E no meio de Tanta Gente Chata
Sofrer cansa ... Pode crer! Então, a gente vai driblando o cansaço, o sofrimento ... e vai 'fingindo' e acreditando que é feliz ... E, no final das contas, tá tudo certo!
As vezes, sonhar é criar o futuro! Explico: Primeiro a gente sonha, ... idealiza, ... deseja ... E isso vai ganhando força, 'corpo' ... até se materializar! Fantástico!
Mestre com amor
Na lida, sempre em frente
Educar é primordial
Para toda a nossa gente
Seguimos acreditando
Que a educação transforma
Mesmo sabendo que
A nossa luta é histórica
Ser educador é isso...
É ter compromisso
E estar envolto com
As alegrias e adversidades
De todo dia
Diálogo,
Amor
E Alegria
É o que a gente quer.
Paz,
União
E Empatia
É o que precisamos.
Sonhos,
Luz
E Fé
Por que, não?
Que todos os sentimentos bons
façam parte da nossa vida
e encham nosso mundo
de esperança.
Se for pra ter um homem que obedece minhas ordens eu prefiro criar um poodle, odeio gente sem personalidade.
UMA DOCE ILUSÃO
Foi lindo demais o amor da gente
não quero deixar pra trás o nosso amor permanente
foi namoro foi paixão
agente fez amor escondido
eu fui teu abrigo
passei ate perigo
eu sair com minha vida
mais meu coração estar destruído
te quero outra vez comigo.
Se for pra sofrer
tem que ser agora
não vou te esquecer
porque, meu coração te adora,
toda noite eu te chamo
porque eu te amo.
Poeta Antônio Luís
Você não tem noção a quantidade de gente que vive ansiosa pela sua derrota contra o cansaço.
Duvidam principalmente da sua resistência emocional perante as adversidades.
Acreditam na sua queda por consciência da falta de apoio da sociedade nos seus projetos.
O segredo é nunca parar.
Quando chega a maturidade a gente percebe que algumas regras da vida já não faz mais sentido. Porém, temos que determinar aonde queremos chegar e o que desejamos alcançar.
Acostumar-se é se perder.
A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro.
A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo.
A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão.
Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado.
A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão.
Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado.
A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo.
E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.
Vi, vendo e aprendi.
Deus — eu acho — inventou o mundo pra ser riso,
mas a gente, caçador de nadas,
faz da vida um troço
cheio de importância.
Pássaros aproveitam mais as tardes que os homens,
voam fora das asas.
Olhar um passarinho seria suficiente,
mas teimamos em perguntar o por que de tanto voo.
No voar sem pressa,
nos ensinam a atrasar o fim do dia.
Vi, vendo e aprendi o homem complica,
feito formiga carregando folha grande.
Parece que a vida não basta em si.
Não tem segredo em ser, disso eu sei.
É só a alegria besta de estar na terra,
feito pedra que gosta de água
ou planta que conversa com o vento.
Só se é adulto quando se cresce criança.
A gente inventa propósito tentando esconder o óbvio:
que viver é um exagero de simples,
uma risada larga,
um susto bom de não entender tudo.
"Pode até ser que o sofrimento amadureça,
mas com certeza só o amor faz com que a gente cresça.
Possuo o juízo de um imortal.
Só que de tamanho fetal."
"Sofrimento nos amadurece..."
Porém é o amor que faz a gente crescer.
Já possuo o juízo de um imortal.
Um pequeno imortal."
(...)Tem gente que ama sem ser amado.
"Deixa de drama! Isso não é errado!".
É uma fase da vida na qual
Você é o "Apaixonado!"
Quem vive a espera do nada.
No tédio pode sucumbir.
A vida é feita de sonho.
De sonho pra gente seguir.
Tem vezes que a liberdade
Parece ser uma cela,
Por isto tem muita gente
Correndo com medo dela.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
