E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Toda a alegria do mundo vestida de amarelo
Saudade veste azul para ser sentida olhando o céu
A paixão usa vermelho
O amor as cores que quiser não precisa provar nada
Ansiedade se veste de arco íris misturando todas as cores
Indiferença prefere o cinza não é branco e nem preto
Depressão não escolhe sua roupa, usa o que está em cima da cama
A idade se veste de nude com um laço rosa na cabeça provando que o tempo é discreto e feliz
Esperança esta de verde, quem nunca olhou as árvores balançarem com o vento
O desejo a o desejo este está nú de meia até joelho enrolado em uma toalha colorida
Tristeza de vestido preto não mostra nada
A paz está de pijama
O cansaço com um moletom e calça larga
Toda vida embrulha em cores e roupas
Todo aguardo traz uma esperança. Toda chegada traz uma consolança. Toda partida traz saudade e lembrança. Mas a felicidade encontra-se no conforto de uma estança!
Fiz um acordo bem feito
pra não sofrer de saudade,
toda vez que ela me invade
Se alojando no meu peito,
Na hora já dou um jeito
De ficar bem animado,
Pra não ser incomodado
Com dores do sentimento.
Pus no mar do esquecimento,
As coisas do meu passado.
PENSA EM MIM
Toda vez que você sentir saudade
Pensa em mim, pois com certeza
Estarei pensando em você
Porque no fundo do teu olhar
É que está todo meu desejo de te amar
Se um dia fizerem o filme da minha vida
Você será os meus efeitos especiais
E mesmo se eu não mais existir
Procure-me no perfume de uma flor
E saiba
Que o amor que eu sinto por você
É tão grande que ultrapassa o limite da eternidade
E mesmo se estiveres triste
Olhe para o sol, pois o brilho dele
Servirá para te fazer feliz
Você foi de todas que eu escrevi
A página mais linda
E a mais bela poesia
Que o destino
Já escreveu em minha vida.
Tenta entender, meu bem, toda essa saudade. Tenta entender que o meu mau humor vem da ausência do teu sorriso. Que a mania chata que eu tenho de te mandar mensagem de 5 em 5 minutos, não passa de um medo absurdo — e sem cabimento — de que você me esqueça. Tenta entender que a minha carência existe pela falta do teu abraço, do deitar no teu ombro, do teu cheiro que, para mim, é melhor que qualquer outro. E que, se eu choro baixinho ao telefone contigo, é porque eu te queria mais perto. Tenta, vai? Um pouquinho que seja. E não desiste de mim.
Saudade é uma porção do amor que se manifesta com as boas lembranças que iremos carregar por toda a vida.
Saudade, ver se mergulha nestas águas de imensa beleza e leva consigo toda essa dor que me consume, apavora, me devora...ver se vai nas profundezas dessas águas cristalina e leva minhas angustias, meus fantasmas que perseguem e amedrontam meus dias, minhas noites, sem me deixar sonhar.
Vai saudade, nada contra a correnteza e afoga todas as minhas máguas e tristezas no mar para que eu possa amaramar!
Saudade do tempo em que corria descalço, tomava sorvete me lambuzando toda e ainda, tinha quem achasse bonito. Saudade do tempo em que pulava corda, corria para cair e levantava para correr de novo.
Saudade dos meus cadernos tão bem coloridos e minhas letras tão bem desenhadas. Saudade dos meus cabelos longos, por vezes, entrançados. Saudade do mimo da minha avó. Das marcas de cada brincadeira, do azul daquele céu e da chuva que me banhei.
Saudade eu tenho de um tempo único, onde minha maior preocupação era ter que ir bem na escola.
Saudade dos amigos tantos, que hoje pouco vejo, pouco conheço, pouco sei. Saudade daquela casa, daquela cidadezinha, daquele tempo em que me personalizei até me formar no que sou.
Uma saudade feliz e uma felicidade saudosiana, de um tempo sem erros, onde era religiosamente feliz sem conhecimento de causa.
Saudade eterna de um tempo que não volta mais e que me chamavam de criança.
