E o Tempo da Travessia e se Nao Ousamos Faze-La
Sou do tempo...
Que se beijava as mãos dos pais,
Avós, madrinha e padrinho pedindo a benção.
Sou do tempo...
Que tarefa dada era tarefa cumprida.
Sou do tempo...
Que acordava cedo para ir a igreja rezar.
Sou do tempo...
Que o lar era o local respeitoso e harmonioso.
Sou do tempo...
Que se rezava na ceia.
Sou do tempo...
Que se respeitava uma mesa farta,
Onde não existiam sobras, porque a comida era sagrada,
(a dedicação da mãe em prepará-la; não se podia jogar o amor fora e nem chamar de restos o alimento).
Sou do tempo...
Que se respeitava o ser humano, os idosos acima de tudo, que chamávamos de pessoas mais experientes.
Sou do tempo...
Das travessuras, das surras; isso não deixa ninguém revoltado, simplesmente era punido e pedia perdão.
Hoje o tempo meu ultrapassou e nem sei mais quem sou!
"Reinventamos o nosso tempo, renegociamos nossos espaços, reestruturamos a história, rearrumamos as cadeiras... Mas os personagens dessa ópera são sempre os mesmos, cada um com o seu papel: uns são mocinhos, outros vilões, outros preferem fazer papel de bobo da corte e há ainda os que ficam na platéia, só vendo o circo pegar fogo, rsrs. Não há porque reencenar o mesmo ato, declamar a mesma ode.
Última apresentação. Cai o pano. A platéia aplaude, ovaciona ou vaia, vai do gosto de cada um. No letreiro, em luzes reluzente pisca o seguinte aviso: "Companhia em férias. Seleção de elenco em breve."
Novos atores, novos diretores, nova produção... Tudo isso pede uma nova história, não tem porque tentar colocar nova roupagem no que já foi feito. Porém, lá no fundo do teatro vazio, existe um velho funcionário do teatro que insiste em se prender aos antigos espetáculos e não se importa se a nova produção vai encenar algo ao estilo da Brodway. Não aceita as luzes de neon, prefere as antigas lanternas, e torce o nariz para tudo de novo que se apresenta, sempre reclamando que o que existia antes era melhor.
Pois bem... Sabe o que acontece com ele? Aposentam-no. Longe do teatro que era sua vida, ele morre, sem as luzes da ribalta que tanto amava."
O teatro é nossa vida, os personagens somos nós mesmos. Temos apenas que escolher nosso papel. Ou nos reciclamos ou morremos. O que iremos escolher para nós?
"Quem teve o privilégio de viver muito sabe que o tempo é um mestre muito caprichoso. Às vezes, as suas lições são tão repentinas que quase nos afogam. Outras vezes elas se depositam devagar, como a conta-gotas, diante da avidez de nossas perguntas.
E por isso, quem teve o privilégio de viver muito tempo, aprende a olhar com serenidade o turbilhão da vida. Amores ardentes se extinguem, urgências se acalmam, passos ágeis relentam.
Enfim, tudo muda. Muda o amor, mudam as pessoas, muda a família, só o tempo permanece do mesmo modo, sempre passando."
Em oração, vigilantes, há todo tempo devemos estar. Perseverantes, lutando sempre para conquistar, a salvação que vem de Cristo.
Pois, Ele logo virá!
DEUS É BOM O TEMPO TODO
No caminho pra ser brando e pacifico
existe uma longa via reta que se chama perdão e vias oblíquas que se chamam sacrifícios.
Tentar ver os motivos das dores
do outro é a placa do caminho
que resulta para nós em imensos benefícios
“Acabou descobrindo que a dor de um coração partido nunca vai embora, apenas fica anestesiada. O sofrimento agudo e penetrante que se sente a cada respiração acaba dando lugar a sensação embotada e menos intensa, do tipo que quase – mas nunca completamente – se consegue ignorar.”
Ver o sorriso no rosto de alguém que gosta é umas das maiores feição onde o sentimento de felicidade chega a perfeição
Num dá mais, já tô enganchado, desde que vi ela de vestidinho branco com o lacinho de fita no cabelo...Ô coisa linda.
