E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta

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Acho que a vida é corrida quando se cria uma adolescente cheia de atitude.

Inserida por pensador

O que você acha que é ser um Ranger: dar surras, contar piadas, se divertir? É difícil.

Inserida por pensador

Alguém tem que fazer a justiça valer a pena.

Inserida por pensador

O que você sente, o que você quer, isso não é justiça. Isso é vingança.

Inserida por pensador

Em meu coração há tanto amor e mesmo assim a saudade da um jeito e se aloja dentro dele"

Inserida por ElianeRochaLapaPR

“ Não poderei mais te entregar meu
coração florido, meus versos com
cheiro doce e gosto de bombom.
Não te darei meu olhar, enquanto
você admira minha beleza e passeia
com suas mãos em meus cabelos.
Não te darei minhas palavras de
consolo, nem meu colo para
aconchego. A saudade e as lágrimas
causam um aperto no coração,
sabe? Sinto falta de ouvir seu
coração pulsar, no nosso longo
abraço apertado. Tire essa saudade
de mim, tire as flores que você me
deu, as musicas e os momentos em
que tivemos; pois sei que meus
olhos não te fazem falta, mas teu
sorriso ainda me dá saudade.”


Sobre a saudade, Miriã Barros de
Azevedo. (via oxigenio-dapalavra)

Inserida por AnaliceGaspar

Todo Prazer, toda dor, toda alegria, toda tristeza... no final vira pó.

Inserida por MarceloAESantoLima

⁠Uma coisa que aprendi em uma vida longa é que toda a nossa ciência comparada à realidade é infantil. E, ainda assim, é a coisa mais preciosa que temos.

Inserida por pensador

⁠"Saudade não é ausência, não é afastamento, ao contrário, é presença, aproximação; quem sente saudade, ainda traz dentro de si a pessoa e os momentos. É um sentimento que dá a mão para a esperança, é uma espera que acalenta os dias porque em algum momento vai findar".

Venha, me dê mais uma noite ao teu lado, sente-se como e me deixe te olhar, sentir teu cheiro. Vamos falar bobagens e sorrir um do outro, isso me faz feliz, fale do mundo e conte-me seus planos e sonhos, fale de nós.

Vamos fazer do errado o certo e nos permitir e nos redescobrir, tentar esquecer os medos e receios que o passado nos deu, vamos nos perder para nos reencontrar, hoje só quero te fazer feliz e mais nada, te ver assim é tudo não é precisa mais nada.

Gosto quando você me olha e me entende é como se observasse o que a em minha alma, quero sentir-me assim sempre como o frio na barriga a cada encontro, as estrelas estão sumindo ao amanhecer desta noite que nos une, mas podemos sonhar com outras noites e ver o sol nascer para que uma vez mais eu possa amar você.

Estas são apenas palavras que não tive coragem de dizer, eu amo você.

(http://escritosdopanda.blogspot.com.br/)

A saudade na noite aperta o coração, O seu rosto em meu pensamento me enche de momentos bons , Te trago tatuada no peito, Você é minha paixão, não tem mais jeito não, se esquecer não é opção, então te amar é o que quero sempre, tendo vc sempre em meu coração.❤

Inserida por WederHenrique18

E à noite, quando a saudade mais aperta, oro a Deus para impedir que o tempo e a distância nos separe e que, num dia em que não mais serão, nos reúna para nos amarmos eternamente.

Inserida por MariaAlmeida

Essa noite chorei o sonho mais lindo da falta q sinto de você..
Chorei a saudade que aperta no peito...
Do tempo que eu era só você...
Essa noite meu pensamento mais forte foi você...
Meu desejo mais forte foi você...
Meu querer mais forte foi você...
Essa noite eu só queria te ver...
Sentir.. abraçar ...
beijar...
Essa noite eu só era você...

Inserida por Danicarvalho4015

No meio da noite
A saudade aperta
E aí que o coração acelera
Lembrar do tempo de outrora
Aquela paquera
Feito história de amor
Eu e Ela.

Inserida por brunobelini

⁠AMARGURA

Dia e noite a lembrar de ti. Saudade
aperta o peito, e a emoção redobra
cada uma sensação de falta, ô sobra
no sentimento, ao sentir é vontade!

E, no sofrer que a tristura manobra
chora, implora, triste é a felicidade
e a dor, a ferralhar, traz calamidade
com solidão, notória, tão sem sobra

Dolorosa a recordação, o momento
a alma baixa, achacado de tal crime
assim, se vê, cair no esquecimento!

Tudo, ante ao fatal que afadiga tanto
o amor sem ter sua distinção sublime
vai se amargando sem ter o encanto...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22/04/2021, 06’05” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

Pretender-se que a vida dos homens seja sempre dirigida pela razão é destruir toda a possibilidade de vida.

Leon Tolstói
Guerra e paz.

Para a "doce menina" todo dia é dia, toda hora é hora... Sempre pronta para quando o desejo aflora!

Mulher...
Sempre amável e adorada
Doce encanto da morada
Doa-se toda ao amor
Mulher...
Dádiva do criador
Sensibilidade de uma rosa
Mas tem a força de uma rocha
Quando ama é sincera
Mas se magoada é uma fera
Mulher...
Anjo indômito da sabedoria
Fada mãe luz da devoção
Deu a vida a humanidade
Mulher...
Fonte humana da criação

Em toda a minha vida, sempre que enfrentei algum obstáculo, eu simplesmente dizia: “Gostaria de falar com o gerente.” Mas no nosso relacionamento, não havia um gerente. Não havia ninguém que poderia consertar as coisas para mim, exceto eu mesmo.

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994