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E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo

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Escrever é pensar gritando sem fazer barulho.

As mulheres quando nos fazem sofrer por amor, ou nos tornam bêbados ou poetas, o que dá no mesmo.

Como escapar da Roda de Samsara? Faça uma bicicleta com a Roda e siga com ela para o Nirvana.

Se nossos animais de estimação, os cães e gatos, por exemplo, fossem do tamanho de leões e tigres, não haveria mais estimação de nenhuma das duas partes, mas sim a sensação de ser um predador e uma presa, um caçador e um caçado.

Na morte, desejo me desprender de mim — partir, enfim, para reencontrar minha mãe

Socialismo e comunismo só deram certo no Inferno, lá todo mundo é igual no sofrimento.

Outro dia eu estava pensando, dessas reflexões que chegam sem avisar, tipo visita que entra pela cozinha enquanto o café ainda está passando. E eu percebi uma coisa curiosa sobre a vida. Quando existe um propósito muito grande guardado dentro de alguém, parece que a pessoa é salva de formas que nem ela entende direito. Não é aquela história bonita e perfeita, não. Às vezes a vida quase desmorona, o chão treme, a lógica vai embora para passear e eu fico ali pensando comigo mesma, como ainda estou aqui? E aí vem a resposta silenciosa que não faz barulho, mas ocupa tudo. Quando Deus decide que uma história ainda não terminou, ela simplesmente não termina.


Mas também aprendi uma coisa que muita gente não gosta de ouvir. Isso não acontece por acaso com qualquer coração distraído. Existe uma espécie de afinidade invisível entre a alma e Deus. Não estou falando de placa de igreja, nem de número de cultos frequentados, nem de quem sabe mais versículos de cor. Estou falando daquela intimidade silenciosa, que ninguém vê, mas que mora dentro da gente como se fosse uma chama pequena que nunca apaga. A pessoa pode estar sozinha no quarto, pode estar no meio da confusão do mundo, mas ela sabe. Deus está ali.


E tem algo que sempre me faz rir sozinha, porque é tão simples que parece até ousado dizer. Deus não depende de endereço religioso para existir dentro de alguém. Ele não precisa de microfone, nem de banco de igreja alinhado, nem de calendário sagrado marcado na parede. Deus cabe dentro de um pensamento sincero. Dentro de um gesto limpo. Dentro de uma consciência que tenta, mesmo tropeçando, fazer o que é certo.


Eu gosto de pensar nele como o próprio ar que a gente respira. Ninguém acorda de manhã e diz agradecida ao ar, olha que maravilha, estou respirando de novo. A gente só vive. Mas se o ar faltasse por alguns segundos, a gente entenderia tudo na mesma hora. Deus é assim. Invisível, essencial e absolutamente presente. Sem ele não existe vida, não existe direção, não existe aquele empurrão misterioso que nos levanta quando tudo parecia ter acabado.


E tem outra coisa que eu venho aprendendo aos poucos, quase como quem descobre uma chave perdida no bolso do casaco antigo. A questão nunca foi apenas aceitar Jesus com palavras. Muita gente aceita, mas esquece de praticar. A pergunta que realmente muda tudo é outra. O que ele faria se estivesse no meu lugar agora? Parece simples, mas não é. Porque essa pergunta exige coragem. Exige olhar para as próprias atitudes e ajustar a rota.


Quando alguém começa a viver assim, algo muda por dentro. A pessoa passa a agir com mais verdade, mais justiça, mais compaixão. Não porque alguém mandou, mas porque a consciência começa a se alinhar com algo maior. E é aí que eu percebo aquela presença que nunca dorme. Mesmo quando o corpo está cansado, mesmo quando a mente apaga no travesseiro, existe uma consciência maior sustentando tudo. Onipresente, silenciosa, constante.