Como parar de pensar em você,
Se pensado na felicidade te encontro
Como esquecer seu sorriso,
Se toda noite com ele eu sonho
E em todo sonho ele vem me alegrar
Já fui dominado pelo seu encanto
Como eu gostaria de olhar para o lado,
E saber que você estaria lá.
1. Qual é o desígnio de Deus acerca do homem?
1 – 25
Deus, infinitamente perfeito e bem-aventurado em si mesmo, num desígnio de pura bondade, criou livremente o homem para o tornar participante da sua vida bem-aventurada. Na plenitude dos tempos, Deus Pai enviou o seu Filho, como Redentor e Salvador dos homens caídos no pecado, convocando-os à sua Igreja e tornando-os filhos adoptivos por obra do Espírito Santo e herdeiros da sua eterna bem-aventurança.
2. Porque é que no homem existe o desejo de Deus?
Ao criar o homem à sua imagem, o próprio Deus inscreveu no coração humano o desejo de O ver. Mesmo que, muitas vezes, tal desejo seja ignorado, Deus não cessa de atrair o homem a Si, para que viva e encontre n’Ele aquela plenitude de verdade e de felicidade, que ele procura sem descanso. Por natureza e por vocação, o homem é um ser religioso, capaz de entrar em comunhão com Deus. É este vínculo íntimo e vital com Deus que confere ao homem a sua dignidade fundamental.
3. Como é que se pode conhecer Deus apenas com a luz da razão?
A partir da criação, isto é, do mundo e da pessoa humana, o homem pode, só pela razão, conhecer com certeza a Deus como origem e fim do universo e como sumo bem, verdade e beleza infinita.
4. Basta porém a exclusiva luz da razão para conhecer Deus?
Ao conhecer Deus só com a luz da razão, o homem experimenta muitas dificuldades. Além disso, não pode entrar só pelas suas próprias forças na intimidade do mistério divino. Por isso é que Deus o quis iluminar com a sua Revelação não apenas sobre verdades que excedem o seu entendimento, mas também sobre verdades religiosas e morais que, apesar de serem por si acessíveis à razão, podem deste modo ser conhecidas por todos, sem dificuldade, com firme certeza e sem mistura de erro.
5. Como se pode falar de Deus?
É possível falar de Deus a todos e com todos, a partir das perfeições do homem e das outras criaturas, que são um reflexo, embora limitado, da infinita perfeição de Deus. É, porém, necessário purificar continuamente a nossa linguagem de tudo o que ela contém de imaginário e imperfeito, na consciência de que nunca será possível exprimir plenamente o infinito mistério de Deus.
6. O que é que Deus revela ao homem?
Deus revela-se ao homem, na sua bondade e sabedoria. Mediante acontecimentos e palavras, Deus revela-se a Si mesmo e ao seu desígnio de benevolência, que Ele, desde a eternidade, preestabeleceu em Cristo a favor dos homens. Tal desígnio consiste em fazer participar, pela graça do Espírito Santo, todos os homens na vida divina, como seus filhos adoptivos no seu único Filho.
7. Quais as primeiras etapas da Revelação de Deus?
Deus manifesta-se desde o princípio aos nossos primeiros pais, Adão e Eva, e convida-os a uma comunhão íntima com Ele. Após a sua queda, não interrompe a revelação e promete a salvação para toda a sua descendência. Após o dilúvio, estabelece com Noé uma aliança entre Ele e todos os seres vivos.
8. Quais as etapas sucessivas da Revelação de Deus?
Deus escolhe Abrão chamando-o a deixar a sua terra para fazer dele “o pai duma multidão de povos” (Gn 17,5), e promete abençoar nele “todas as nações da terra” (Gn 12,3). Os descendentes de Abraão serão o povo eleito, os depositários das promessas divinas feitas aos patriarcas. Deus forma Israel como seu povo salvando-o da escravidão do Egito; conclui com ele a Aliança do Sinai, e dá-lhe a sua Lei, por meio de Moisés. Os profetas anunciam uma redenção radical do povo e uma salvação que incluirá todas as nações numa Aliança nova e eterna, que será gravada nos corações. Do povo de Israel, da descendência do rei David, nascerá o Messias: Jesus.
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