"Me beije, tire esse susto, passe toda a sua saudade através dos seus lábios, e me diga que quer ficar. Mas não me peça permissão, pois não sei a hora certa de mandar em mim, e chega de doer! Apareça com sua bagagem e fique, tem espaço no coração."
Toda essa dor, saudade, paixões não correspondidas, infelicidades, tristezas e ausência de vida.
Talvez eu mereça...
A Rua da Saudade existe em Muitas Cidades
Lá, como em qualquer outra rua
Vão morar pessoas de todas as idades
Pessoas ruins, medianas e boas
Gente honesta, meio-termo e gente à toa
Tem o cara que Guardava as Chaves
E os caras que ficaram atrás das Grades
O velho e o menino, o senhorio e o inquilino
O fervoroso, o ateu e aquele, cujo coração
Foi uma semente que caiu na areia
Mulher bonita, remediada e mulher feia
Lá nessa rua eles tem toda a eternidade
E também não há mais tempo pra nada
Ela tem esse nome para honrar
Algumas pessoas que moram lá
Outras não deixaram nenhuma saudade
Um dia todos nós seremos vizinhos
Mas ninguém virá bater à sua porta
Pra pedir açúcar ou café
Portanto
Se você tem algo a dividir
divida agora
Aquele que por último, melhor vai rir
É aquele que sabe o que há no porvir
E muitas vezes, hoje chora
Quero matar toda saudade que em mim vive;
Quero desvendar as verdades que de mim foge;
Quero os sorrisos mais intensos para me alegrar;
Quero um sentimento que me faça amar;
Em minhas fraquezas, preciso de ti para curar toda a dor que estou sentindo, pois a saudade estar ferindo meu coração;
Preciso aprender um pouco aqui e um pouco ali para que eu possa acertar meus erros;
Peço que cuide de mim na sombra do seu coração, pois sei que você também deseja cuidar de mim;
Eu nunca te esqueci!
"Eu nunca te esqueci...
Bebo em taças toda a minha saudade...
Beijo as flores e sinto o teu perfume...
Ah, se tu voltasses prá mim...
Eu seria feliz outra vez!"
☆Haredita Angel
A Morte Não É Nada Para Nós Habitua-te a pensar que a morte não é nada para nós, pois que o bem e o mal só existem na sensação. Donde se segue que um conhecimento exacto do facto de a morte não ser nada para nós permite-nos usufruir esta vida mortal, evitando que lhe atribuamos uma idéia de duração eterna e poupando-nos o pesar da imortalidade. Pois nada há de temível na vida para quem compreendeu nada haver de temível no facto de não viver. É pois, tolo quem afirma temer a morte, não porque sua vinda seja temível, mas porque é temível esperá-la.
Tolice afligir-se com a espera da morte, pois trata-se de algo que, uma vez vindo, não causa mal. Assim, o mais espantoso de todos os males, a morte, não é nada para nós, pois enquanto vivemos, ela não existe, e quando chega, não existimos mais.
Não há morte, então, nem para os vivos nem para os mortos, porquanto para uns não existe, e os outros não existem mais. Mas o vulgo, ou a teme como o pior dos males, ou a deseja como termo para os males da vida. O sábio não teme a morte, a vida não lhe é nenhum fardo, nem ele crê que seja um mal não mais existir. Assim como não é a abundância dos manjares, mas a sua qualidade, que nos delicia, assim também não é a longa duração da vida, mas seu encanto, que nos apraz. Quanto aos que aconselham os jovens a viverem bem, e os velhos a bem morrerem, são uns ingénuos, não apenas porque a vida tem encanto mesmo para os velhos, como porque o cuidado de viver bem e o de bem morrer constituem um único e mesmo cuidado.
Brinquedos
Eu fiz de papel dobrado
Um barquinho e naveguei.
Fiz um chapéu de soldado
e soldadinho – marchei.
Fiz avião, fiz estrela
embarquei dentro – voei.
Agora fiz um brinquedo
– o melhor que já brinquei –
guardei num papel dobrado
o primeiro namorado
(o seu nome, eu inventei...)
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