No fim das contas, acho que o propósito não é uma medalha que alguém ganha. É uma responsabilidade. Quem sente Deus de verdade dentro de si acaba entendendo que foi guardada muitas vezes por um motivo. E quando essa pessoa percebe isso, ela começa a viver diferente. Com mais cuidado com os outros, com mais respeito pela vida e com uma certeza tranquila no coração. Se ainda estou aqui, então ainda existe algo que preciso cumprir. E enquanto esse algo existir, Deus continua soprando vida dentro de mim como quem diz, vai, ainda não terminou.




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As pessoas atribuem a fatores externos sua falta de competência ou desconhecimento.


A ignorância é o verdadeiro inimigo, que nos limita a vivermos repetidamente aprisionados aos mesmos problemas.

Se ignorar o brilho do meu hiperfoco,
não poderá reclamar se virar só parte da paisagem!

Tem dias em que eu olho para trás e penso numa coisa meio curiosa, quase irônica, dessas que a gente conta rindo no café da tarde enquanto mexe o açúcar devagarinho. Desde pequena a vida parecia uma arena gigante, como se cada fase viesse com um teste novo, um daqueles que não dá para devolver para o professor dizendo que caiu conteúdo que ninguém explicou. E mesmo assim eu fui atravessando tudo com uma cara tranquila, quase elegante, como quem diz para o mundo que está tudo sob controle, quando na verdade por dentro existia um turbilhão inteiro discutindo filosofia com a própria sobrevivência.

Nunca contei quase nada. Não porque não existisse história, muito pelo contrário. Era tanto capítulo que dava para montar uma biblioteca inteira, daquelas silenciosas, onde só eu conheço o catálogo. E reclamar nunca foi muito meu estilo, não por heroísmo, mas porque as pessoas criaram uma versão de mim que parece feita de aço temperado. A tal mulher forte. Aquela que resolve. Aquela que aguenta. Aquela que sempre volta. E quando o mundo decide que você é forte, pronto, está oficialmente proibida de fraquejar em público, como se fosse uma regra invisível assinada numa reunião secreta da humanidade.

O curioso é que eu mesma comecei a acreditar nessa história. Não que eu nunca tenha cansado, claro que cansei. Só que eu aprendi a conversar comigo mesma como quem acende uma luz interna no meio de um apagão. Houve uma vez, só uma, que pensei em dividir o peso, abrir a caixa preta da minha história, mostrar as evidências, os fragmentos, os acontecimentos. E a resposta foi aquele silêncio estranho, ou pior, aquela frase que parece pequena mas faz eco dentro da gente por muito tempo. Não acreditam em evidências. E eu pensei, então está bem, talvez a minha prova não seja para convencer ninguém, talvez seja apenas para me manter de pé.

Engraçado como a gente descobre forças que não estavam no manual de instruções da vida. Eu fui percebendo que existe uma musculatura invisível dentro da alma. Uma espécie de academia espiritual onde cada queda vira um exercício novo. E ali, sem plateia, eu fui ficando mais resistente, não porque o mundo exigiu, mas porque alguma coisa maior sempre esteve comigo. Aquela presença silenciosa que não precisa de explicação, que aparece nos momentos mais absurdos da existência e sussurra, calma, continua.

Então eu continuo. Não enlouquecida, como alguns poderiam imaginar quando veem a quantidade de batalhas acumuladas desde a infância, mas curiosamente lúcida. Como quem atravessou tempestades suficientes para reconhecer o som da própria paz quando ela aparece. E tem uma coisa engraçada nisso tudo, quase uma ironia elegante da vida. As pessoas pensam que eu nunca precisei de ajuda. Mas na verdade eu sempre tive ajuda, só que veio de um lugar que não depende de aplauso, de aprovação ou de testemunha.

No fim das contas, eu sigo com essa mistura de força interior e fé silenciosa que me acompanhou o tempo inteiro. Como se eu estivesse caminhando por um mundo barulhento com uma bússola dentro do peito. E olha, posso te dizer uma coisa com aquela tranquilidade de quem já atravessou muita coisa. Quando a gente aprende a confiar nessa força que mora dentro da gente, o caos até tenta fazer barulho, mas já não manda mais na história. Porque a história, no fim, continua sendo minha. E eu ainda estou escrevendo.

