E Ruim Nao poder Falar o q Pensa
#portugal
O ano de 2026 em Portugal ficou marcado na memória coletiva não pelos avanços tecnológicos ou metas económicas, mas pela vulnerabilidade humana perante a magnitude da natureza. O texto que partilho serve como um testemunho vívido dessa época, funcionando como um diário de uma nação que aprendeu, pela dor, que a vida é um fluxo contínuo e indomável.
Aqui está uma descrição histórica e narrativa desse período, refletindo a essência das suas palavras:
Portugal 2026: O Ano do Reencontro com a Essência
1. A Natureza como Força Implacável
Em 2026, o território português enfrentou o que muitos descreveram como o "princípio das dores" da crise climática. Não foram apenas previsões estatísticas; foram lágrimas devastadoras caídas do céu. Rios que transbordaram as suas margens, submergindo lares e transformando bens materiais — acumulados durante uma vida inteira — em nada.
Neste cenário, a sociedade portuguesa confrontou a sua impotência perante o comando da vida. Onde as palavras falharam em conter a força das águas e o sopro do vento, restou o silêncio da alma e o reconhecimento de que nada é um bem contínuo ou garantido.
2. A Transmutação do Valor
A história deste ano não se escreve pela perda financeira, mas pela mudança de paradigma. As populações, fustigadas pelo terror de verem as suas vidas destruídas, foram obrigadas a passar por metamorfoses de humor e espírito.
O Valor da Vida: Percebeu-se que o objeto só tem valor através do olhar de quem o possui. Sem a vida, o material é vazio.
O "L" de Ligação: No auge da calamidade, surgiu uma união que as crises anteriores não tinham conseguido consolidar. A "entre-ajuda" tornou-se a moeda de troca, e o amor, o único refúgio seguro contra a convulsão do mundo.
3. A Resiliência e a Espiritualidade
Perante o véu da incerteza, o povo português de 2026 encontrou-se "por sua conta". Esta solidão perante o destino forçou um olhar para o transcendente. A esperança, muitas vezes vista como uma ilusão, tornou-se o único elo de libertação para um povo que nunca se sentiu tão preso às circunstâncias.
A fé e o pedido de misericórdia deixaram de ser rituais vazios para se tornarem gritos de socorro por alívio e consolo. Aprendeu-se o "verso da moeda": a ideia de que as coisas más contêm em si a semente do crescimento e da adaptação.
Reflexão Final
Portugal em 2026 foi um país que chorou com o céu, mas que descobriu que a generosidade é o único gesto capaz de vencer a paralisia do pânico. Foi o ano em que se compreendeu que a maior proteção não vem de muros, mas da união entre corações que batem em uníssono entre a terra e o céu.
"A força da natureza não se vence por palavras, mas sim com gestos de generosidade."
Senda de Seda
Amor não se sente pelo prazer só de dar, mas também de estar e escutar o sentido de cada pulsar, Ser refúgio na turbulência e na bonança.
Podemos ser adulto e crianças para percorrer os nossos pensamentos em momentos perdidos como setas lançadas que não tem voltas direcionadas num sentido comum, forçada pela força ativa da vida sopro de vida que inspira e canaliza a uma parceria de elevar a alma a um patamar de excelência encontramos a razão de ser, sentimos emoção do prazer de querer e crer um no outro, eu e tu num senda de seda, no último sono a despertar para tudo começar sem premeditar deixa rolar, deixa tocar na tua senda de seda e morrer com espada de dois gumes para poder ressuscitar com o teu balançar.
Agora estou a sonhar mas quando acordar será que vais suportar?
O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.
Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.
O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.
#Abstracionismo
#PoesiaContemporanea
#Decassilabo
#EpicoArcaico
#FusaoArtistica
#ArteLisboa
O acontecer já é lindo e especial. Não precisa ser necessariamente perfeito. A perfeição não existe. Sejamos mais gratos.
“Somos matéria animada. Não somos duas coisas. É uma coisa só: matéria viva espiritualmente. Nem Deus – com todo respeito – pode aniquilar a alma, espiritual, imortal etc. Alma não age sem corpo, não há ação sem órgão. Não veríamos, não ouviríamos, nem pensaríamos sem cérebro. Agora, a morte. Sempre se disse a solene imbecilidade que a alma se separa do corpo, até os católicos dizem isso: ‘vamos rezar esta missa pela alma de fulano de tal’. Isso é heresia! No Concílio de Nicéia já se definiu como dogma de fé que alma sem corpo não age. Ora, se é imortal, é indestrutível e sem corpo não age, então está se exigindo a ressurreição. E isso a Parapsicologia estudou muito bem.”
“Não cair na armadilha de misturar a fé católica com outras crenças e tradições de natureza esotérica ou gnóstica”.
“Nós nunca faremos contato com ETs. Deus não deixará isso ocorrer, mesmo que descubramos mundos habitados por civilizações inteligentes.”
“Tentar explicar os ÓVNIs e os ETs sem ter provas concretas da sua existência não é uma atitude científica.”
“Talvez viver não seja tornar-se impecável aos olhos do mundo, mas preservar uma curvatura própria, um traço que nos impeça de sermos reduzidos à matéria-prima do olhar alheio.” - Leonardo Azevedo.
Algoz Invisível
O tempo não é amigo.
É algoz disfarçado de continuidade.
Não caminha comigo — me arrasta, me despedaça, me consome em silêncio.
Se ele soubesse que o desafio, talvez hesitasse…
Mas não hesita.
O tempo não pensa, não sente, não negocia.
Ele apenas avança — indiferente, brutal, absoluto.
Eu não conto com ele. Eu o confronto.
Mas ainda assim ele me atravessa todos os dias como lâmina invisível.
Se eu quero algo, ele me responde com demora.
Se eu espero, ele me pune com pressa.
Se eu imploro, ele ri na forma do atraso.
Sou seu inimigo sem poder vencê-lo.
Ele é meu juiz sem ter sido eleito.
E ainda assim ouso perguntar:
Se eu pudesse dobrá-lo, seria liberdade ou tirania?
Se eu o dominasse, eu ainda seria humano — ou apenas outro tempo, frio e sem culpa?
Talvez o verdadeiro desespero não seja o tempo passar…
Mas perceber que nada nele precisa de nós para continuar.
Se as estações fossem justas, eu desconfiaria.
Se a primavera fosse perfeita, eu temeria seu veneno escondido.
Se o inverno tivesse piedade, eu chamaria isso de mentira.
Porque nada que é absoluto pode ser inocente.
Tempo, você não é idêntico.
Você é guerra constante contra tudo que insiste em existir.
E eu não me curvo — não porque sou forte,
Mas porque já estou sendo quebrado.
Izaias Afons
"Não existe colo que cure tanto quanto o seu. Obrigada por caminhar ao meu lado em todas as estações. Te amo infinitamente!"
--------- Eliana Angel Wolf
"Ser mãe é descobrir um amor que não cabe no peito, mas que preenche cada cantinho da alma. Melhor papel da minha vida. "
--------- Eliana Angel Wolf
Onde o clima da serra encontra a intensidade do grão: um café expresso em Campos do Jordão não é apenas uma pausa, é o abraço quente que o inverno merece.
Reno Fioraso
O jardim é seu, se você não está gostando do que está colhendo, arranque tudo e plante outra coisa. Essa frase não é sobre jardim.
A mente é como uma agulha coberta de lama, e Deus é como um ímã. A agulha não pode se unir ao ímã a menos que esteja livre de lama.
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