E no meio de Tanta Gente Chata
Em meio ao movimento desse bairro burguês, uma classe sem nome preenche as calçadas sob claros olhos que não os querem enxergar.
Pra minha vida desejei a felicidade, caminhos percorri sem enxergar, no meio da escuridão pensei em não te encontrar, mas você apareceu do nada para me amar, o meu coração entreguei a ti, a vida que eu queria agora eu tenho sim… Dizer a verdade pra você, meu maior amor é te ter só pra mim.
Por um momento achei que em meio as diferenças eu encontraria a solução para um amor perfeito, mas hoje eu tenho certeza de que isto só irá ocorrer se ambas as partes estiverem pensando deste modo.
Estava perdida no meio de tantas cabeças,não sabendo para onde ir,me deparei com alguem,esse alguem me reergueu,me tirou do chão,criando assim pra mim um coração.
“O choro é bom, uma vez que por meio dele, podemos ter a certeza mais que absoluta, de que somos humanos.”
Esses dias me senti meio perdida.
Parecia que me faltavam metas.
Na verdade, o que me faltava era me libertar das antigas cobranças.
Das mil e uma coisas que me impus as quais acreditava que precisar ter ou ser para poder ser feliz.
Houve um tempo que o nosso amor ardia como os raios de sol ao meio dia, mas esse amor virou noite e o amor já não é mais o mesmo, está frio!
Se procuramos bem nos damos conta de que mesmo em meio à escuridão pode existir um facho de luz mesmo que mínimo.
Sou IMPORTANTE, sou um ser ÚNICO, sou EXCLUSIVO... em meio a bilhões de seres humanos, não existe absolutamente NINGUÉM IGUAL A MIM, tenho consciência da minha IMPORTÂNCIA...afinal de contas, se não existe NINGUÉM IGUAL A MIM, sou ÚNICO, EXCLUSIVO, e SÓ EU posso desempenhar o meu papel junto a toda humanidade, isso me mostra o quanto sou mesmo muito ESPECIAL.
Evolução
Vejo o medo estampado na cara
de alguns em meio a multidão,
Medo, do que as pessoas irão pensar, falar
e não com a sua própria opinião
No momento em que despertar,
sumirá esse tipo de interrogação
E surge uma voz em formato de rugido
vindo de dentro do seu coração,
Dizendo para deixar de ser mais uma
ovelha do rebanho e que se torne um leão.
Venho por meio deste informar que já não sei quem sou. Sim, assim, com toda a sinceridade do mundo, já não sei quem sou. Achei que se me jogasse e ocupasse a mente eu poderia evitar esse vazio. Funcionou, pelo tempo que pôde. Até que a profecia da música se concretizou e minha vida mudou da noite pro dia, de novo. Mudou pra uma interrogação gigante de quem não sabe o que quer, quem é ou o que deve fazer. Não era o plano. Devia mudar para melhor, para mais fácil, mais compreensível.
Veio uma febre sem febre e me desencantou. Ou é TPM, não sei. Mas de repente surgiu essa inquietude absurda que só resulta mesmo é em ficar em casa ouvindo música e mais nada. A paz foi escorrendo… escoando por uma rachadura ínfima que vem virando um buracão.
Eu me culpei absurdamente pelas coisas que desperdicei, fui correr em busca do tempo perdido – e me perdi. Até que de vestido rosa eu comecei a perceber que talvez tudo isso nem importasse tanto; que existem várias formas de viver a vida e que essa simplesmente não era a minha: não havia porque se doer. Havia que me doar para o que me importava.
Mas foi súbita a forma como tive que lidar com a percepção de que nem isso. Nem isso. A verdade é que nunca me doei para nada. Aquele resmungo de um velho amigo de que nada fazia bem vinha se aplicar a mim de novo… voltaram as dores, acrescidas com essa sensação de ser burra - e piorada com a noção de estar quebrada.
É isso. Não sei quem sou, mas sei como estou: quebrada. Já não funciono bem ou porque nunca funcionei ou porque não sei para que devo funcionar. E essa de viver um dia de cada vez parece agora não ter sentido se você não tem um propósito qualquer.
É intimidadora a vontade absurda que sinto de fazer milhões de coisas. Veio tudo de uma só vez. Um desespero de aprender, de aproveitar, de me divertir, de me profissionalizar, de alimentar o ego, a alma e o cérebro. Veio tão forte que atropelou todos os meus sentidos e todas as minhas certezas. Desmantelou o que já estava em pedaços.
Qual é o sentido dessa vez? Como é que eu posso abraçar qualquer causa ou pessoa se não me sinto segura de que posso lidar com isso por pelo menos alguns meses? O que é que eu posso fazer para colocar as coisas no lugar? Como é que eu posso começar a me consertar mesmo?
“Até há pouco estava tudo bem…”
E eu já nem consigo chorar.
A sinceridade é o melhor meio para diminuir as tensões que se elevam no enclausuramento dos nossos segredos. Compartilhar a alma, comungar sonhos, desnudar fraquezas, expor feridas... Nenhuma verdade dita pode causar mais dano do que a verdade que não é revelada.
Ter paciência é a maior prática de vida dos que estão desalentados, em meio as incertezas do que se faz por necessidade para bons experimentos a existência, quando ficam apavorados pelo medo da possível incapacidade em sua visão, de obterem suas conquistas necessárias ao gosto. A paciência, dádiva de Deus ao espírito humano, pode em seu efeito, mudar toda uma história de dor, em prazer de gosto ao que se apresenta como satisfatório. Acreditar é mais do que apostar no acerto do alvo que desejamos alcançar. Eu acredito, que por meio da confiança e esperança em Deus, a vida, pode proporcionar aos que nele esperam boas e agradáveis coisas.
Estou flutuado, navegando no barco que chamo de fé, no meio de um oceado que chamo de realidade, nele existem criaturas que me dão medo, não pela aparência mas, pelo que elas podem causar com sua falta de amor. Nessa viagem sempre vejo um horizonte lindo que chamo de esperança e enquando navego sinto um vento que parece que bate em mim mas, ele é constante e nunca vai embora, ele eu chamo de amor. E por fim vejo sempre uma ilha de longe, que chamo de sonho.
Foi tudo meio sem querer, confesso. Pisquei por uma fração de segundo e num instante você já fazia parte de tudo aqui que é tão meu e reluto a não dividi-lo com mais ninguém.
Eu deveria ter deixado implicido, é eu sei. Devia ter apresentado as regras, que coração como o meu não tolera ser tratado tão bem, receber tanto carinho, desarurmar esse meu desarumado que só eu entendo e tanto gosto e sair assim, tão sem culpa, tão sem dor na conciência, como se a culpada dessa história toda fosse só eu!
Me fizeste por um curto espaço de tempo a mulher mais completa, fui feliz durante todo o tempo em que estivemos juntos, nisso não nego. Mais fortes embora e esse coração que tanto lhe amou (ama) partiste em dois, ficou aos farelos.
E eu que sempre fui tão bem resolvida, fiquei sem rumo, completamente sem chão. Trancaram-se todas as janelas e portas e quietinha fiquei, sofrendo essa dor amarga, chorei litros, desmontada como brinquedo de plático $1,99.
Mais depois da quarentena, seção dor de amor, como largato que no casulo se recolhe, pra sofrer metamose e só então se tranformar em lindas borboletas, assim passei, sofrir e me requi, tô de pé e assim vou continuar…
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