O mundo gira. Incessante, implacável, ele segue seu curso mesmo quando tudo parece desmoronar ao nosso redor. Nas horas mais escuras, quando a tempestade rugia com toda sua fúria, é fácil esquecer que o céu azul ainda existe lá em cima, escondido pelas nuvens negras.
Mas a verdade é simples: nenhuma tempestade dura para sempre. Ela vem para lavar, para purificar, para nos lembrar da nossa própria força. E quando finalmente passa — porque sempre passa — algo mágico acontece.
O sol aparece.
Não timidamente, mas em toda a sua glória dourada, banhando o mundo com luz renovada. As gotas de chuva restantes brilham como diamantes dispersos. O ar cheira a esperança. E nós, que sobrevivemos, emergimos diferentes: mais resilientes, mais gratos, mais vivos.
Então, quando a vida escurecer, lembre-se: você é mais forte do que a tempestade. O giro do mundo não para, e o seu momento de luz está chegando. Aguente firme. Respire fundo. O sol sempre volta para quem espera com fé.
Sempre.

"Quem não planta não colhe. Enquanto espera a colheita dos frutos, tem que apanhar as folhas que caem no chão."


Sempre irei te amar.


Meu coração está partido, por causa da paixão,desde que tu forste embora, só me restou solidão.

Não sei se vai valer a pena, viver te esperando, uma coisa tenho certeza, é que o tempo estar passando.

Volte minha querida, não deixe o tempo passar, porque enquanto eu viver: Sempre irei te amar.

És a razão a da minha vida, luz da minha escuridão, longe de te só trevas, perto de ti só clarão
Mulher da vida, deusa do meu coração ❤️❤️.

Bisbilhoteiro!

⁠Você olha os status
Só para bisbilhotar
Entra e saí, sem nada a dizer

Só que os donos, dos status
Estão de olho em você.
Deixa de mau educado
E dar um Oí praele vê.

⁠Daqui a pouco é zero hora.
Agora vou me deitar,
Deixando os meus meus status,
Pra você bisbilhotar.

⁠Hoje é o seu dia,
Minha princesa do sertão,
Deusa da minha vida,
Filha do meu coração.

⁠Quanto maior a cabeça, maior é o cérebro.

Tem dias em que a gente tenta manter tudo no lugar, como se fosse possível organizar a alma do mesmo jeito que arruma a casa antes de visita chegar. A gente ajeita o cabelo, responde com educação, dá aquele sorriso ensaiado que funciona quase como maquiagem emocional. Só que tem uma verdade meio inconveniente que insiste em escapar pelas frestas: quando a bagunça é interna, ela sempre dá um jeito de aparecer do lado de fora.


Não vem com aviso, não bate na porta. Ela se infiltra no tom de voz, naquele “tanto faz” que não era pra ser tão seco, na paciência que acaba mais rápido do que deveria. Às vezes, aparece na forma de cansaço sem motivo, outras vezes vira irritação com coisas pequenas, quase ridículas. E a gente sabe, no fundo sabe, que não é sobre aquilo. Nunca é só sobre aquilo.


É curioso como tentamos convencer o mundo de que está tudo bem, enquanto por dentro tem gaveta aberta, pensamento espalhado, sentimento fora do lugar. E quanto mais a gente tenta esconder, mais o corpo entrega, mais o olhar denuncia, mais a vida externa começa a ficar desalinhada, como um reflexo que não mente.


Eu fico pensando que talvez essa bagunça não seja exatamente um problema. Talvez seja um pedido. Um pedido de pausa, de silêncio, de honestidade. Porque ninguém transborda caos à toa. Existe sempre algo não resolvido, algo engolido, algo que foi empurrado com força demais para um canto que não comportava tanto peso.


E aí a vida começa a dar pequenos sinais. Uma conversa que dá errado, um dia que parece pesado demais, uma sensação constante de estar fora do próprio eixo. Não é castigo, não é azar. É só o interno tentando ser ouvido, mesmo que de um jeito meio desajeitado.


