E o Tempo da Travessia e se Nao Ousamos Faze-La
372🙏🌹Coisas boas não se esquece, não se despreza e nao se deixa para traz, o amor é supremo é Deus contagia todos que nos rodeia e quando alimentamos preceitos divino em nós é nutrição da fé, a família é um bem maior, é luz e crescimento espiritual, não deixemos nos conduzir para o nada, nos levar por palavras vazias, com ensinamentos distorcidos e conselhos obscuros de quem não tem tal sentimento pelos seus, não esqueçamos daqueles que nos deu vida e amor, nos preparando para o mundo, para nossa jornada evolutiva, nossas origens, "os pais" seus consanguíneos tanto faz afins ou desafetos somos todos família, quem não gosta dos pais, muito menos de si gosta, ame os seus e o contágio do amor despertará o teu próximo... É O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA, E O AMOR É O CAMINHO🙏🌹BOM DIA FAMÍLIA.Ayache Vidal.
A desumanidade
A desumanidade raramente se apresenta de forma explícita. Ela não chega anunciando a si mesma como crueldade ou indiferença. Pelo contrário, muitas vezes se disfarça de normalidade — de rotina, de interesse legítimo, de prioridade inevitável. É nesse terreno silencioso que ela se instala: quando vidas humanas passam a ser tratadas como números, quando tragédias se tornam apenas mais um evento no fluxo contínuo de informações, quando o sofrimento do outro perde densidade por não nos afetar diretamente.
Grande parte dessa desumanização nasce de interesses próprios e egoístas que operam em diferentes escalas. No nível individual, manifesta-se como autopreservação excessiva, como a tendência de priorizar o próprio conforto emocional em detrimento da empatia. No nível coletivo, aparece em sistemas políticos, econômicos e midiáticos que, mesmo sem intenção explícita, acabam reduzindo a complexidade humana a abstrações gerenciáveis. Assim, o que deveria ser intolerável torna-se apenas mais um dado assimilado.
Há também um mecanismo psicológico profundo: a fragmentação da responsabilidade. Quando muitos estão envolvidos — direta ou indiretamente —, a sensação de culpa se dilui. O resultado é um cenário em que ações com consequências devastadoras podem ocorrer sem que ninguém, individualmente, se sinta plenamente responsável. Essa dissociação permite que pessoas que também possuem famílias, afetos e histórias ajam ou consintam com realidades que negam exatamente esses mesmos valores nos outros.
O problema não é apenas moral, mas estrutural. Ainda operamos como partes isoladas, competindo por recursos, reconhecimento e poder, como se a sobrevivência fosse um jogo de soma zero. Nesse modelo, o outro facilmente se transforma em obstáculo, estatística ou abstração. A empatia, que deveria ser um princípio organizador, torna-se circunstancial.
Superar isso exige mais do que boa intenção. Exige uma mudança de paradigma: reconhecer que a separação entre “nós” e “eles” é, em grande medida, uma construção. Biologicamente, socialmente e até ecologicamente, já somos interdependentes. A ideia de humanidade como um único organismo não é apenas uma metáfora idealista — é uma descrição mais fiel da realidade do que a lógica fragmentada que ainda predomina.
Viver como um único organismo implica internalizar que o sofrimento em qualquer parte desse sistema é, de alguma forma, um dano ao todo. Significa substituir a indiferença pela responsabilidade compartilhada, e o interesse egoísta por uma consciência ampliada de pertencimento.
Ainda estamos longe disso. Mas o simples fato de reconhecer a desumanização — de se incomodar com ela — já é um sinal de que esse caminho existe. A transformação começa exatamente nesse ponto: quando nos recusamos a aceitar como normal aquilo que diminui o valor da vida humana.
08/04/2026 - Reflexão sobre o evento ocorrido no dia 28 de fevereiro de 2026, em que um bombardeio atingiu a escola primária feminina Shajareh Tayyebeh em Minab, no sul do Irã.
E se...
E se poeta
eu não fosse,
me amaria
mesmo assim?
E se eu chegasse
sem palavra alguma,
só um silêncio
imperfeito?
E se em mim
houvesse apenas
essa feiura
feita rachadura?
Ainda assim
me tocaria
onde sou
imperfeita?
Carina Gameiro
A Doce Mordida
Morder a maçã do conhecimento
é assumir que o paraíso
não existe fora de nós.
A lucidez, ainda que nos liberte,
nos arranca para sempre da inocência.
Talvez por isso a loucura
tenha a sua própria
e secreta beleza de existir.
O segredo não é correr da chuva, é saber a hora certa de parar, ajustar o chapéu e deixar o imprevisto virar piada.
"Senhor, não me permita fraquejar, mas se eu balançar, que o Senhor me sustente. Que eu não tenha medo, mas se tiver, que o Senhor seja meu guia. Que não veja a escuridão, mas se vir, que o Senhor seja minha luz. Que eu esteja sempre em solo firme, mas se não tiver, que o Senhor seja minha Rocha. Se minhas pernas tremerem e ameaçarem não suportar, que o Senhor me faça lembrar do quanto sou forte por ser Teu filho! Obrigado, Pai amado! Nunca me abandona, mesmo quando não sou ou não fui um bom filho! A vida é difícil, mas com Tua proteção, tudo é suportável!"
A sabedoria
não ocupa espaço,
na cabeça e no coração.
É ilimitado.
Dá para conseguir, bastante informação.
Já, em uma Biblioteca.
Existem, muitos livros.
Colocar, bastante livros.
É limitado.
