E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo
O combate mostra do que um homem é feito. O aço contra o aço. O sangue do oponente nas suas juntas. O coração dele se revela. Bem como a alma.
(Gol D. Roger/Gold Roger)
Quando um homem morre? É quando uma bala perfura seu coração? Quando é acometido por uma doença incurável? Não. É quando ele toma uma sopa feita de um cogumelo venenoso? Não! Um homem morre quando ele é esquecido. Posso desaparecer, mas meu sonho vai perdurar!
(Dr. Hiriluk)
Faz sentido sentir medo. Todo guerreiro de verdade sentiria. O guerreiro sentir medo é um bom sinal. Significa que você se importa. O medo te dá um propósito. Eu nunca confiaria minha vida a um guerreiro que diz nunca ter sentido medo.
(Brogy)
A vida é como um rio que corre devagar e se renova a cada vão um segundo, e se prestarmos bem atenção não dá tempo para olharmos o que está passando junto, a não ser que seja algo leve tranquilo e homogêneo que possa acompanhar o trajeto dessa correnteza, até onde possa abraçar algo maior como a imensidão do mar. Fora desse processo tudo fica para trás e esquecido nas curvas do que não se aproveitou. A vida é o agora, com ou sem o que se perdeu...
Kleber Abdul A-Nasr
Um de nossos maiores problemas é criarmos expectativas acreditando que alguém esteja com a mesma batida do compasso de nossos corações... Não se trata de diminuirmos os sonhos e nem os ritmos, mas sim de olharmos mais para dentro de nós mesmos percebermos que a vida tem sentido quando sabemos quem realmente somos e o porquê precisamos caminhar no caminhos que estamos...
As pessoas se apequenam quando mostram com atitudes um descompasso entre o que dizem e o que fazem...
Um campo precisa florido e diversificado. E assim como as flores, toda a mulher tem a sua beleza e a sua importância no contexto que dimensiona sua existência. Há quem diga que as gordinhas, são mais felizes, porque não precisam se auto afirmar o tempo todo e que seus sorrisos transcendem por entre as frestas da curiosidade, intrigando e causando furor. Há quem digue que as gordinhas, fazem de suas imagens a mais perfeita forma que compõe todo o conjunto de suas belezas. Há quem digue que as gordinhas, em sua maioria, trazem na atmosfera, o contagiante apreço pelo que é liquido, simples e certo. Diante disso, nada mais justo que deixá-las serem o que são, fazerem o que sabem e viver da maneira que lhes convier; inspirando, perfumando e encantando os caminhos por onde resolverem trilhar...
Minha preferência é pelas gordinhas, ou seja, pelo tamanho da alegria que elas tê m, distribuido no cojunto mais lindo; rosto, corpo, mente e alma....
Enxergava-se um fim, do nada, apagaram-se as luzes que iluminavam alma, ser e palco. Acabaram todos os ensaios, as quedas bruscas e recomeços doídos. Era o fim, não que eu possa dizer muito, eu estava meio embriagada de solidão, mas não negava outra dose de tortura por ser deixada para trás, virava de vez, como se fosse água, e foi aí, que as luzes findaram. As pessoas se foram, e eu sobrei, sentada ali comigo mesma, pensando o que havia feito pra tamanha confusão, bem, não sei, mas era inegável que todo o espetáculo havia perdido cor e sentido. E toda aquela roupa vermelha que gritava paixão e vibrava o sangue, tornou-se cinza como um dia nublado em pleno verão. E eu? Ah, bom, eu não soube reagir aquilo tudo, fui surpreendida pelo adeus, justo quando precisava que todos ficassem, e me olhassem, sentissem, observassem, me lessem, e ah! Chega! Eu o aceito, mas não estou preparada pra o fim do show, essa é a hora, que pego a solidão pelo braço e digo como se não estivesse me machucando, "topa essa música?" E danço rodopiando pra lá e pra cá, aos poucos vou ficando tonta, tudo vai girando, e eu vou caindo delicadamente até o show acabar. Eu danço com a minha dor e aceito a culpa em minhas costas, pois a plateia não paga pelos sentimentos, paga pelo espetáculo. Já era tempo, mas eu sempre odiei os fins.
Muitas das vezes pensar em coisas ruins
E uma válvula de escape, para processar as coisas boas que nunca vivemos.
“Ana” significa cheia de graça. E agora, olhando diretamente para ela de longe, não me parecia a mais nova das moças, mas certamente era uma das mais delicadas e graciosas. Uma princesa, diria Eduardo. O gentil homem que há anos atrás foi roubado o coração. E que aguardava a minha visita, com o mesmo partido, do lado de fora. Uns passos a mais e dava para olhar mais detalhadamente. A moça estava sem cor, coberta de tubos de variados tamanhos e com pequenos ferimentos no lábio inferior, o que de fato fez o meu coração apertar. Com as pernas bambas, custei-me para me aproximar, mas sem pensar duas vezes dei mais alguns passos tortos em direção a ela. Ao chegar à beira da cama, alisei-lhe o rosto e enfermeiras me fuzilaram com olhares furiosos. “As pessoas não entendem que aqui não se pode tocar nos pacientes…” escutei a de cabelo mais escuro dizer. Ao mesmo tempo em que olhei para trás, a mesma de cabelos escuros balançava a cabeça negativamente. Ignorei. Minha atenção era da moça, aquela doce moça deitada a minha frente. Não podiam me impedir de tocar-la, e então continuei a alisar-lhe o rosto e em seguida os cabelos, que frágeis se soltaram em pequenos tufos sobre a minha mão. Ela estava ali sozinha, tão debilitada, e precisando dos meus cuidados. Sussurrei, mas percebi que ela não podia me ouvir. Os remédios a deixavam fraca e ela não tinha forças para me olhar. Por um momento fechei meus olhos e pedi para que de alguma forma ela sentisse minha presença. Esperei. E esperei, e sem sucesso não houve nenhum movimento, nem mesmo um pequeno sinal que me fizesse acreditar. Por mais que a tocasse era inútil imaginar que poderia estar me sentindo. Às lágrimas escorriam pelo meu rosto e como tive vontade de pega-la no colo. Ninar, cantar… E cantei. Cantei no intuito de que pelo menos pudesse me ouvir. A música eu não poderei lhe confessar o nome, pois esse passou a ser o meu segredo e da doce moça deitada sobre minha proteção. Continuei a cantar por alguns breves e eternos segundos. Até minha voz falhar e meus soluços tomarem o seu lugar. Pus minha cabeça sobre a moça, e ali eu fiz meu pranto. E chorei, chorei, chorei.
