão e somente o respeito às suas regras, aquelas tidas como básicas, para as quais nem o mais abastado de intelecto haveria de discutir, porquanto dispostas em nome do bem supremo (saúde e tranquilidade para todo o Império).
Todavia, de início, queixas e desconforto; extrema confusão, pessoas sem identidade; ruídos controversos de opinião.
Incômodo! É fato, diante da nova Imperatriz, pairava na gente do reino.
Mas…com o tempo, quase todos renderam-se, súcubos de tão hipnótica majestade.
Aquela figura, solerte e receosa de abandono, cuidou de mostrar nova roupagem, para o agrado da população.
Colorida, alegre e engraçada, até mesmo personalizada, tudo ¨de acordo com o desejo de cada integrante do reino¨, acolhendo de um jeito lúdico e especial, até mesmo os pequeninos, antes livres da perturbadora discussão.
Era tanta beleza espalhada, que até memorava a outra disposta em arte no centro do mundo moderno, em Les Amants, René Magritte.
A figura a quem aqui se dá o título de imperatriz, afinal, não parecia tão cruel.
Justificativas não faltavam para a sua defesa; seus súditos manifestavam desculpas inclusive quando se esqueciam de saudá-la; confusão, as pessoas de fato mudaram seu comportamento, adaptando-se ao novo comando.
Contudo, por razões toldadas, não havia felicidade no ímpeto daquela nação.
As vozes calaram-se, os sorrisos desapareceram, o ar tornou-se de difícil inspiração e expiração; entretanto - porque no coração do povo ¨há bondade e empatia com o próximo", tinha-se de respeitar a coletividade, sob pena de banimento.
Verdadeira tirana e abusadora social, em verdade, vilipendiou todos os valores. Fustigou os rostos, escamoteou risos e aproveitou para represar informação, funcionando como um simulacro de mordaça, sufocando o conhecimento.
Até mesmo os mais íntimos da lei que enxergavam aqueles despautérios preferiam o silêncio, receosos de maior restrição de suas já parcas liberdades.
Movimentos e dança também sucumbiram, não obstante tóxicos resultados durante a atividade física.
Abusos deveriam ser suportados por um bem maior, ainda que por mau.
Sorrisos, expressões, ar, liberdade, tudo efêmero perto do novo e permanente rebuço.
Liberdade em raras ocasiões, por exemplo, quando sentados os discípulos para alimentação. Porém, quando na vertical, a canga retornava, porque ressurgia das cinzas o invasor.
Mas para quê revoltar-se? Afinal protegidos, enfeitados e alguns até confortavelmente escondidos por detrás do novo adereço.
O bafo da dentadura melhor solitário.
Até os tímidos, desta vez, ganharam força (perderam a voz, de vez).
A Soberana negava a verdade, colocava uns contra os poucos, confundia suas vítimas, ao mesmo tempo em que elogiava-as por terem a coragem de defendê-la e glorificá-la.
O tempo transcorre.
A maioria vibrou em medo, depressão, sofrimento, isolamento.
A minoria despertou para a cruel realidade e bradou: ABUSO!
No horizonte a liberdade da já sempiterna abusadora. Agora finalmente “democracia”!
Um édito real (do Monarca) decretou a sua separação do Império, já preocupado com o novo destino de seu Reino, o qual deseja ampliar, não sem aprovação unânime de sua já fiel população. A conviva agora já não lhe servirá!
Estaria a Imperatriz descartada, não fosse o pânico difundido e consequente prestígio conquistado.
Muitos querem a manutenção de forças da Cruella De Vil, nefanda comensal; afinal, criou-se com ela um vínculo, uma espécie de conexão pessoal, emocional e até mística! Confortáveis, por de trás da escuridão querem permanecer.
Sentimentos positivos em relação à nobre tirana, negativos contra quem a menoscaba, vociferando anátemas (rebeldes negacionistas, egoístas, burros, bois, etc); o povo é seu convivas, além de partilhar das idéias da grande irmã.
Encantados pela algoz, muitos até desejam, mas não conseguem abandoná-la.
Simbioticamente, em verdadeira SÍNDROME DE ESTOCOLMO, quem reinou foi o abuso, a cegueira, a incoerência e a falta de união.
Sieg Heil!
Escrito em março de 2022
Bom dia!