Precisa limpar.
Já vi um homem, limpando livros.
Um de cada vez.
Na Biblioteca.
Boa atitude.
Boa ação.
Se você não entende pessoas, você não lidera.
Apenas ocupa um cargo.
O caminho para conhecer pessoas?
Heteroconhecimento!!!!
O Sertão Dentro de Mim
O sertão que eu trago
não tá no mapa
ele mora em mim
nas partes em que a palavra
não cabe
onde o silêncio
diz sim
Tem dia
que sou chão rachado
pedra dura
pó e calor
onde a lágrima
não escorre
mas queima
o peito
e a dor
Mas foi na seca
que eu vi brotar
meu fio d’água
escondido
milagre pequeno
e teimoso
me mantendo vivo
Já tive sede de afeto
sede de mim
de abrigo
mas aprendi
com o deserto
que a falta
também é amigo
O sertão que vive em mim
é duro
mas quer crescer
porque o amor
que nasce da dor
ninguém mais
pode deter.
Carina Gameiro
Sua equipe não é o problema. Você é!
E enquanto você não enxergar isso, nada muda.
Sabe porque?
Por que você não os conhece profundamente...
E a trajetória para isso:
Heteroconhecimento!
Aham
Eu não vou me culpar se eu não te salvei
Ainda 'to lutando por mim
Eu não vou te jurar, eu não vou prometer
Sei com quem devo dividir
Tudo que conquistei, batalhas que lutei e algumas que já perdi
Pior coisa que experimentei, mas treinei pra isso não se repetir
Eu não entreguei, eu não fugi
Mas não por você, não confunde
Eu vi o rei e o castelo ruir
Eu errei, consertei e quero ver tu rir
Sem deixar o medo me consumir
Apesar do ódio me possuir
O brilho do Sol nunca vai sumir
Eu consegui (eu consegui)
Se errar na pressa, o fim é o poço
Só o que cresce na inveja é o olho
Pra vocês isso resume em ser feliz
Futuro de um pirata ganancioso
Os ossos jogado' num monte de ouro
Pela morte da amiga Elfriede Galera
E* difícil não sentir tristeza
L*embrando de suas alegrias
F*rida e os seus belos sorrisos
R*evigorando todas nossas vidas
I*ncrivelmente focada em sua luta
E*strela inspiradora de luz eterna
D*eixa-nos nesta saudade em vida
E*mbeleza o céu com sua presença
Que Deus a receba em seus braços!!!
Caverna Não É Fraqueza. É Seleção.**
Eu me afasto porque eu penso.
E quando eu penso, eu vejo.
Passei tempo demais ajudando, acreditando, dizendo:
“Vai dar certo, aguarda aí.”
Enquanto na minha vez era sempre.
“Faltou água.”
“Não deu.”
“Depois a gente desenrola.”
Engraçado…
quando é pra mim, nunca flui.
Quando é pros outros, eu resolvo.
Idiota eu?
Ou estrategista em silêncio?
A galera acha que eu sou ingênuo.
Acha que eu não vejo.
Acha que eu não entendo o jogo.
Mas tudo sempre foi um experimento.
Eu observo quem corre.
Quem some.
Quem inventa.
Quem entrega.
Eu deixo acontecer.
Dou corda.
Dou espaço.
Dou oportunidade.
Não é bondade cega.
É teste.
Enquanto muitos acham que estão me usando,
eu estou medindo até onde vai a capacidade deles.
Hoje eu me tornei mais reservado.
Menos acesso.
Menos explicação.
Menos disponibilidade.
Não é frieza.
É filtro.
Na caverna eu enxergo o que no meio do barulho eu não via.
Eu faço autoanálise.
Eu reviso minhas falhas.
Eu reconheço onde fui excesso.
E aprendi uma coisa.
não é porque eu tenho um coração limpo
que eu preciso ser emocionalmente desarmado.
Agora é seleção.
Menos quantidade.
Mais qualidade.
Quem fica, fica porque soma.
Quem sai, sai porque se revelou.
Eu continuo sendo eu.
Só que agora… consciente.
E consciência pesa.
Mas protege.
— Evans Araújo
"Seu Olhar Me incomoda"
Seu olhar me incomoda...
não pelo peso, nem pela dureza,
mas porque ele permanece
mesmo quando você não está.
Seu olhar me incomoda...
como uma música que não se cala,
fica girando na memória
sem pedir licença para ficar.
Seu olhar me incomoda...
porque tem um brilho raro,
daqueles que não se aprende,
daqueles que simplesmente acontecem.
Não é luz de vitrine,
nem reflexo de ocasião,
é brilho de coisa viva,
de quem sente o mundo no coração.
Seu olhar me incomoda...
porque hipnotiza sem esforço,
como maré que puxa devagar
quem pensava estar seguro na areia.
E eu fico lembrando
da forma como ele repousa nas coisas,
como observa o mundo
como se cada detalhe fosse importante.
Seu olhar me incomoda...
porque mesmo quando tento esquecê-lo
ele reaparece quieto
no fundo dos meus pensamentos.
Talvez seja isso:
há olhos que apenas veem,
mas os teus…
os teus parecem iluminar
o lugar onde pousam.
E esse brilho raro,
esse pequeno milagre que mora nos teus olhos,
é justamente o que me impede
de parar de lembrar de você.
Amizade, Lealdade e Bondade não podem ser precificados e, enquanto a humanidade não aprender que não se cobra por aquilo que não tem preço, estaremos fadados à desgraça.
Nem tudo é pelo dinheiro!
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