Tentei me recuperar. Mas as lágrimas eu não podia conter. Percebi então que já não possuía controle algum sobre elas, nem sobre o meu coração, nem sobre a moça. Pudera minhas lágrimas fazer milagres, caírem sob sua face e a despertasse como nos contos de fadas. “Lágrimas de um amor verdadeiro” pensei. Mas a vida não era justa, sabíamos bem, e por mais que Ana em meu coração se igualasse a mais bela das princesas, também não era um conto de fadas. Olhei para o relógio e meus preciosos minutos tinham se passado, talvez os primeiros de muitos ainda, talvez os últimos, talvez lembrados para sempre, talvez esquecidos quando pela manhã ela voltasse para casa. Quem poderia saber ou me provar o contrário? Não havia explicação, apenas esperança. Sim, esperança era a minha palavra, e eu tinha a total esperança na minha doce moça. Preciso confessar lhe que jamais conheci alguém tão única como ela. Tão forte, tão minha. E naquele momento — naquele precioso momento —sem me sentir, sem talvez nem me ouvir lhe disse: “Eu sempre te amei e sempre irei amar” e com um beijo na testa me despedi da minha graciosa Ana.
Após nove dias naquele mesmo estado a moça partiu, levando consigo todo o meu coração. Ela se foi deixando uma dor profunda em cada um em que plantou o seu amor. Amor… Como era amada a minha moça, era a mais encantadora que o mundo já teve o prazer de conhecer. E apesar da saudade que deixou com a sua partida, deixou também o que de mais valioso trazia em seu coração: Sua graça e doçura.
(...)
— E esta foi à última vez que eu vi a moça — minha doce, doce vovó — ainda com vida.
Mudar nosso estilo de vida e a maneira de viver, com a ajuda de alguém, seria ideal. Mas se pudermos começar de novo, com nossas próprias pernas, vai valer a pena
"DEUS NÃO ENGAVETA OS TEUS SONHOS."
Ainda tenho tanto!
Tanto o que mudar em minha própria vida.
E tem sido tão complicado para mim. Observo meu filho a dormir e tento me colocar no lugar dele.
O que se passa na cabeça dele?
[...] Há quem diga que o café tem um poder incrível quando se trata de relações entre os povos, entre as culturas. Descoberto na África há quase 15 séculos este combustível nacional já foi considerado diabólico e divino, já foi motivo de decapitação,divócio e até alvo de espionagens. Acredite o café se universalizou e podemos dizer que ele embalou inúmeras discussões políticas, encontros românticos furtivos, fez e desfez presidentes, afinal que sabe é a base de um cafezinho que o futuro de um país pode ser resolvido.(...)
Tenho pensado no Brasil como Povo, como Nação, como Pátria minha. Como um somatório de muitos, de cada um.
Esta pátria, da qual nos orgulhamos principalmente para quem já morou fora deste país enorme, quase um continente, que vemos ser vilipendiado, por nós mesmos, pelos outros e nos calamos aquiescentes, coniventes.
Falamos mal do vizinho quando sabemos que ele deu propina ao guarda para que não o multasse, mas faz o mesmo quando o caso é com ele... Falam mal da mãe de quem para o carro com as duas rodas, em cima da calçada, mas, quando não encontra vaga por perto, faz pior:- joga o carro com as quatro rodas por cima da mesma calçada.
É a tal estória:- “todo mundo faz, também vou fazer”... Não sei de onde vem isto. Se foi o tipo de colonização a que fomos sujeitos que gerou esse descompromisso, esse pouco caso com o outro, com a cidade, com o estado e consequentemente com o país. Onde erramos, como nação? Ao escolher os nossos governantes? Ao sermos corruptos e corruptores também?...Corrupção há em todo lugar, mas nos outros lugares há a punição. Aqui não, a certeza da impunidade é que faz a criminalidade crescer a cada dia. E não me venham dizer que é a miséria ou a pobreza a causadora disto tudo. Não, isso é cultural e ancestral, carregamos em nossos genes o desejo de se locupletar mais, sempre que possível, pouco se importando com o resto do país. Pensamos que há um Brasil, para cada um de nós. Um Brasil moldável, adaptável aos nossos próprios interesses, um interesse, em detrimento do TODO!
Temos que pensar em começarmos a construir a ideia de que somos todos nós, juntos, quem formamos a Nação.
Não só quem legisla, não só quem executa as leis, não só quem as faz cumprir. Mas o povo, tendo em quem se espelhar, vendo exemplos de amor à pátria, para nossos filhos e netos. Comecemos a construir, dentro de nós, a autoestima necessária para que se AME uma Pátria.
Um feliz dia da independência para todas.
(Marilina Baccarat de Almeida Leão) 07/09/2013
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