Talvez o mais difícil seja admitir que não dá pra sustentar uma aparência de ordem quando por dentro está tudo pedindo reorganização. E tudo bem. Bagunça também faz parte de quem está em processo, de quem sente, de quem não está anestesiada.


Porque, no fim, não é sobre evitar que isso apareça. É sobre aprender a cuidar do que está dentro, antes que precise gritar do lado de fora.


E me diz, com sinceridade dessas que a gente só tem quando está sozinha… você tem tentado esconder a bagunça ou já começou a entender o que ela quer te dizer?


Se esse tipo de reflexão conversa com você, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Talvez alguma palavra por lá te abrace do jeito certo.

Tem uma coisa curiosa sobre a gente que ninguém conta no manual da vida, até porque esse manual nunca foi entregue. A gente sonha coisas que parecem roteiro de novela das nove, cheio de drama, olhar atravessado e silêncio pesado. Acorda meio confusa, meio irritada, às vezes até com vontade de tirar satisfação de algo que, tecnicamente, nem aconteceu. E aí vem a frase racional, quase como uma tentativa de se proteger do próprio coração: sonho não é prova de nada. E não é mesmo. Se fosse, a gente já teria perdido o juízo há muito tempo.

Mas também existe essa outra verdade, mais quieta, mais sutil, que chega sem fazer alarde: sentimento não nasce do nada também. Ele não brota como mato em terreno abandonado. Tem raiz. Tem história. Tem pequenos detalhes acumulados que a gente vai fingindo que não vê, vai empurrando para debaixo do tapete emocional, como quem acredita que ignorar é o mesmo que resolver. Não é.

Às vezes, o sonho é só um exagero da mente, um teatro meio bagunçado do que a gente viu, ouviu ou temeu durante o dia. Mas o sentimento… esse é mais honesto. Ele pode até se confundir, pode até exagerar, mas dificilmente é totalmente inventado. Ele costuma ser um sussurro do que já estava ali, pedindo atenção, pedindo nome, pedindo coragem.

E eu fico pensando que o problema não está no sonho em si. Está no que a gente faz depois de acordar. Tem gente que ignora tudo, como se nada tivesse acontecido. Tem gente que se afoga naquilo, como se fosse uma verdade absoluta. Mas talvez o caminho mais difícil, e mais verdadeiro, seja olhar para dentro com uma certa sinceridade desconfortável. Aquela que não acusa ninguém primeiro, mas também não se abandona.

Porque sentir não é crime. Mas também não é sentença.

É só um convite. Um convite para investigar o que dentro da gente está pedindo mais cuidado, mais atenção, mais verdade. Às vezes não tem nada a ver com o outro. Às vezes tem tudo a ver com inseguranças antigas, com medos que a gente achou que já tinha superado, mas que só estavam quietinhos, esperando uma brecha.

No fim das contas, sonho pode até ser ilusão. Mas o que a gente sente… isso é real o suficiente para merecer ser ouvido, nem que seja em silêncio, numa conversa sincera consigo mesma, dessas que a gente evita, mas sabe que precisa ter.

E se você já se pegou pensando assim, talvez não seja sobre desconfiar do mundo. Talvez seja sobre entender melhor o seu próprio coração.

Agora me conta uma coisa… já aconteceu de você acordar com um sentimento que parecia mais real do que o próprio dia?

E quando terminar de refletir, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu escrevo como quem conversa, e talvez você se encontre em alguma dessas palavras.

Não permita que controlem a sua vida, não dê espaço para que os outros invadam a sua alma. Esse território é seu e somente você é capaz de delimitar essa área. Faça do seu interior um altar sagrado e convide apenas quem você tenha certeza de que irá respeitá-lo. Quando houver o sacrilégio, expulse. Preserve sua intimidade, seus valores, seus desejos, o seu eu., EXCELENTE SEGUNDA FEIRA!, COM DEUS NO CONTROLE SEMPRE!!!