Novo dia mansamente nos chega
e ouvimos do vento um assovio,
dizendo - acordem, vamos à janela,
eis que estamos sob os ares de abril !
Neusa Marilda Mucci
Não perca o seu tempo se perguntando como o mundo será daqui 10 anos.
Se pergunte todos os dias: Como eu quero o mundo daqui 10 anos e como posso ajudar a criar este futuro que tanto desejo?
Não vamos conseguir mudar o mundo simplesmente com uma ação, mas podemos ajudar a mudar o futuro de alguém que poderá tentar mudar o mundo com suas ações !
Se livre rápido das prisões.
A vida é curta e curta a vida que é sua.
Quem te pode provar com ciência em sã consciência de que tu pode ou não pode
Alguma coisa na vida? Não se rebele, nem se altere, apenas pensa: Se nada mudar, eu mudo, se eu mudo tudo estará mudado.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO
Achei que descobrir algo novo me traria o alívio do cobertor do conhecimento... mas me trouxe mais dúvidas e perguntas. Fiquei ainda mais curioso.
Dizem que quando uma pessoa amada,
familiar ou amigo, morre, falam: " A vida continua". Não corroboro,
pois a vida é pausada, o espírito para quando
temos a consciência que nunca mais veremos a outra pessoa na qual
esteve em todos os nossos momentos de felicidade
e antagônico. Pode se dizer quê: o retorno ao estado
de espírito, na qual a vida continuará, poderá
ocorrer quando a consciência entender e quiser
compreender que a vida continua. Além disso, não
será mais a mesma pessoa emocionalmente,
será um ser humano mais rígido no seu interior,
menos hiperbólico ao amar e mais
consciente na dor. Depreende-se, por tanto, que se viva a vida sem pensamentos retroativos, pensando sempre em proatividade de vida, porque ela poderá te surpreender em segundos ou um sopro.
Quando somente um erro humano é capaz de gerar um acidente de trabalho, derrubando todo o seu Gerenciamento de Riscos, então sua estrutura de gestão é falha e se assemelha a um castelo de cartas.
A MENINA QUE TOCOU O BRASIL
Um dia, uma menina,
Fortemente violentada,
Em seu pequeno coração,
Ela foi dilacerada,
Coagida e com medo,
A ameaça silenciava,
O grito do seu choro,
Que no peito pressionava,
Sem saber a quem recorrer,
Achou por bem tirar sua vida,
Pensando que assim,
Se livraria desta lida,
Mas, Jesus apareceu,
Para mudar a sua história,
Transformar o que machucava,
Em cura e vitória,
A cicatriz virou lembrança,
Porém, motivo de luta,
Sua dor tinha um propósito,
Vencer a força do ódio,
Além disso, essa guerreira,
Levantou uma bandeira,
Derramando sua vida,
Fortemente aguerrida,
Na lide por uma legislação,
Que mantivesse proteção,
Dando voz a quem guardava,
A mesma luta no coração,
Suas palavras ecoaram,
Abrangendo as criancinhas,
Que no ventre também clamam,
Suplicando pela vida,
O destino a conduziu,
A um dos postos mais elevados,
Do nosso querido Brasil,
Por meio de um Presidente amado,
Eleito pelo povo,
Mas escolhido por Deus,
Por Ele sendo guiado,
Concedendo alívio aos Seus,
Ela, Ministra de Estado,
Da mulher, dos violentados,
Em seus direitos humanos,
Sem força, prejudicados,
Além de ser uma voz,
Tem aprimorado a política,
Enriquecendo as estratégias,
E muitas novas diretivas,
Essa batalha tem dono,
Deus, o Autor da Vida,
Está estancando o sangue,
Devolvendo a alegria,
Neste dia especial,
Como mulher, eu te agradeço,
Por esta paixão fenomenal,
Algo que não tem preço
Deus fortaleça suas mãos,
Pois não há maior satisfação,
Do que ver o fruto: um sorriso,
De uma grande libertação.
✒️ Autor: Vanessa Ribeiro
☀️ Inspiração: vida e história da Ministra @damaresalvesoficial1
Na vida pessoal ou profissional, o que realizamos precisa ter um objetivo. Se estamos fazendo algo sem saber o objetivo, então estamos perdendo tempo e oportunidades.
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